Desprezo por demandas de famílias em plena pandemia

Não resolvido
Florianópolis - SC
13/04/2021 às 16:51
ID: 122446577
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesVenho por meio registar minha insatisfação com a instituição de ensino Colégio Catarinense de Florianópolis, SC, pelo descaso com demandas importantes solicitadas. Narro aqui o registro dos eventos que sustentam esta reclamação.
No dia 11/01/******* ao fazer a matrícula de minha filha (que já estuda há cinco anos nesta instituição) enviei também um e-mail solicitando a troca de turma da aluna. Na verdade, solicitamos para que voltasse à turma de origem na qual estudou por três anos consecutivos neste colégio. A orientação recebida do colégio era para aguardar a publicação oficial das turmas de *******.
No dia 22/02/******* ocorreu a divulgação da Lista de Turmas e para minha surpresa, meu pedido não havia sido aceito.
No dia 23/02/******* minha esposa procurou a Coordenação do Colégio Catarinense e foi atendida presencialmente pela profissional Jaqueline Lidia S. Ribeiro, quando expus toda a situação pessoal da necessidade de troca de turma para minha filha, que passa por problemas psicológicos onde entre as causas principais figuram atos de bullying sofridos por ela nesta escola. Deixei neste dia com a sra Jaqueline um laudo médico da minha filha atestando e confirmando a necessidade da referida solicitação por motivos de saúde psicológica. Ao final deste encontro a Sra Jaqueline me pediu que aguardasse.
No dia 25/02/******* fiz contato por email com sra Jaqueline e enviei mais um laudo de saúde de outra profissional, corroborando novamente minha solicitação de mudança de turma para minha filha.
Passados 16 dias do primeiro contato pessoal com sra Jaqueline, não recebi qualquer retorno da instituição acerca do meu pedido. Já ajustamos procedimentos com nossa filha e não mais desejamos nesse momento a mudança de turma. Seria novo trauma.
Outro problema: minha filha, num momento de esperança e estímulo positivo, tentou se matricular em disciplinas optativas que eram do seu interesse e não teve sucesso. Pergunto como um colégio oferta determinadas disciplinas, sabendo previamente que haverá grande procura e não se articula? Não se organiza para contemplar aqueles que desejam frequentar tais disciplinas?
Tenho plena consciência e respeito pela instituição frente ao momento delicadíssimo que vivemos associado à pandemia de saúde pública, mas contudo, não justifica a ausência do Colégio Catarinense em responder uma mãe ou pai e até mesmo se disponibilizar em resolver uma questão quando está comprovado tratar-se de uma questão de saúde da aluna aqui citada.
Sabemos que a pandemia alterou a dinâmica de vida/trabalho de todos e também do Colégio Catarinense, mas pontuo que o colégio está se reorganizando desde o ano de *******, então como ainda não é possível resolver tais questões?
Outro fato ocorrido demonstra a ausência de interesse do colégio catarinense em dialogar com seus clientes. Perdemos o prazo de entrega de comprovantes para a solicitação de dispensa das disciplinas de educação física e inglês. Ocorre que no última dia do prazo (26/03/21) minha filha não foi a aula presencial por questões relacionadas a pandemia, e consequentemente a aluna foi procurar a secretaria da escola no próximo dia útil letivo. Novamente sr Jaqueline foi chamada e terminantemente não quis aceitar a documentação por passar 1 dia letivo após o prazo estipulado pela instituição de ensino.
Pontuo mais uma vez como pode um colégio que se diz cristão não abrir espaço para diálogo em plena pandemia? Como simplesmente ignorar famílias que buscam auxilio para resolução dos problemas dos alunos ? Onde esta o papel da educação enquanto mediadora de conflitos? Onde esta a tolerância e a empatia pelo outro ser humano?
Por fim registro aqui que o Colégio Catarinense não possui nenhum sistema de Ouvidoria no qual possamos fazer qualquer tipo de registro de ocorrências. É sempre dificultado o contato com gestores da escola.
Atenciosamente
LR e MW
Fpolis, 13/04/*******
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Resposta da empresa
26/01/2026 às 15:41
A Direção da instituição acompanha com atenção a atuação das autoridades competentes, responsáveis por apurar os fatos, a legislação estabelece que apenas órgãos como o Conselho Tutelar e a Delegacia de Proteção à Criança, ao
Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) podem conduzir esse tipo de procedimento.
É importante lembrar que o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n 8.069/1990) proíbe a divulgação, sem autorização, de nome, imagem ou qualquer informação que identifique crianças ou adolescentes envolvidos em supostos atos infracionais. A lei prevê penalidades para quem expõe essas informações, inclusive por meio de textos, fotos e/ou vídeos.
A instituição reforça sua posição contrária a toda forma de violência. Também registra seu repúdio às ofensas e acusações dirigidas à instituição, bem como às exigências de condutas ilegais, situações que configuram abuso e podem gerar direito à reparação civil.
Consideração final do consumidor
09/02/2026 às 14:15
São arrogantes, tomam partido em conflitos, aparentemente, ficando do lado de determinadas famílias. Sempre ouvi isso de muita gente. Infelizmente duvidei e acabei, minha família, sendo vítima desses comportamentos que questiono. Uma pena.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
2