Não pagam salário nem transporte, além de contratar estagiário para fazer função de professor

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São Paulo - SP

11/03/2024 às 20:20

ID: 184367215

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No dia 15 de fevereiro de *******, eu fui contratada como estagiária de música para acompanhar as aulas de música da escola. No mesmo dia fizeram o pagamento da minha passagem no valor de $*******,00 (cento e seis reais). Considerando que eu iria trabalhar no mês de fevereiro durante 11 dias, e para chegar a escola eu gastava uma condução de metrô e uma integração de ônibus. Ou seja, meu pagamento deveria estar acima do valor que me pagaram.

No dia 16 de fevereiro de ******* eu conversei com a Vilma do RH sobre a minha passagem ter sido depositada errada, ela me questionou se de fato o meu bilhete estava cobrando integração, porque de acordo com ela, o bilhete em São Paulo não cobrava nenhum tipo de valor. No dia 19, uma segunda-feira, eu a abordei novamente para conversarmos sobre o valor da minha passagem que estava errado, ela disse que poderíamos conversar depois, pois naquele momento estava ocupada.

No dia 20 de fevereiro de ******* minha carga horária de trabalho se encerrou às 14h, porém minha carga horária de trabalho somente se encerraria às 15h, como não havia mais nenhuma atividade que eu pudesse fazer na escola fui conversar novamente com a Vilma. Ela disse que não tinha dado o meu horário de ir embora, e quando desse 15h conversaria comigo. Entre 14h e 15h do dia 20 de fevereiro de ******* eu fiquei aguardando sem ter o que fazer na escola até dar o meu horário e poder conversar com a Vilma. Eu esperei até às 15h40, depois precisei ir embora e nesse dia não conseguimos conversar.

No dia 21 de fevereiro de ******* eu não fui trabalhar. Na quinta-feira às 15h fui ao Colégio Criação conversar com a Vilma sobre a questão da minha passagem. Infelizmente, eu fui vista como [Editado pelo Reclame Aqui] e oportunista, pois de acordo com ela o que eu estava falando sobre a cobrança de integração do ônibus não existia. Ela ligou para uma outra funcionária da escola para saber se o que eu estava dizendo era verdade e depois abriu o site da SPTrans no computador para ver se de fato era verídico o que eu estava exigindo.

Mesmo a outra funcionária alegando que era verdade, e mesmo a própria Vilma consultando no site da SPTrans e vendo que o que eu estava falando não era mentira, ela insistiu em dizer que eu estava errada. Disse que eu precisava fazer um novo bilhete somente para integração, pois estavam me cobrando porque eu estava com o cartão errado. Detalhe, eu possuo bilhete único desde ******* e nunca ouvi falar disso, mesmo acompanhando as várias mudanças do bilhete único em São Paulo ao longo de todos esses anos.

Vilma ainda disse que eu estava carregando o meu bilhete errado, que no momento em que fosse carregar era para falar para a pessoa recarregar separado o dinheiro de passagem comum e de integração. No momento eu disse que isso não existia, que para a pessoa que carregava era indiferente se eu pegava integração ou não. Ela ainda continuou insistindo que eu estava errada e, consequentemente, inventando uma serie de pretextos para não pagar a passagem.

Depois de muito insistir, e percebendo que eu conhecia as Leis que regem o bilhete único em São Paulo, Vilma fez as contas em uma calculadora e me mostrou o quanto eu deveria receber. Neste momento, eu perguntei quando acertariam a minha passagem e ela me respondeu que no próximo mês já estaria tudo acertado. Eu ainda respondi que não poderia esperar até o mês que vem, pois fevereiro ainda não havia acabado e eu não tinha passagem suficiente para continuar indo para a escola. Com muita rispidez, Vilma disse que veria com a pessoa responsável sobre o meu caso e depois me contataria.

Cansada das sequências prolongadas de humilhação, desrespeito e difamação, eu pedi para me desligarem da escola, pois não faria mais sentido permanecer. Vilma me respondeu que eu que deveria entrar em contato com o Nube (empresa de estágio), pois eles não poderiam fazer nada por mim, e que se eu queria o desligamento que eu mesma que deveria fazer isso acontecer.

Entrei em contato com o Nube e pedi meu desligamento, a empresa me enviou o termo de desligamento da empresa, porém no termo eu precisava assinar que a empresa pagou todos os meus direitos e possíveis complementos, coisa que não ocorreu.

Novamente entrei em contato com o Nube e eles me responderam que o Colégio Criação já não tinha mais vínculos com eles, e que eu deveria entrar em contato diretamente com a escola para entender melhor minha situação. Há vários dias envio mensagens no WhatsApp para a Vilma e ela não me responde. Ou seja, não sei se receberei pelos dias que trabalhei.

E este relato acima é apenas uma das reclamações que ainda tenho para fazer em relação a esta empresa. E fui contratada como estagiária para acompanhar as aulas de música, no entanto, a escola não tinha professor de música e eu que deveria assumir turmas, planejar aulas e criar projetos. Ou seja, eu fui contratada como estagiária e desempenhava a função de um professor contratado, e o que eu declaro aqui a respeito do meu desvio de função pode ser comprovado pesquisando o histórico de contratações da escola referente a professores de música.

Sobre a passagem, também posso comprovar que recebi apenas $*******,oo (cento e seis reais), para trabalhar durante 11 dias pegando metrô e ônibus. Também posso comprovar as perguntas sem respostas que envio constantemente para a escola, está tudo registrado e arquivado enquanto documento legal para fins jurídicos, caso necessário.

Espero que providenciem uma solução para o meu caso!

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