estorno de cobrança

Não respondida
São Paulo - SP
09/02/2019 às 16:33
ID: 42717565
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesMinha filha estudava no Colégio Dominante e em novembro/18 ao preencher o formulário para rematrícula verifiquei que não havia opção para alterar o horário de estudo, pois este campo já vem pré preenchido pela escola, sem querer rasurar o documento e precisando alterar o período de estudo da tarde para o período da manhã, encaminhei o formulário sem rasurá-lo e fiz a solicitação de alteração de período via agenda; pois, fui instruída pela escola que a agenda é o meio oficial de comunicação com a escola. A agenda voltou com o ciente da coordenação e minha filha me disse que a coordenadora a chamou para questionar se ela tinha certeza sobre a mudança de horário, isto tudo em novembro de *******.
Fiquei tranquila com o ciente na agenda, para mim estava tudo certo; este ano, no primeiro dia de aula como a escola não tinha entrado em contato para avisar sobre o horário que o transporte escolar de responsabilidade da escola iria buscar minha filha eu mesma a levei para a escola; chegando lá minha filha foi proibida de entrar, na secretaria disseram que ela estava matriculada no período da tarde, expliquei sobre o comunicado na agenda e a conversa com a coordenadora e disse que por motivos pessoais precisava que ela estudasse de manhã, para mim é impossível que ela estude este ano à tarde, os motivos são vários; a secretária com indiferença me informou que não tinha vaga e que eu tinha a obrigação de saber que era para rasurar o contrato e colocar a opção lá e não na agenda; que não ia fazer nada. Eu não tenho obrigação de saber dos procedimentos da escola; confiei no ciente da agenda; pedi para falar com quem pudesse me ajudar, veio a coordenadora, a mesma que tinha dado a ciência da minha solicitação na agenda e que tinha chamado minha filha para conversar sobre a mudança de horário; por motivos para mim óbvios a mesma alegou não se recordar de nada e disse que minha filha não podia estudar de manhã, pois não havia mais vagas; pedi para falar com a direção/donos; expliquei a situação, pedi, implorei por ajuda mas a dona com toda indiferença disse que não ia fazer nada, que a culpa era minha, com analogias me ofendeu diversas vezes dizendo: uma boa mãe teria vindo pessoalmente na secretaria solicitar a transferência, mas eu saio para trabalhar as 7 da manhã e volto 7 e meia da noite; uma boa mãe não teria mandado a solicitação via agenda, mas eu acreditei que a agenda fosse um meio de comunicação com a escola e acreditei no ciente que veio na agenda; uma boa mãe teria guardado a agenda após o final das aulas, mas eu confiei no profissionalismo da escola e no ciente dado; meu erro foi confiar neles; todos os amiguinhos da minha filha sabiam desde o ano passado que ela havia solicitado a transferência de período; pelo bem de minha filha ignorei as ofensas (a dona dizendo várias e várias vezes que eu não era uma boa mãe, usando é claro de analogias para isso), pelo bem de minha filha eu ignorei as ofensas e implorei; mas a diretora/dona disse que a palavra de uma mãe sem provas não serve para nada, ela exigia que eu provasse enquanto eu implorava por ajuda. Fui de todo educada e por fim diante de tanta indiferença da parte deles em relação ao destino de minha filha e diante de tantas ofensas que recebi, sem ofender a ninguém, alterei o tom de minha voz, então outro dos donos entrou mandando que eu saísse da escola, sem sequer querer saber o motivo de eu ter alterado a voz; lá temos de aceitar as ofensas calados pelo bem dos nossos filhos, é isso ou nada, não há nenhum espaço para o diálogo; insisti em explicar e ele para por um ponto final na questão disse que eu deixasse ela de tarde alguns dias para que ele tentasse algo; aliviada por finalmente alguém daquele lugar demonstrar alguma humanidade mesmo sem ter qualquer promessa de que resolveriam, aceitei; para minha surpresa à tarde no trabalho recebi um telefonema de meu marido; nós havíamos dispensado a pessoa que cuidaria de minha filha à tarde uma vez que ela iria para a escola; mas o transporte escolar de responsabilidade da escola não foi busca-la em casa, minha filha não foi para a escola e meu marido perdeu o compromisso dele; percebi que não dava mais para continuar; liguei para algumas escolas em busca de vaga; no dia seguinte na secretaria pedi a transferência e solicitei estorno do valor pago a título de rematrícula e mensalidade pois minha filha foi impedida de estudar de manhã e o transporte escolar não a buscou à tarde; ou seja minha filha não estudou nem um único dia neste ano e eu já tinha pago rematrícula e mensalidade e mais não fomos nós que desistimos, nós fomos obrigados a mudar de escola na última hora, portanto a clausula do contrato não se aplica neste caso concreto e mais uma vez ratifico: não por decisão nossa e sim por falhas diversas por parte da escola que impediram minha filha de continuar; minha filha não pode nem sequer se despedir das amigas; para eles as crianças representam apenas cifrões; isto foi no dia 31 de janeiro, a escola mais uma vez mostrando que não tem nenhuma consideração pelas pessoas, só se preocupando com o dinheiro, não fez a devolução solicitada e sequer se preocupou em responder ao meu pedido de ressarcimento, se acham autossuficientes e melhores que os outros.
Lamentável o posicionamento deles ainda mais por trabalharem com a formação de nossas crianças; lugar onde reina o autoritarismo; falta humanidade; falta flexibilidade; falta respeito aos pais que mantêm a escola; mas como sou uma pessoa que acredita no ser humano espero que o bom senso prevaleça e que eles devolvam os valores pagos, pois quando paguei foi por acreditar que minha filha poderia estudar no período que eu havia solicitado no ano anterior, espero não ter de buscar em outras instâncias, pois, qualquer reparação ainda é pequena perto do sofrimento que causaram a minha filha e humilhação a que me submeteram.