Constrangimento, danos morais e humilhação por parte da diretoria em negociação financeira

Resolvido
São Paulo - SP
31/01/2020 às 18:03
ID: 100009505
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesLembro antes do princípio do colégio Giordano, desde sua criação: "Orgulhamo-nos de ter formado no Giordano três gerações: pai, filho e neto. E hoje, orgulhamo-nos, ainda mais, ao dizer que oferecemos em nossas parcerias, o melhor que seu filho pode ter dentro de uma escola. Somos uma família em constante desenvolvimento e evolução e estaremos sempre de braços abertos para recebe-los. = https://*******
Após momentos pessoais difíceis e inúmeros problemas emocionais (dentro da família que hoje está desestruturada) e dificuldades financeiras, por má fase do trabalho em *******, por diversas vezes dentro do mês de Janeiro/******* procurei a escola afim de quitar débitos anteriores, mesmo que divergentes dos meus cálculos pessoais, por receber uma bolsa parcial do Eduardo em ******* - filho da Silvia e esses valores não terem sido contabilizados com bolsa, encontram-se em aberto e não me recusei a paga-los, juntamente com mensalidades de *******.
Porém, estou me sentindo [Editado pelo Reclame Aqui] e moralmente humilhado. A escola não aceita negociação de parcelamento e nem a imediata rematrícula do meu filho, que não pode ser privado do direito de estudar, desde o primeiro dia de aula, é o que diz a lei ******* de *******, estão constrangendo meu filho de 10 anos e causando danos psicológicos irreversíveis, por conta de uma negociação financeira que está sendo negada pela diretora Silvia. Estou insistindo na permanência nessa escola não por ser a melhor, nem porque o quadro societário é o mais amigável, mas sim pelo bem estar do meu filho que fez amigos e gosta muito de frequentar as aulas. A diretora Silvia deu a ideia de ele iniciar as aulas após quitação do débito, ou seja, irá perder os dias de aula e por ela tudo bem, não teria problema. Mas esses dias também não são descontados da mensalidade que sempre será cobrada integralmente. Ou que ele fosse para uma escola pública, sendo essa não uma decisão dela, mas minha, ainda assim me "aconselhou" a isso.
Repito, não estou me negando a quitar o débito. Mas a escola está irredutível e postergando resposta.. pedi que respondessem hoje para meu filho poder frequentar as aulas na segunda feira e nem sequer deram retorno, dizendo que o jurídico do colégio entraria em contato na segunda, mesmo após a Sra. Silvia dizer que quem resolve tudo na escola é ela.
Espero resolver isso sem maiores danos psicológicos ao meu filho, mas se isso acontecer, vamos até o final com a certeza que a lei e constituição se preocupa mais com a criança do que com o pagamento em si. E os valores e princípios do colégio, no passado eram ligados ao Padre Giordano, que temos certeza não se preocupar mais com a mensalidade do que com o estudo e bem estar infantil em si.
Compartilhe
Consideração final do consumidor
04/07/2021 às 13:36
Péssimo
O problema foi resolvido?

Resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
10