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Teresina - PI

14/11/2014 às 10:04

ID: 10724695

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Mudei para Teresina no início do ano. Sempre soube que é uma cidade com escolas maravilhosas. Ao pesquisar uma para colocar meu filho de 2 anos de idade, escolhi a que ficava no mesmo bairro em que fica localizada minha casa. Até porque foi muito bem indicada pelos meus vizinhos e conhecidos. Fiz um cadastro ******* um papel muito pequeno por sinal, com a data da matrícula. O referido papel ficou colado na geladeira, e entre uma limpeza e outra sumiu. Foi então que resolvi ligar para a escola, e perguntar quando é a matrícula do meu filho. A atendente respondeu pode vir em novembro. Infelizmente na correria não anotei o nome dela. Em outubro, por acaso, fui a escola, e não consegui falar com a pessoa responsável pelas matrículas (apenas uma pessoa fica responsável por este setor, as 4 atendentes não passam qualquer informação). Aguardei o que pude e fui embora, não tenho a tarde inteira para ficar sentada, ainda mais com um bebe de 2 anos super inquieto. Fiz o que a atendente do telefone havia dito, fui em novembro fazer a matrícula e descubro que já tinha acabado as vagas. Solicitei informações e me disseram que era para eu ter ido no final de outubro conforme o tal papelzinho; e, que me ligaram no dia 21 e não me encontraram. O detalhe é que eu dei 3 números de telefone (meu celular, do meu marido e residencial), ainda que eu não estivesse em casa, teria como nos encontrar. O pior é que mudei minha vida por conta da tal escola, resolvi sair da casa em que morava para outra casa na própria rua da escola. Assim, quando chovesse não teria grandes problemas (aqui quando chove alaga rápido). Simplesmente por um erro de uma funcionária acabei sendo prejudicada junto com meu filhote que está louco para estudar. Estou decepcionada! As pessoas brincam com vidas e nem querem saber o quanto isso pode afetar (meu marido trabalha em outra cidade e eu quero me colocar no mercado de trabalho, mas preciso que meu filho vá para a escola primeiro). Penso que se o erro foi da funcionária, não sou eu e muito menos meu filho que deve pagar por isso.

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