Tranfêrencia

Não resolvido
São Paulo - SP
20/06/2016 às 21:48
ID: 19270839
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesBoa noite,
Sou Aline e tenho o meu filho matriculado nessa escola, hoje tive que ser obrigada a pedir a transferência dele dessa tão renomada escola.
Bom quis me manisfestar nas redes socais, pois as vezes o que aconteceu com o meu filho pode estar acontecendo com o filho de alguém, e não podemos escutar as coisas, e nossos pequenos passarem por coisas e ficarmos quietos.
Bom escolhei essa escola pelo o ensino, e também devido as atividades oferecidas para os alunos. Quando foi conhecer a escola fiz vários questionamentos: Como eles cuidam dos alunos que possam ter imperatividade? A resposta da escola foi: Normal, fazemos de tudo para trabalhar com o aluno e ir cuidando disso. Até mesmo antes de entrar na escola e necessário que seja feito um teste.
O meu filho veio do Colegio Lider, que no começo ele deu bastante trabalho lá, mas lá sim digo que a escola realmente fez de tudo para poder me ajudar a lidar com as situações e ajudar o Alyson. Eu que preferir tirar ele de la por não tem muitas atividades extracurriculares.
No colegio Marques, ele começou neste ano em janeiro , tudo começou com as ocorrências são elas:
O aluno não parou dentro da sala. A minha dúvida uma criança de 8 anos, chega na escola ou em outro qualquer lugar vai sentar e ficar quieta? Bom acho que não, nem mesmo as crianças especias são assim.
Próxima ocorrência: O aluno rabiscou o rosto tudo. Isso e uma ocorrência? Também acho que não. Pois como está no regimento a ocorrência e só apenas quando o aluno faz algo no patrimônio da escola.
Em todas as reuniões com a direção e a coordenação, não vi nenhum momento a ajuda para entender o que acontecia com o Alyson.
Em uma das reuniões a diretora me disse: Mãe apenas conversar com o Alyson não esta resolvendo, acho que se ele tomasse uma surra boa ia sim ia melhorar.... O seu filho não tem educação e disciplina. Então devido a isso eu não quero ele no meu colégio.
Bom recebi uma ligação delas, e foi me indicado a passar o meu filho no nero pediatra. A alegação da escola, e que o Alyson teve um ataque nervoso e isso precisava ser analisado.
Bom foi levei ele, passei o caso para o médico, e ele disse que o caso do Alyson era para ser passado ao psicologo.
Passei as informações para escola, e elas disseram que o médico está louco, na no colégio já tiveram crianças iguais ao Alyson e que no nero tudo se resolveu.
Em todas as reuniões elas sempre diziam sobre o regimento da escola, lendo o regimento da clausula 2.9 Normas Disciplinares diz: Sobre a Advertência verbal, repressão por escrito, suspensão por 3 dias e suspensão por 5 dias.
O meu filho ele passou por todos esse procedimentos, mas por motivos sem muita fundação. Houve sim um dia em que ele ficou nervoso e sai correndo pela a escola toda e agrediu uma funcionaria.
O que a escola fez nesse dia: me ligou e pediu para alguém ir buscar ele, fiz isso. Assim que cheguei em casa conversei com o meu filho para entender o que havia acontecido.
O meu filho disse por várias vezes que ele não tinha amigos, que nas aulas de artes por exemplo ele ficava sozinho.
Foi passado isso para escola, sabe o que a escola disse? Que era mentira e que o meu filho era um conquistador e sabia bem manipular as pessoas. Há lembrando que ele só tem 8 anos.
Bom semana passada recebi uma ligação da coordenação, me solicitando para que eu pedisse a transferência dele da escola, ate o dia 23-06-*******. Eu disse: Não tenho como pedir a transferência dele sem ter outra escola, o meu filho vai ficar sem estudar? Ela disse não, então eu preguntei? Vocês tem alguma o escola para indicar ele? Não também.
O que eu ouvi: Ou a senhora faz isso, ou então iremos fazer a transferência compulsória, que na verdade já era para isso ter sido feito. O pais estão pedido para transferir o Alyson de sala, os alunos estão assustando com o comportamento dele.... Mas creio eu que todas as pessoas são diferentes, e temos que saber lidar com isso.
O Alyson quado sai da escola, vai para outro lugar na onde tem outras crianças e ele não tem esse mesmo comportamento. Em nenhum momento eu repito nenhum momento a escola me deu apoio ou ajuda conforme está no próprio regimento dela.
Ao contrario, tirou ele das atividades que gostava: bateria, Judo e natação. Teve um passeio ele não foi. Penso eu que fazendo isso eles não ajudaram ele em nada apenas atrapalharam mais ainda.
A diretoria disse para mim que ela não era obrigada a ficar com o meu filho, pois ele não tem controle de sim e que ele não tinha disciplina.
Mas se formos pegar o boletim dele, as notas estão excelentes. Ao conversar com uma pessoa, tem um aluno matriculado nessa escola com o mesmo comportamento ou quase igual do Alyson, a escola fez de tudo para ajudar o aluno e orientar a família, esse aluno nunca teve suspensão ou ate mesmo ocorrências. Mas comigo isso não aconteceu.
Devido todos esse acontecimentos, o meu filho não pode ficar nessa escola porque somos negros? Ou porque a escola que se livrar do problema?
Em julho saio de férias, e ai então vou conseguir procura uma escola para ele, toma que consiga. Pois se não ele vai ficar sem estudar no 2 semestre.
Estou imensamente magoada e decepcionada com essa atitude, me senti a pior mãe do mundo. Mas e vivendo e aprendendo com as situações.
Sem mais Aline Machado
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Resposta da empresa
01/07/2016 às 16:25
Em resposta às considerações da senhora Aline Machado Felix, mãe do aluno Alyson Machado Felix de Souza, a direção do COLÉGIO MARQUES DE MONTE ALEGRE tem o seguinte a declarar:
O colégio presta serviços educacionais desde *******, com base na ética e na verdade, assumindo a responsabilidade pela formação de muitos estudantes, sendo parte destes alunos diagnosticados por profissionais qualificados, como portadores de HIPERATIVIDADE, TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO – TDHA, DISLEXIA, AUTISMO, TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo, entre outros quadros que se apresentam e que exigem respostas de nossa parte como escola e da parte dos pais, como família. Com o objetivo de orientar a mãe e responsável pelo menor, chamamos a mesma tendo a preocupação de encaminhar o aluno para profissionais capacitados a fim de verificar a razão de tal conduta, em busca de intervenção utilizando-se de ferramentas orientadas por especialista.
Não partiu da direção deste colégio a orientação de surrar a criança, frase que expressa uma inverdade, pois repudiamos tal ação. Nossos anos de experiência e estudo nos apresenta outros caminhos a percorrer, como, orientações em busca de profissionais para o trabalho em conjunto com a escola, sendo este multidisciplinar.
Atendemos também, sem nenhuma discriminação estudantes e famílias das mais diferentes etnias, raças, crenças e origem social, conduta prevista em nosso regimento escolar no artigo que dispõe sobre os direitos e deveres do aluno.
Artigo ******* – III – “Ser respeitoso e cortês para com colegas, diretores, professores, funcionários e colaboradores da Escola, independente de idade, sexo, raça, cor, credo, religião, origem social, nacionalidade, condição física ou emocional, deficiências, estado civil, orientação sexual ou crenças políticas. ”
“Afirmação da mãe e responsável em seu depoimento: Houve sim, um dia em que ele ficou nervoso e saiu correndo pela escola toda e agrediu uma funcionária. ”
Orientamos os nossos alunos a tratar da mesma forma respeitosa e cortês colegas e funcionários do colégio, portanto nos surpreende como educadores o relato da mãe, que trata com naturalidade o fato de o aluno não reconhecer, compreender e acatar as autoridades escolares, como por exemplo seus professores e apresentar tal comportamento.
Não concordamos com o ponto de vista da mãe que compreende que uma criança de 8 anos tem o direito e tal conduta no ambiente escolar, espaço de construção de conhecimento e cidadania aceitar o ponto de vista da mãe é concordar que os demais alunos da sala do Alyson tenham seu direito à aprendizagem desrespeitado. Neste caso estaríamos dando um privilégio a um único aluno em detrimento dos outros.
Ressaltamos ainda que a participação efetiva e apoio na ação educativa da escola é fundamental para o desenvolvimento do educando, como também providências de natureza prática, tendo a compreensão de que em alguns casos o suporte de profissionais especializados se faz necessário. Neste caso, tais aspectos que são indispensáveis, foram ignorados por parte da família, pois a mesma não está efetiva na participação da ação educativa.
Não fomos em nenhum momento comunicados, nem na matrícula, nem posteriormente pela senhora Aline Felix Machado, que seu filho era diagnosticado como HIPERATIVO. Nenhuma documentação que prove tal afirmação nos foi entregue. Não há diagnóstico.
Não vamos expor aqui, sendo em um espaço público a real situação do aluno, sendo que a Senhora, mãe e responsável pelo menor está ciente dos fatos ocorridos no ambiente escolar, situações estas que estão registradas.
Registramos por fim, que as declarações da Senhora Aline não condizem com a verdade e a realidade dos fatos os quais são de seu conhecimento. A partir desse momento, com o objetivo de salvaguardar o aluno, não trataremos mais deste assunto publicamente, nos reservando tratá-lo mediante aos órgãos competentes.
Réplica do consumidor
26/07/2016 às 20:58
Boa noite,
Respondendo o colégio em questão:
1) No ato da matricula conversei com a Coordenadora Nayra, e ela sim foi informada de tudo que o Alyson passava. A minha pergunta é, porque aceitou o meu filho nessa escola?( lembrando que as informações foram ditas desde do inicio, quando eu conheci escola).
2) Nunca e jamais disse que achava certo as atitudes do meu filho, mas os históricos de ocorrências que a escola alega nem a secretaria da educação acha certo.
3) Em nenhum momento a escola me deu indicação de outra escola, apenas de um médico aonde o meu filho foi levado e orientado a passar em outro especialista. Que por sinal já está passando.
4) Ate o momento o meu filho NÃO tem escola para estudar.
Na minha visão simplesmente vocês da escola não quiseram me ajudar, e eu como mãe sempre eduquei o meu filho muito bem por sinal.
E sobre a surra quem disse isso na reunião na minha cara, foi a própria diretora Valeria. Jamais eu iria dizer mentiras conforme dito por vocês.
Agora apenas queria saber se vocês acham justo o meu filho ficar sem estudar, e porque tem um aluno que tem o mesmo comportamento que o meu filho esta ai e ele não.
Porque somos negros?
Aguardo respostas.
Consideração final do consumidor
18/05/2017 às 21:35
Um
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
1