Reclamação em réplica

Em réplica

Reclamar dessa empresa

São Paulo - SP

22/04/2014 às 20:47

ID: 8613351

Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa

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Minha filha é aluna do Colégio Paulo de Tarso, e na última 3ªf foi vítima de maus tratos, caracterizando violência física e psicológica pelas professoras Érica Cristina e Rousi Ribeiro, o caso já foi encaminhado para polícia, e área jurídica.

Venho através desta reclamação deixar o fato registrado, para que pais fiquem alertas em relação esta escola.

Quanto cliente da escola merecia o respeito de ao menos uma retratação, mas ninguém me procurou, ignorando o fato , mesmo após ter sido comunicado à diretoria.

Minha filha chegou em casa aos prantos, pois a professora Érica Cristina a puxou pelo braço para levá-la até a sala de aula ( a criança apresentava hematoma no lugar mencionado), chegando a sala, minha filha recusou-se a sentar na carteira , foi quando a Rousi Ribeiro a levou até o lugar puxando-a pelos cabelos e dizendo a seguinte frase: " Não tenho saco para birra de criança."

No mesmo dia minha filha sem querer derrubou o Yogurte de um colega no chão, e a professora a humilhou fazendo a limpar a sujeira.

Minha filha já vinha sendo vítima de bullying, e eu já havia notificado à direção da escola que se ela me chamasse era para me telefonarem, eles não fizeram àquilo que havia previamente sido combinado e ainda tomaram de medidas de violência contra uma menor, não medirei esforços para que se aplique a justiça nesse caso.

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Resposta da empresa

29/04/2014 às 14:45

O Colégio Paulo de Tarso vem impugnar a ocorrência descrita pela consumidora e nega com veemência ter ocorrido qualquer irregularidade com a aluna em questão. Em respeito ao corpo docente e discente, e em atendimento ao Estatuto da Criança e do Adolescente, não irá expor neste website dados pessoais nem irá citar nomes.



Em 27 anos de história com excelência na educação, a escola nunca sofreu qualquer reclamação dessa https://******* professores têm plena qualificação e são constantemente instruídos a atender as necessidades de nossos alunos com respeito e cortesia. Quaisquer situações de indisciplina são avaliadas nos limites do regimento escolar e as crianças são orientadas a manter o bom comportamento e a civilidade no trato com os colegas.



Ao contrário do que consta no registro da consumidora, a reclamação não foi ignorada pela escola, que apurou com isenção os fatos tão logo foi procurada e concluiu não ter havido qualquer tipo de excesso. A esse respeito ninguém puxou a aluna pelo braço e desconhece-se a origem do suposto ferimento – que pode ter surgido em variadas situações fora da escola e até no lar - pois todos os alunos e servidores ouvidos foram unânimes em declarar que não houve violência nem linguagem agressiva ou tampouco humilhação com a filha da consumidora.



Diante da diversidade de interesses das famílias e das pretensões de cada um na educação dos filhos, o Colégio entende que é um direito dos pais manifestarem insatisfação, e busca atender e solucionar com presteza as raras críticas em busca da excelência nos serviços e do melhor relacionamento entre escola e família. Contudo, ante o exagero na descrição dos fatos, que imputam ilegalidades jamais cometidas, a reclamação aqui registrada só revela questões pessoais que essa consumidora possa ter em face de alguns servidores, que em nada atingem ou prejudicam os demais pais e alunos.

Réplica do consumidor

30/04/2014 às 18:22

É óbvio que o Colégio não irá se retratar pelo ocorrido, deixei a minha filha sem nenhuma marca na escola e a retirei machucada, o caso foi encaminhado para a polícia e existem fotos , relatos ,testemunhas de que todas as informações são verídicas.
Não é a primeira vez que acontece algo semelhante, o Colégio Paulo de Tarso agiu de forma inadequada, e minha filha foi agredida fisicamente e verbalmente pelos "pseudo" educadores dessa instituição, como já disse estou falando embasada de provas.
É muito fácil escrever umas linhas fabricadas, e atribuir os machucados a " várias situações",eu quero provas, eu as tenho, e eles? O que eles tem? A palavra dos funcionários, santa ingenuidade que vão confessar o [Editado pelo Reclame Aqui] que praticaram contra a minha filha, para mim esse lugar não tem professores , tem [Editado pelo Reclame Aqui].
Por causa de situações como essa, vemos todos os dias praticarem atos de violência contra crianças e adolescentes, deixo essa reclamação como alerta para os pais, pois eles judiaram da minha filha e agora respondem com "palavrinhas bonitas" falar que em 27 anos nunca ocorreu nada, MENTIRA, encontrei outros casos semelhantes ao da minha filha.
As escolas precisam entender que quando deixamos um filho sobre a responsabilidade deles, os mesmos devem nos devolver a criança bem e feliz, não machucada , assustada e chorando como aconteceu com a minha filha.