Indignação e Alerta: Colégio Pensi (Vila da Penha) falha na segurança e omite importunação sexual contra aluna

Não resolvido
Rio de Janeiro - RJ
13/03/2026 às 13:26
ID: 243190461
Tirem seus filhos desse colegio o quanto antes!
"Venho registrar minha indignação e alerta contra o Colégio Pensi (Unidade Vila da Penha). Minha filha de 14 anos foi vítima de um [Editado pelo Reclame Aqui] de importunação sexual dentro das dependências da escola, sob a tutela da instituição. O que se seguiu, porém, foi uma omissão tão perturbadora que ultrapassa a gravidade do [Editado pelo Reclame Aqui] sofrido.
A escola [Editado pelo Reclame Aqui] para a família, alegando ter prestado apoio que nunca existiu. Foram horas de inércia até que as câmeras fossem verificadas, e a adolescente foi deixada sem amparo, vulnerável a agressões ou retaliações físicas dentro do pátio. A negligência na segurança e na preservação dos jovens foi tamanha que a situação poderia ter escalado para uma tragédia ainda maior.
O colégio age com má-fé: inventa histórias para tentar salvar uma reputação já em ruínas e manipula alunos contra alunos, ignorando o bem-estar psicológico dos adolescentes. Tentaram me coagir a assinar uma ata [Editado pelo Reclame Aqui] para se blindarem juridicamente, agindo como ditadores que empilham [Editado pelo Reclame Aqui] para encobrir a própria covardia.
A polícia, o Ministério Público, o Conselho Tutelar e a SEEDUC já foram acionados. Não se trata apenas de um erro de percurso, mas de uma empresa que se tornou um 'moedor de honra e respeito' dos seus alunos. Como pais cientes de nossos direitos, escalaremos todas as instâncias para que essa conduta mude. O Pensi Vila da Penha não é um ambiente seguro para nenhuma criança ou adolescente."
Compartilhe
Resposta da empresa
13/03/2026 às 18:46
O Pensi Colégio e Curso recebe com atenção o relato apresentado e reafirma seu compromisso intransigente com a segurança, a integridade e a proteção de todos os seus alunos.
Por envolver o interesse e a imagem de menores de idade, esta instituição esclarece que plataformas públicas de reclamação não constituem o meio adequado para a exposição de fatos desta natureza, sendo certo que a publicização de tais conteúdos pode comprometer a privacidade e o bem-estar dos envolvidos, em desacordo com as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Diante da gravidade das afirmações, cumpre detalhar os procedimentos adotados pela instituição desde a ciência do ocorrido. Pautando-se pela ética e pelo sigilo necessário, o colégio restringirá esta resposta aos protocolos escolares, abstendo-se de expor dados sensíveis neste canal.
Diferente do alegado, o acolhimento à estudante foi imediato e realizado por profissional especializada. No dia 11 de março, por volta das 11h, a psicóloga escolar acolheu a aluna e suas colegas, prestando o suporte emocional necessário e colhendo os relatos iniciais. Seguindo o fluxo institucional, a situação foi reportada à coordenação e à direção imediatamente após os atendimentos, iniciando-se prontamente o protocolo de investigação interna e a solicitação das imagens de segurança à empresa responsável.
É imperativo destacar que o acesso e a disponibilização de imagens de monitoramento em ambiente escolar envolvem dados de diversos menores de idade, exigindo cautela técnica e jurídica em conformidade com o ECA e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Por essa razão, a análise minuciosa de todos os ângulos do pátio foi realizada com o rigor necessário, o que impossibilita a entrega imediata de registros a terceiros sem a devida triagem e preservação da privacidade dos demais alunos.
Refutamos veementemente qualquer acusação de inércia ou má-fé. A transparência institucional foi assegurada por meio de atendimentos presenciais individualizados com ambas as famílias no dia 12 de março, ocasião em que as imagens foram apresentadas e os procedimentos, explicados. Informamos, ainda, que a escola agiu em estreita colaboração com as autoridades competentes, encaminhando as filmagens à polícia e comunicando o caso formalmente ao Conselho Tutelar, cumprindo seu dever legal.
Por fim, reiteramos que a instituição não compactua com qualquer forma de importunação ou desrespeito. Continuaremos colaborando plenamente com as investigações e promovendo um ambiente escolar saudável, pautado pelo zelo aos direitos fundamentais de nossos discentes e mantendo canais abertos adequado para o diálogo técnico e respeitoso.
Departamento Jurídico - Pensi Colégio e Curso
Réplica do consumidor
13/03/2026 às 20:57
É repugnante ver o colégio tentando se defender do indefensável. Minha filha, que além de vítima do agressor agora é ainda mais vítima da omissão de vocês, já relatou todos os fatos em depoimento à Polícia. Vocês afirmam algo sem ter provas ! Se as tem então apresentem as imagens na íntegra nos autos do processo quando chegar na esfera da Vara Cível e provem que uma menor aos 14 anos vítima de importunacao sexual e agora vítima de difamação do colegio está mentindo, como vocês covardemente insinuam.
Sabemos que essas imagens jamais aparecerão, pois elas mostram a realidade: ela foi atendida no corredor, foi negligenciada e deixada à própria sorte. Temos provas de cada falha. A pedido dos meus advogados, não perderei mais tempo "batendo boca" com uma instituição que joga em um nível tão baixo, como confirmado por centenas de relatos de outras famílias nas redes sociais e pela péssima reputação em todos os canais de reclamação.
Encerro aqui minha interação direta. Segue abaixo a resposta técnica de nossa assessoria jurídica:
Em resposta à manifestação do Departamento Jurídico do Pensi, cumpre pontuar que a tentativa de transvestir a inércia institucional em 'zelo pela privacidade' é uma manobra jurídica temerária e passível de punição por litigância de má-fé.
1. Da Primazia do [Editado pelo Reclame Aqui] de Omissão e Revitimização:
A narrativa apresentada por esta escola é uma afronta à realidade dos fatos. A omissão sistêmica deste colégio que permitiu a livre circulação do agressor enquanto a vítima permanecia desamparada é, para esta família, fato mais grave que o próprio ato infracional sofrido. Identificamos vícios claros de manobra para inverter a culpa e tornar a menor responsável pela própria tragédia que vivenciou, o que configura revitimização institucional, prática severamente punida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
2. Da Falha na Prestação do Serviço e Responsabilidade Objetiva:
Conforme o Art. 14 do Código de Defesa do Consumidor, o colégio responde objetivamente pelos danos causados em suas dependências. A alegação de 'triagem técnica' das imagens é uma confissão de culpa: o retardamento de mais de quatro horas na entrega de evidências de um [Editado pelo Reclame Aqui] contra a dignidade sexual constitui obstrução de justiça e violação direta do Dever de Vigilância.
3. Da Tentativa de [Editado pelo Reclame Aqui] Documental e Manipulação do Ambiente Escolar:
A tentativa de induzir este genitor a assinar uma ata simulada, cujos termos eram frontalmente dissonantes da verdade, já está sendo levada ao conhecimento das autoridades como indício de [Editado pelo Reclame Aqui] processual. É repugnante o relato de que a escola tem fomentado a segregação entre alunos, colocando-os uns contra os outros para tentar estancar uma hemorragia reputacional já consolidada por centenas de relatos públicos de conduta similar.
4. Do Exercício do Direito à Informação:
Não nos intimidaremos por citações genéricas ao ECA para justificar o silêncio. A família possui o direito inalienável de informar a sociedade e os órgãos de imprensa sobre a negligência administrativa deste estabelecimento, resguardando sempre a identidade dos menores, mas jamais poupando a irresponsabilidade dos diretores e gestores e o colégio.
5. Das Medidas de Conclusão:
Nossa assessoria jurídica já iniciou a escalada em todas as instâncias:
Esfera Criminal: Apuração de [Editado pelo Reclame Aqui] de omissão e prevaricação por parte dos funcionários.
Esfera Cível: Ação indenizatória com pedido de antecipação de tutela para custeio integral de transferência e danos psicológicos permanentes.
Esfera Administrativa: Pedido formal de cassação de licença pedagógica junto à SEEDUC por incapacidade de garantir a integridade moral dos discentes.
O Colégio Pensi escolheu o caminho do embate jurídico em detrimento do acolhimento humano. Agora, deverá arcar com o ônus de uma batalha que não se limitará aos muros da escola, mas que será pautada pela aplicação rigorosa da Lei e pela exposição da verdade perante o mercado educacional. Sua gestão, que trata traumas como passivos contábeis, chegou ao limite da impunidade."
Família da Vítima de omissao do colegio Pensi
(Representada por seu Conselho Jurídico)
Consideração final do consumidor
05/04/2026 às 22:54
Tirem seus filhos desse lugar, tratam seus filhos como números. Capazes de gerar traumas para toda a vida !
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
0