Coordenação pedagógica - nada funciona

Respondida
São Paulo - SP
14/08/2019 às 20:27
ID: 94239215
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesGostaria de através dos relatos abaixo expressar minha indignação com a coordenação do Colégio Poly Master e Escolinha Doce Poly. Tenho um filho (matriculado em *******) e um enteado (matriculado em *******) no colégio Poly Master e um filho (matriculado em *******) na Escolinha Doce Poly.
1.- O meu filho mais velho é um aluno novo, vindo de outra escola, de outra cidade, tendo ingressado no colégio Poly Master, pois meu enteado estuda na mesma escola desde *******. A escola em momento algum informou através da agenda ou contato telefônico que meu filho não apresentava dificuldades durante as provas mensais do primeiro bimestre, não tendo sequer enviado um recado ou informativo relativo ao desempenho dele, mesmo sabendo se tratar de um aluno novo na escola. Tal situação só tive ciência no dia da reunião de encerramento do primeiro bimestre, onde verifiquei que mais metade das notas estavam em vermelho. Na minha opinião poderia haver uma melhor comunicação dos professores/coordenação com os pais, possibilitando a tomada de providências antes do fechamento das notas que compõe o bimestre.
2.- Durante uma aula de ciências do 6o ano, meu filho ficou envergonhado por não ter feito as lições de casa e não quis apresenta-la à professora, a qual fez a seguinte afirmação "Você é um homem ou um rato". Entrei em contato com a coordenação para questionar o palavreado usado pela professora. A coordenadora alegou que não concordava com o palavreado utilizado pela professora e que era inadmissível aquele tipo de comportamento, tendo se comprometido em conversar a professora sobre o ocorrido. Para minha surpresa, a coordenadora ao invés de me chamar para uma conversa na escola, fez uma acareação entre a professora e o meu filho, uma criança. A professora de pronto desmentiu a alegação colocando a criança em situação de humilhação. Depois disso, não tive nenhum retorno sobre qualquer providência tomada pela coordenação.
3.- Durante uma aula de educação física, um garoto instigando meu filho a uma brincadeira de luta, acabou derrubado no chão da quadra. Com o intuito de se vingar, o garoto se aproveitou de uma distração para tirar as calças de meu filho que ficou apenas de cuecas perante aos amigos, situação que o deixou envergonhado. O professor prontamente encaminhou os dois para a coordenação para providências. Novamente a coordenação não tomou qualquer providência, nem sequer uma anotação na agenda dos alunos sobre o ocorrido. Para a coordenação tudo não passou de uma brincadeira, mas os colegas de classe viram o que ocorreu, situação que poderia ter sido averiguada através do sistema de câmeras da escola.
4.- Durante o intervalo de aula, meu filho apresentava aos colegas fotografias da parte que cabia a ele, referente a um trabalho que estava elaborando. Neste momento, um colega, com uma brincadeira inconsequente, trombou com meu filho derrubando o celular e quebrando a tela. Meu filho foi à coordenação reclamar sobre o ocorrido e o colega o acompanhou. A coordenadora disse aos mesmos que a escola não se responsabilizava por danos a celulares, tablets e computadores de alunos, pedindo a eles para falarem a verdade, pois ela poderia verificar no sistema de câmeras da escola. Entrei em contato com a coordenação onde fui orientada a entrar em contato diretamente com a mãe do colega do meu filho. A mãe do aluno disse que segundo afirmações de seu filho, o mesmo tropeçou e esbarrou sem querer em meu filho, por isso não arcaria com qualquer prejuízo, motivo pelo qual, entrei em contato com a escola para solicitar consulta às gravações das câmeras para saber o que realmente havia ocorrido. Entretanto, passei o dia inteiro tentando falar com a coordenação, deixei diversos recados, sem qualquer retorno.
Neste caso, a indignação não se refere ao celular quebrado, mas à indiferença da coordenação com os pais e, também às exigências da própria escola, conforme explico a seguir:
Para a apresentação do trabalho que acima relatei, onde eram apresentadas as fotos no celular, a professora de história exigiu que a apresentação fosse feita através de slides, contudo, a escola não permite que o aluno leve o arquivo em pen drive e EXIGE que o aluno leve um computador (notebook) para que seja feita a apresentação. Essa situação me causa uma imensa indignação, pois se a escola não se responsabiliza por celulares, tablets e computadores de aluno, como uma professora pode EXIGIR que o aluno leve o computador pessoal para a apresentação, lembre-se, estamos falando de uma criança de 11 anos. Entramos em contato com a coordenação para esclarecer tal situação e novamente não tivemos qualquer retorno. Meu filho levou o computador à escola para apresentação do trabalho por dois dias consecutivos, ontem e hoje, contudo, por falta de tempo e também por falta de organização da professora o trabalho não pode ser apresentado. Para assistir à aula de informática, que é realizada em outra sala, meu filho deixou o computador sob a sua mesa e saiu. Ao retornar, um colega estava com o computador dele segurando e balançando com uma das mãos ao ponto de derruba-lo, novamente com uma brincadeira inconsequente e, sem qualquer atitude do professor ou da coordenação. Volto a questionar, como pode a professora EXIGIR que o aluno leve o computador à escola e não se responsabilizar pela guarda ou danos que eventualmente venham ocorrer.
5.- Além de tudo isso, gostaria de fazer uma observação relativa à higiene e limpeza da escola, os banheiros encontram-se constantemente sujos, com tampas quebradas e sem qualquer monitoramento, onde as crianças maiores tem acesso livre aos sanitários destinados aos alunos de 6 a 7 anos.
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Resposta da empresa
22/08/2019 às 17:32
Devido à exposição de assuntos, vimos tentando conversar pessoalmente com a Consumidora até 21/8, e, em não tendo conseguido, e para que a verdade seja restabelecida, vimos publicar os esclarecimentos:
1- Resultados dos alunos oriundos do fechamento do 1. bimestre (notas, relatórios, reuniões internas sobre desempenhos) são, de fato, apresentados aos pais na reunião, pelos professores das onze disciplinas. Nem poderia ser diferente, pois o professor precisa de um tempo mínimo para conhecer o aluno ingressante. Importante informar que, além das dificuldades citadas pela Consumidora, professores lhe fizeram demais comunicados importantes na reunião, convocando-o para recuperações paralelas, o que não foi aceito pela Consumidora.
2- Frase da Professora de Ciências foi uma brincadeira, dentro de um contexto de encorajamento ao aluno, para que se descontraísse e se sentisse à vontade para participar. Com quase 40 anos de sério trabalho educacional, professores experientes e comprometidos, jamais objetivaríamos ofender um estudante. Também importante esclarecer que não houve qualquer acareação.
3 - Na aula de Educação Física, filho da Consumidora e colega brincavam, um puxando a calça do outro, sem contudo, que roupas de baixo aparecessem. Prof. pediu que fossem conversar com Coordenadora, não devido à qualquer agressão física, mas à brincadeira fora de hora, que os próprios alunos assumiram. Devido Coordenadora ter orientado alunos/resolvido questão, não havia necessidade de notificação à Consumidora.
4 - Nas normas escolares assinadas pela Consumidora, consta informação de que Colégio não se responsabiliza por objetos ou valores que alunos porventura tragam. Na imagem da câmera, vemos filho da Consumidora mostrando imagens de seu celular a dois colegas no recreio. Um dos colegas o abraça por trás, e, inadvertidamente, bate sua lancheira na mão deste, fazendo com que aparelho caia no chão. Ambos vão à Coordenação, momento em que filho da Consumidora informa que colega havia jogado seu celular no chão. Como este último, chorando, afirmava não tê-lo feito, Coordenadora disse que olharia nas câmeras. Neste instante, filho da Consumidora muda sua versão, assumindo que colega não tivera culpa. Todos esses fatos foram devidamente explicados à Consumidora por telefone, inclusive sua ciência às normas.
5 - Trabalho de História: professora escreveu na lousa seu email, para que alunos lhe enviassem seus trabalhos. Como alguns perguntaram se poderiam trazer no computador, respondeu que, quem tivesse e mãe autorizasse, poderia, jamais exigindo. Nada ocorreu com equipamento do aluno, que o levou embora normalmente naquele dia. Mesmo assim, Consumidora ligou na Secretaria perguntando se Colégio se responsabilizaria, na hipótese de algo ocorrer com seu laptop. Funcionária lhe informou que Coordenadora ligaria, contudo, não pôde fazê-lo devido ter passado a tarde em órgão governamental (chegado às 18h40/seu horário é 17h00), resolvendo demais assuntos de sua competência. Importante esclarecer que, muito embora reuniões individuais com pais sejam sempre agendadas, Consumidora normalmente entra nos momentos de buscar filho, sendo sempre atendida de imediato pela Coordenadora.
6 - Prédios: Subdividimos alunos por idades/séries em dois prédios, tendo, em cada andar de cada prédio, banheiros para adultos (homens e mulheres) e para alunos (meninos e meninas).
Prédio A - alunos de 1. ao 4. anos e prédio B alunos de 5 ao 9 anos. Quantidade/divisão de banheiros é a constante do projeto aprovado pela municipalidade/código de obras à época, que originou o Habite-se que possuímos. Limpezas diárias acontecem continuamente; azulejos e vidros às 4as. feiras pela diarista.
Estamos certos de termos prestado todos os esclarecimentos à Consumidora. Colégio Poly Master