Proprietário de escola ameaça ex-funcionária com Burnout e impede acesso às dependências

Não respondida
Fortaleza - CE
21/08/2026 às 03:46
ID: 257016851
Continuando com mais um capítulo da situação da minha filha; que já foi e ligou para todos os locais possíveis e nada do dinheiro cair em sua conta, todo dia o advogado diz: "deve ser hoje ou amanhã que vai entrar na conta"..só não sabemos que hoje ou amanhã é esse.
Hoje em um ato de desespero, porém orientada por um amigo da nossa pequena família e que é da Polícia Militar, ao relatar para ele o que estava acontecendo, pois minha filha foi proibida de entrar ou mesmo ir na recepção da escola para tentar falar com alguém que pelo menos a escute.
Nosso amigo orientou que tanto falasse com o advogado do caso, que cuida da parte da escola ou que ligasse e falasse com alguém da escola, de forma que o objetivo fosse somente resolver e encerrar a situação.
Liguei, primeiro uma moça do financeiro praticamente disse que não tinha ninguém trabalhando, pois quem eu perguntava ela dizia que "não está no momento ou " viajou" ; "já foi embora".
Enfim, é bem claro que essa escola não liga o mínimo para seus funcionários.
Mas, consegui falar com o Diretor que foi prestativo e escutou a nossa situação e informou que iria verificar com brevidade e retornaria em breve.
Por volta das 19h53 minha filha recebe uma ligação de um número desconhecido. Não era ninguém menos do que o dono do Colégio Provecto, que nunca sequer olhou pra minha filha, nunca nem respondeu um bom dia dela, muito menos quis saber quando ela apresentou os laudos.
Começou a falar (aos berros), que não queria ver a "cara" da minha filha e que ai de mim ou dela se ainda ligássemos para essa escola. Porque? Porque informei para o Diretor que: já que ela não pode ir na escola, pode ser que, com ela indo acompanhada pela Polícia, alguém a escutasse. O dono disse que não queria saber, ameaçou a minha filha e a mim, que informou que iria fazer um Boletim de Ocorrência para registrar não apenas o descontrole do dono de uma Instituição, como as ameaças e constrangimentos.
Segue abaixo o relato da minha filha. Já vi inúmeras reclamações que nunca foram respondidas. Certamente ele falou com as famílias da mesma forma que falou com minha filha.
"Na data de 20/08/2026, por volta das 19h53, recebi uma ligação em meu celular, realizada pelo , proprietário do Colégio Provecto, onde trabalhei por 5 meses e, nesse período, adquiri a Síndrome de Burnout, tendo apresentado à empresa dois laudos e sendo demitida como um nada.
O primeiro laudo determinava afastamento de 15 dias. No segundo, o psiquiatra declarou-me incapacitada para trabalhar por tempo indeterminado. A empresa prosseguiu com a demissão e colocou o advogado da escola para cuidar da situação.
Já fazem dois meses que não recebo nada, pois minhas verbas rescisórias foram depositadas judicialmente sem meu conhecimento.
Esclareço que, em nenhum momento minha rescisão foi tratada diretamente com o dono da escola, no processo que, atualmente, tramita na 14 Vara da Justiça do Trabalho.
Durante a ligação, desde o início da conversa, o proprietário apresentou um tom de voz ELEVADO e muito AGRESSIVO.
Na ligação, afirmou de forma enfática que eu não poderia entrar no colégio para resolver qualquer questão e proibiu que eu comparecesse ao local, inclusive nas proximidades da escola.
Segundo o mesmo, eu ou minha mãe também não deveria ligar para o colégio.
Essas determinações foram repetidas mais de uma vez durante a ligação.
Diante da maneira como fui abordada e do tom utilizado pelo mesmo, me senti CONSTRANGIDA, INTIMIDADA e EMOCIONALMENTE ABALADA (com o agravante de estar com Burnout), principalmente porque não compreendi o motivo de tamanha AGRESSIVIDADE.
Registro os fatos para fins de documentação e para que fique formalmente registrada a situação ocorrida, especialmente em razão da abordagem e das determinações feitas para que eu não comparecesse ao colégio nem entrasse em contato com a instituição, causando mais uma vez constrangimento e utilizando um tom ameaçador.
Declaro que estou relatando os fatos conforme me recordo da situação e que os detalhes acima correspondem ao ocorrido, segundo minha percepção e memória. No momento dessa bendita ligação minha mãe havia sido e eu estava sozinha com minha filha que ficou altamente nervosa"