Discriminação e ato de reprovação de aluno de inclusão !

Respondida
Rio de Janeiro - RJ
17/12/2024 às 10:33
ID: 204883713
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesMinha filha foi matriculada na instituição de ensino Saint jhon em *******, no primeiro ano do ensino médio. Quando a matriculamos, explicamos em reunião com o coordenador que ela tem o diagnóstico de TDAH e Transtorno de ansiedade, que estava em tratamento com psiquiatra infantil e sempre fez psicoterapia. No decorrer do ano em questão, enviamos os laudos, e sua psicóloga fez reunião com a coordenação da escola. Ela começou a realizar as provas somente em sala separada com tempo maior para as realizações das provas. Ocorre que, ao ser aprovada para o segundo ano do ensino médio, começou a sofrer tratamento diferenciado pelo professor de português, que segundo os próprios alunos ela e outros alunos da sala especial eram tratados com desprezo e deboches. Ao final do segundo ano, no ano de *******, um aluno tentou colarem uma das provas do referido professor, tal aluno que tbm tem diagnostico, e precisa de adaptações em suas avaliações. Com isso, este professor chegou a sala de aula muito autoritário, e proferiu fala com tom de ameaça para toda turma, que a prova seguinte, seria impossível, que os alunos se "ferrariam", além de colocar mensagens subliminar em rede social (story do Instagram) debochando de quem havia tirado nota abaixo da média, com um comentário: UMA HORA A CONTA CHEGA. Conforme sua ameaça, a grande maioria dos alunos obtiveram nota baixa, apenas uma aluna ficou acima da média nesta avaliação. Com isso, muitos alunos foram para a prova final, inclusive a minha filha, que já vinha sofrendo com o tratamento que recebia do tal professor. Após a prova final, a coordenação me chamou para uma conversa, dizendo que a minha filha havia sido reprovada, somente por não conseguir a nota necessária na disciplina de português, nas demais matérias ela havia sido aprovada. Desse modo, questionei a decisão do conselho de classe da Escola, senão foi levado em conta, o esforço da aluna e bom comportamento, sobretudo o diagnóstico, ora comprovado por seu médico e psicóloga. A resposta foi a pior possível, foi dito que, embora os outros professores tivessem ponderado todo esforço da aluna, quem decide, é o professor da referida disciplina, que este professor alegou que havia lacunas. Ressalto que este argumento, não procede, pois no ano anterior minha filha, não necessitou de prova final, tampouco de recuperação.
Tendo em vista o desempenho da aluna no ano anterior com outro professor de português, não tenho dúvida que algo esteve errado durante o ano de *******. Ressalto também, que após essa conversa, ficamos sabendo que todos os alunos, portadores de necessidades especiais, ou seja que realizavam provas em sala separada, curiosamente tinham sido reprovados da mesma forma, sem direito a recuperação. No entanto, outros alunos que também estavam precisando de pontos para não serem reprovados, com notas até mais baixas em outras disciplinas e, inclusive em português, foram beneficiados com pontuação igual ou maior que a minha filha precisava para não repetir de ano, e tiveram o direito de realizar a recuperação, ou até mesmo, passando direto. Dessa forma, fica claro que a atitude repugnante, do professor foi de discriminação, sendo apoiada e permitida pela direção e coordenação do Colégio Saint Jhon. Deixo aqui, minha total insatisfação e indignação para que as medidas devidas sejam tomadas!
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Resposta da empresa
14/03/2025 às 11:28
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