Falta de qualidade e da falta de preparo da coordenação do Fundamental 2

Reclamação em réplica

Em réplica

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Belo Horizonte - MG

28/09/2017 às 16:18

ID: 29191389

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Boa tarde, passando para que fique registrado um fato gravíssimo acontecido com meu filho nesta instituição, sendo que este foi o último, pois outros problemas graves acontecem com frequência, e nada é feito pela coordenação.
Pelo contrário, quando nós pais procuramos a escola para reclamar, somos muito mal assessorados pela coordenação, que nos passa a impressão que perdemos nosso tempo, pois não irão fazer nada.

Enfim, vamos ao motivo que me levou a fazer esta denúncia.

Tenho um filho de 12 anos, que até ontem estudava nesta instituição, cursando o 7º ano. No dia 20/09/******* foi proposto aos alunos que eles fizessem receitas que obrigatoriamente teriam "Jatobá" como ingrediante.
Seria feita uma votação para escolherem a melhor receita para ser apresentada em um trabalho da escola. Uma das receitas que os meninos comeram - um bolo de jatobá - causou uma reação alérgica em algumas crianças, sendo que houve até um caso mais grave de uma criança que precisou ser hospitalizada.
A gente entende, apesar de não concordar, que a Escola queria propor uma atividade diferente aos meninos. Mas deviam no mínimo um atendimento digno aos pais que entregaram seus filhos saudáveis na escola naquela manhã, e que foram buscar às pressas crianças com quadro de intoxicação alimentar.

Longe Disso. Nesta semana em questão, estavam sendo aplicadas provas de recuperação. As crianças que teriam a prova naquele dia à tarde tiveram a prova adiada para a terça feira seguinte. Mas no caso do meu filho, a prova dele estava marcada para sexta dia 22/09 às 14:00 hrs.
No dia do fatídico bolo de jatobá, recebi uma msg do meu filho pelo celular, me perguntando se ele tinha alergia a jatobá. Eu respondi que não sabia, porque ele nunca havia comido, pra falar a verdade nem eu nunca comi. Percebam que recebi o comunicado do meu filho passando mal, por ele mesmo, a escola nem se deu ao trabalho. Ele me disse que estava meio enjoado, com dor de cabeça e um pouco de falta de ar. Pedi ao meu sogro que o buscasse na Escola, e já fui ligando para a pediatra dele, a qual me deu todas as instruções do que fazer, peguei meu filho, e não tive nem um contato da Escola me explicando nada. No mesmo dia a noite, ele queixou dor no pescoço, conversei com a médica dele, porque eu suspeitava de cachumba. mas no dia seguinte a dor piorou, procurei novamente a médica dele, que me disse que não teria outro horário disponível para olhar meu filho, a não ser o horário de almoço dela, 12:40. Percebam que se passou 3 dias e nada da Escola me comunicar nada. Pelo contrário eu liguei para uma das coordenadoras do Fundamental 2, explicando a ela que o quadro do meu filho tinha evoluído e a médica dele achava por bem avaliá-lo, pois poderia ser um edema de glote, decorrente da intoxicação alimentar sofrida na escola. Então avisei a ela que meu filho teria que ir a uma consulta 12:40, e que certamente não chegaríamos a tempo as 14:00, mas que eu traria para escola, um atestado médico, justificando o atraso dele para fazer a prova, ela muito rudimente me falou que iria aceitar que ele chegasse com no máximo 20 minutos de atraso, ou seja até 14:20. E que eu deveria ter socorrido meu filho na quarta, e não na sexta, e que por se tratar de uma prova de recuperação, a Escola não tem obrigação de me repetir.
Que fique claro, tive todo esse transtorno devido a uma intoxicação alimentar, sofrida dentro da escola, a qual não me pediu nenhuma autorização para dar quaisquer tipo de alimentos ao meu filho, e que ainda meu filho seria prejudicado em ficar com zero em uma prova de recuperação, a qual não estavam me fazendo nenhum tipo de favor, pois a recuperação nesta escola é paga pelos pais.

No dia 22/09 cheguei na escola às 15:00 pois o consultório da pediatra fica na Av. Brasil, e ele passou por exames, onde constatou o edema de glote. Chegando fui atendida pela orientadora do Fundamental II, me informando que ela tinha ordens que meu filho só poderia atrasar 20 minutos, como não foi o caso ele não faria a prova e nem seria repetida outro dia.
Contestei mas foi em vão. Fui instruída pelas coordenadoras que ficasse a vontade para buscar meus direitos, mas que ela já adiantariam que nada resolveria, pois a norma da escola era esta: não se repete prova de recuperação dada na primeira e segunda etapa. Comecei então a juntar tudo que eu tinha de documentos, o boleto pago, o print da página da msg do meu filho, a foto do registro de saída mais cedo do meu filho, as receitas médicas, o atestado médico com o laudo do que meu filho teve, e comuniquei a coordenação que denunciaria a escola na Secretaria de Educação. Aí ela me sugeriu que aguardasse até segunda feira dia 25/09, que ela tentaria mais uma vez conversar com as outras coordenadoras e me daria uma resposta, mas que não garantiria nada. Segunda feira ela me ligou dizendo que infelizmente nada tinha sido resolvido, nem que sim, nem que não, nem quando me daria uma resposta. De imediato procurei uma outra instituição de ensino, onde fui muito bem recebida, contei todo meu caso, se solidarizaram comigo e com meu filho. Rle fez um teste de seleção, passou e hoje teve seu primeiro dia na escola nova. Graças a Deus.
Mas fui instruída por um advogado, a protocolar um ******* de aplicação da prova a meu filho, o que de pronto fiz, dando a mesma 48hrs para me responder, o que aconteceu em menos de 3 horas.
Pensei bastante e resolvi não denunciar na Secretaria de Educação, não para poupar a Escola, e sim me poupar e a meu filho, pois foram dias onde tomei até calmante para conseguir seguir em frente e apoiar meu filho.
A situação é tão absurda que chega a ser surreal, a Escola oferece um alimento que causou intoxicação em vários alunos, nem sequer comunicam o fato aos pais, corri atrás sozinha sem apoio nenhum deles, e eles ainda vem dificultar as coisas ao extremo. Isso não podia passar de liso de tudo.

Todo brasileiro deve saber seus direitos e brigar por eles. De tanto deixar pra lá, que se acham acima do bem e do mal, acima dos direitos dos outros. Em resumo, eles me criaram dois problemas graves: a intoxicação do meu filho, e ainda queriam o prejuízo da nota dele, porque pela coordenadora, eu deveria cancelar a consulta, porque a prova ele não poderia perder.
Uma escola católica, que prega o acolhimento, o qual só existe se vc não precisar da mesma para nada, porque se precisar, é só pedrada.

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Resposta da empresa

03/10/2017 às 16:54

O Colégio Santa Marcelina atua no processo formativo de crianças, adolescentes e jovens há ******* anos no Brasil e 65 em Belo Horizonte.
Acreditamos que esses 5 anos em que a senhora optou por esta instituição como parceira na educação de seu filho, confirmam nosso compromisso e seriedade no cumprimento da nossa missão educativa.
Seria muito confortável dizermos sim a todas as solicitações e demandas individuais apresentadas pelas famílias que atendemos. Entretanto, para educar efetivamente é necessário esforço, dedicação, coerência, determinação e definir os limites para os atores que fazem parte do processo educativo. Como mãe, a senhora certamente já viveu muitas situações em que o “não” causou desconforto, talvez até desentendimentos, mas a clareza dos seus objetivos como responsável pelo desenvolvimento de seu filho certamente a mantiveram firme e consciente de sua decisão.

Lamentamos pela sua insatisfação e, nesse momento, cabe-nos respeitar a sua decisão acerca da transferência do seu filho e desejar-lhes sucesso na sua missão como mãe.
Atenciosamente,
Direção

Réplica do consumidor

03/10/2017 às 17:50

Do meu sucesso como mãe, não tenho dúvida. Mas acho que não entenderam a gravidade do problema que me causaram. Um intoxicação alimentar causada aí dentro, e me fizeram a gentileza de negar aplicar a prova que era direito dele, e que perdeu a mesma, por passar mal em decorrência da falta de responsabiliade de vcs. Vcs poderiam ter resolvido isso muito mais rápido, já que foram vcs mesmo que causaram o problema. Mas enfim, acabou graças a Deus. Triste é que não aprenderam nada com isso. Continuam os donos da verdade. Lamentável.