Estou sendo cobrado indevidamente

Em réplica
São Paulo - SP
19/09/2017 às 12:30
ID: 28952310
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesEu tempo minha filha e para seu sustento pago todos os meses por volta de ******* dólares por mês de pensão alimentícia - não por qual motivo estou sendo processado por falta de pagamento do Colégio de minha filha, ao tomar pé do processo que tramita na 9o Vara Cível do Foro da Capital de São Paulo, pude notar que existe um contrato de prestação de serviços escolares para minha filha - mas o contrato figura o meu nome como contratante do serviço SEM QUE SOUBESSE E SEM MINHA ANUÊNCIA - datado de 11 de outubro de ******* - sendo certo que tal contrato NÃO FOI FIRMADO POR MIM E NEM TÃO POUCO A ASSINATURA QUE CONSTA NO CONTRATO NÃO É AINHA. Mas pelo que percebi a assinatura que consta no contrato é da genitora de minha filha - QUEM FIRMOU O CONTRATO FOI A MÃE DE MINHA FILHA, ou seja estou sendo processado injustamente pelo COLÉGIO SÃO LUÍS DE SÃO PAULO.
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Resposta da empresa
21/09/2017 às 15:06
Tentamos entrar em contato, sem sucesso. Por favor, tratar com a Tesouraria do CSL, através do telefone **************.
Réplica do consumidor
22/09/2017 às 00:04
A resposta não veio escrita - enviar telefone não significa e nem quer dizer respondido - deveria ter vindo explicado os motivos da utilização do documento falso para me importunar e usar a justiça para me constranger.
Réplica do consumidor
07/10/2017 às 02:10
Entrei em contato com a empresa como foi recomendado, e lá fui atendido por uma funcionária que me orientou a procurar o advogado da empresa, eu respondi que não fiz nada errado e que eles sim, da tesouraria foi quem erraram, e eles é quem deveriam falar com o causídico e corrigirem o erro. Neste momento solicitei falar com o responsável pela tesouraria, no que fui atendido por um senhor, que falou comigo com ar de ironia, querendo dizer, “mesmo que eu tenha feito uso indevido do seu nome, e mesmo que tenha usado documento materialmente falso para expor seu nome na justiça com um processo indevido, a dívida existe e foi sua filha quem estudou aqui” percebendo isso, esclareci que minhas obrigações como pai foram devidamente pagas e que foram suficientes para honrar as despesas com os estudos da minha filha, mas foram recursos desviados, não obstante, tal informação quanto às minhas responsabilidades paternas não são objetos a serem tratados nesta mesa. Solicitei ao responsável irônico que pegasse o contrato e levasse ao Cartório Milani na Lapa de Baixo em São Paulo e lá reconhecesse a firma oposta no contrato em nome da genitora da minha filha, senhora Regiane Martinelli, pois pelo que percebi, foi está pessoa quem opôs a assinatura no contrato. Mas veja leitor atento, que este contrato foi firmado na tesouraria do Colégio São Luiz, perante o representante da tesouraria e duas testemunhas. E eu não estava lá no momento, ou seja, o documento falso em meu nome foi produzido dentro do colégio e com o aval do responsável pela tesouraria. Verificando o documento falso notei que o nome do tesoureiro não aparece e as testemunhas foram mal identificadas, ou seja não constam seus nomes ou suas identificações, o único identificado no documento falso,
foi eu, signatário, que nunca estive lá e que nunca firmei o contrato. Depois de falar tudo o que escrevo ao responsável pela tesouraria do Colégio São Luiz, Colégio que continuo respeitando como instituição católica, e que acredito, que como eu fora vítima de [Editado pelo Reclame Aqui] gestão, este responsável pela tesouraria persistiu na gestão [Editado pelo Reclame Aqui] e voltou a infringir a lei e minha saúde e mandou que eu entrasse em contato com o causídico que foi enganado pela má gestão e resolvesse o problema, me fornecendo o nome e o telefone.
Educadamente como faço sempre fácil e de costume, orientei que ele mesmo falasse com o advogado responsável pela ação [Editado pelo Reclame Aqui], que moveu a máquina jurídica do estado de São Paulo,
e ele corrigisse o erro e retirasse o processo, e permitisse ao Magistrado tempo e inteligência para julgar ações verdadeiras, também com a mesma educação que lido fácil e de costume, orientei o tesoureiro irônico que quando arrumar outro trabalho, que ao firmar contrato que o faça na presença de todos os firmadores e que estes apresentem documentos e que sejam identificamos antes do firmamento, e que caso não haja assim, que tenha a dignidade de restaurar a dignidade daqueles que seus atos indignos tenha os tornados indignos.