Assédio Moral (bullying)

Não resolvido
São Paulo - SP
27/09/2019 às 03:14
ID: 95556991
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesA três anos passados, matriculamos nossa criança nessa instituição, no quarto ano, do ensino fundamental. Desde o início, percebemos notas muito baixas, e um baixo rendimento de aprendizagem da criança; quando questionamos a escola, a coordenadora pedagógica incitou os pais à procurarem um profissional psicopedagoga, dizendo que a criança teria déficit de atenção, assim foi feito; após alguns meses, volta o resultado do profissional, dizendo que a criança não tem TDAH, levamos então, ao conhecimento da escola, uma vez que o rendimento escolar da criança se mantinha baixo, diferentemente da escola de onde havia sido transferida.
A escola em questão, pede então que reforços deveria ser procurado, assim foi feito, e durante mais um ano, a instituição que aplica os reforços escolares, emite boletins, que a criança apresenta alta desenvoltura e excelente rendimento, levamos também ao conhecimento da escola, de um ano pra cá, as notas da criança se mantiveram caindo (cada vez mais baixas) e todas as vezes que estivemos questionando a escola, as diretoras relatavam que a criança não tirava dúvidas em sala de aula, e conversava muito, foi então, feito alguns acompanhamentos pelos pais, com as câmeras de monitoramento, da própria escola, e com aplicativo espião através do celular, momento esse, onde foi descoberto que a criança, sofria assédio moral (bullying) partindo por um grupo de outras crianças, quando apresentado todas as provas para a escola, a mesma simplesmente se isentou de responsabilidade, alegando que as provas apresentadas, foram retiradas de grupos de WhatsApp criados pelos alunos daquela série escolar, e que a escola não teria responsabilidade por tais grupos. Ora, se para ser criado tais grupos, as crianças usam o ensejo de extensão de sala de aula, para conclusão de trabalhos, imposição de seus professores, para composição de nota; quem tem a responsabilidade de acompanhamento de atividades dos menores, através de meios sociais digitais, são seus pais, e quando identificado qualquer irregularidade os mesmos devem apresentar ao órgão competente, no caso, a escola, para que soluções imediatas, juntamente com os responsáveis pelas crianças, sejam adotadas.
Como pode, em uma situação gravíssima dessa, a escola se isentar?
E pior, chamar as crianças envolvidas para contar à elas, que provas foram apresentadas na escola sobre o ocorrido, e se negarem a chamar os pais para uma reunião, com a alegação de que os pais não tem tempo, porque trabalham.
Nos encontramos diante de um caso de policia, gravíssimo, onde essa escola tenta diminuir a gravidade dos fatos.
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Resposta da empresa
27/09/2019 às 09:53
Sra Erika Provenzano , recebemos a sua reclamação assim como as demais que já haviam sido protocoladas no Colégio e Conselho Tutelar .
Vimos por meio desse , trazer as respostas para as dúvidas e queixas dos Srs Pais , da ex aluna do 6 Ano A .
1-Há 3 anos , a aluna estudava em um Colégio que tinha como método o construtivismo , quando os pais da aluna resolveram conhecer o Colégio Sigmund Freud e nos trouxeram a reclamação de que a menor estava com um déficit de aprendizagem e conhecimento da grade curricular escolar . Os pais da aluna conversaram com a Sra Tatiana R.de Oliveira , coordenadora do Ensino Fundamental até 5 Anos . Nessa reunião foi apresentada o método do Colégio , o qual inclui um plantão de dúvidas gratuito para qualquer aluno que queira ter um bom desempenho .
2-A Família alega que a Coordenadora Tatiana pediu para que trouxessem a menor ao Colégio com data e hora marcada para avaliação , com testes escritos simples estranhamente desconhecemos essa avaliação , pois o Colégio não costuma fazer testes em criança alguma que venham de outros estabelecimentos , por julgar que seria inadequado pois trabalhamos de forma diferente de outros Colégios e o nosso conteúdo não seria ajustável para outros estabelecimentos .
3-Os pais da aluna identificaram o Colégio Sigmund Freud , como sendo o que tinham em mente para a menor e fizeram a matrícula .Nesse período , a aluna se encontrava no 4 Ano do Ensino Fundamental I . No decorrer do primeiro bimestre já foi detectado pela professora que trabalhava com a sala que a menor não se encontrava de acordo com o nível dos outros alunos do 4 ano e antes que sua deficiência aumentasse , chamamos os Srs Pais e os instruímos a ajudar a aluna em suas tarefas .Segundo a mãe , a aluna chegava sempre com muitas dúvidas . Foi então sugerido aos Srs Pais que procurassem um psicopedagogo , para uma avaliação . Cumprindo sim dessa forma a deliberação CEE n *******/************** Título III Art 16 , Art 17 - Inciso a e b .
4-Para que o Colégio e professores subside decisões sobre a utilização de estratégias e abordagens de acordo com a necessidade do aluno e crie condições de intervir de modo imediato,precisamos de um diagnótico (Laudo ) e a certeza de que o aluno com o rendimento menor seja atendido satisfatoriamente .
5- Os Srs Pais levaram a aluna a uma sede da UBS , onde foi pedido ao Colégio um Relatório Individual da aluna, que foi enviado prontamente e nos trouxe como retorno uma declaração de atendimento por uma Psicóloga , que comprova justamente o que o Colégio dectou na aluna , ou seja ela que teve grande atraso de aprendizado na escola em que estudou anteriormente. Sendo assim , é comum e compreensivo que o acompanhamento do ensino atual tenha maiores dificuldades , a partir de um conhecimento não adquirido anteriormente . A aluna precisaria de atendimento em várias sessões para que chegassem a um diagnóstico , o que foi impossível já que os Pais da aluna a levaram poucas vezes para o atendimento . A UBS também declara não possuir os testes psicológicos sugeridos pelo Colégio
6-Os Pais da aluna a colocaram no curso do Kumon , e disseram que lá a menor se sai super bem e não teve problemas em fazer as tarefas , e no Colégio ela não produziu o suficiente e foi para casa com muitas dúvidas , e faz as tarefas na presença dos Pais que identificam o tempo todo uma grande dificuldade . O Colégio ressaltou que deve haver algo errado ou simplesmente oculto ao nosso saber , como pode a aluna fazer toda a sua tarefa na presença dos Pais e trazer suas tarefas incompletas e erradas , e o trabalho de Desenho geométrico que foi pedido vir feito a mão , sem uso de régua , compasso , etc.... quando a Professora enviou a ocorrência dizendo que a aluna não havia feito tarefa ( pois não o fez , já que estava a mão e incompleto ) . Os Pais não aceitaram culpando sempre o Professor e a Escola
7-Na última reunião os Pais pediram uma conversa particular com o Professor de Geografia (onde a aluna está com notas bem abaixo da média ) , coordenação e Direção . A Direção prontamente atendeu , pois o objetivo era sanar algumas dúvidas dos Pais , que a todo momento liga questionando a secretaria ( que por sinal , não consegue responder , foge da alçada ) . Ficou acordado nessa conversa a pedido dos Srs Pais , que se fechasse o cerco em torno da aluna , que fosse enviado ocorrência para todo tipo de atitude , pois os pais queriam saber de tudo , foi mencionado para os Pais que talvez a aluna não gostasse da situação e passasse a reclamar . Eles disseram que que a criança não tem querer e está no Colégio para aprender , e que eles exigem muito da aluna, pois querem que sua filha seja a melhor .
8- A diretora do Colégio avisou aos Srs Pais , que talvez eles não fossem gostar de ficar recebendo a todo momento reclamação e ocorrências . Como já era de se esperar , a família não aguentou , e surge então a reclamação que foi ameaça primeiramente para a coordenadora do fundamental II , que se diz inconformada com a forma que a mãe cobra determinadas situações e dizia a todo momento que iria processar o Colégio .
9- A ficha da deliberação enviada para o Colégio pela Regional Norte , que é padrão foi questionada pela mãe , que não aceita o X e diz que essas fichas deveriam ser individualizadas e por matéria , pois quer saber quem é o professor ( não sabe quem são os professores e nem os nomes dos mesmos e quais disciplina atendem ) que assinalou o X e qual disciplina ele ministra .A mãe que diz também ser professora acha que essa ficha de avaliação da Regional deve ser individualizada para cada aluno e cada disciplina . ( quando na verdade é padrão da Regional de Ensino ) .
10-No início do ano letivo é feito uma avaliação diagnóstica( conhecimento geral da disciplina ) para saber o nível que se encontra a sala e dar um respaldo aos Srs professores , para saber o que terá de ser revisto . Nessa avaliação a aluna foi extremamente mal em todas as disciplinas , sem exceção . Os pais da aluna se apegaram em uma prova do professor de Geografia , onde o mesmo colocou uma pergunta sobre a rosa dos ventos , que não seria apropriado para a série em que a aluna se encontra , ignorando se tratar de uma prova genérica de conhecimento geral .
11-A mãe da aluna questiona ainda o ciclo de palestras que o Colégio oferece aos alunos na semana cultural , dizendo que é um prejuízo ao conteúdo das disciplinas que a aluna perde em participar dessas palestras . E pergunta sobre a reposição dessas aulas que foram usadas para as palestras . Esquecendo-se que essas palestras são fruto do Projeto do Colégio e parte integrante das disciplinas , portanto sem prejuízo ao conteúdo e carga horária total .
12-Outra situação que os Pais colocaram é que pediram para o Colégio que não seja permitido empresas fazendo propagandas , oferecendo brindes , etc.... com troca de coleta de dados dos alunos etc...... O Colégio não tem conhecimento de tal fato , mas a princípio o Colégio tem como regra não permitir a entrada de nenhuma empresa nas salas de aula . Esse ano aconteceu um fato inédito , pois tivemos uma visita de uma empresa que distribuiu panfletos de propaganda na porta do Colégio como no intervalo de lanche , e alguns alunos acabaram por se entreterem com os panfletistas e preencheram um cadastro , que depois de algumas semanas chegou em nossos ouvidos que os mesmos estavam ligando para a casa dos alunos que haviam preenchido o cadastro e oferecendo cursos os quais teriam um valor promocional . Isso porém aconteceu com 3 alunos , incluindo a aluna em questão .( Que talvez tenha preenchido tal cadastro ) .
13-O Colégio tem um grande prazer em fazer eventos onde ensaiamos os alunos para se apresentarem com danças , cantos , musicais , teatros , festival de literatura , festival de inglês , audição de música e de violão , etc .... tudo para que nossos alunos se tornem desinibidos e desenvolvam a oratória . Porém nada é obrigatório , e não existe nenhuma forma de punição para os alunos que não participam . Os eventos são fora do horário de aula .No caso da aluna , os Pais não a deixam participar de nada que o Colégio propõe nesse quesito, achando que é desperdício de tempo , e que são os pais quem decidem sobre o que fazer nos períodos com a menor , incluindo o lazer e as atividades essenciais para a criança fazer ,em tempo livre , tendo em vista que a aluna tem péssimas notas nas disciplinas matemática , geografia ,ciências , desenho geométrico e técnicas de redação , e os finais de semana são distribuídos também para o estudo e fixação de todo o conteúdo . O Colégio declara que desconhece eventos em finais de semana . Com exceção da Festa Junina os demais eventos são durante a semana após término das aulas , no período noturno . E deixa claro que NÃO É OBRIGATÓRIO a participação .
14-Os pais da aluna dizem a todo momento que a aluna sofre punições : por não participar de eventos / por fazer tarefa errada e incompletas etc , que alguns alunos são agraciados por professores com assistência , mas que ela não é um dessas crianças que vem sendo contemplada . Seria pertinente se os Pais nos trouxessem e comprovassem uma só punição que sua filha tenha sofrido nesse tempo em que se encontrava no Colégio , por qualquer que seja o professor .
15-As inúmeras ocorrências que a aluna fala demais nas aulas , os pais acham que se a aluna fala demais é porque tem com quem falar ! Querem solução para que a aluna não converse , pedem providências urgentes , para evitar essa conversa desnecessária . O que fazer ??? São crianças de 6 anos em início de ano .A aluna sentava-se na primeira carteira .
16-O Colégio possui câmeras em todas as salas de aula , segundo os pais são precárias e sem áudio e com prejuízo nas imagens , mas que permite que os pais gravem seus filhos ( se assim quiserem ) , e que eles tem notado que as crianças são agitadas e que deduziram pelas imagens assistidas não ser uma classe onde o silêncio prevalece . Isso em uma sala de 6 ano!
17-Os pais da aluna ainda questionam sobre os impressos da avaliação periódica que é um modelo padrão , que avalia vários itens sobre a aluna , diz ser impressos confusos e com cabeçalhos desatualizados ( Essas são as fichas que a Regional envia para serem usadas como avaliação periódica - não houve nenhuma modificação está como o Supervisor Professor do Colégio nos enviou ) .
18-A aluna até o ano passado no 5 ano tinha contato somente com uma professora de conteúdo geral - uma professora de inglês uma de Espanhol e uma de Educação Física . O que é diferente dos professores de 6 ano , pois uma só professora para conteúdo geral acaba por conhecer muito bem a aluna ajudando-a praticamente em tudo . Já no 6ano , são vários professores e cada um exige de uma certa forma e cobra de seu jeito , o que se torna muito mais difícil para uma aluna que já tem uma grande defasagem e dificuldade de conteúdo , e ainda é bastante imatura . A aluna , nas aulas , brinca com boneca , com massinha e com Slime https://******* traz escondido na sua mochila , faz desenhos nos cadernos ao invés de prestar atenção e tirar suas dúvidas da disciplina .Os pais da aluna acham que o Colégio deve tomar providência ! É chamado a atenção da aluna , é enviado a ocorrência para que os pais tomem conhecimento , porém a imaturidade da aluna não permite que ela entenda a gravidade da situação e nos pede pelo amor de Deus com os olhos arregalados e imersos em lágrimas para não comunicar seus pais . Infelizmente não podemos fazer muito mais do que já fazemos .
19- Os pais da aluna declaram que existe um aplicativo , que entrou para facilitar a comunicação entre pais e escola e que vem criando discórdia pelas ocorrências que recebem em tempo real. Em um dia , a aluna tinha de 5 a 6 aulas e acabava recebendo em média , 3 a 4 ocorrências , o que torna o aplicativo uma grande discórdia para a família da aluna . Porém os pais esquecem de relacionar o que esse aplicativo além das ocorrências traz de útil para o acompanhamento de sua filha no Colégio : Tarefas / boletim / agenda / grade curricular / planejamento /financeiro , enfim todos os dados da aluna . Incluindo também o diário de classe de cada professor , para facilitar até mesmo quando o aluno não fez o conteúdo de sala de aula .
20-Diz ainda que os Pais aceitaram pagar valores altíssimos de mensalidade !
O Colégio Freud cobra por seus serviços é uma escola particular .
Nossos alunos tem sim uma educação de qualidade .
O Freud é excelência em ensino na Zona Norte .
21-Pela grande experiência que adquirimos nesses 37 anos de educação , só encontra problemas e colocam problemas em nosso ensino 3 tipos de famílias
1-Os que não conseguem acompanhar nossa qualidade de ensino
2-Os que são retidos
3-Os que não podem pagar
Para o Colégio Sigmund Freud fica claro que a Equipe não conseguia ser satisfatória para o objetivo da família e só temos a lamentar . A decisão cabe aos Pais da aluna , mas ainda achamos que a aluna precisa de atendimento psicopedagógico para que haja uma avaliação e crescimento adequado em sua educação .
Declaro ainda , que tenho guardado no arquivo da aluna as reclamações e queixas da família , que cada vez que vinha ao Colégio protocolava e ameaçava dizendo processar o Colégio e ir na Regional de Ensino responsável pelo Colégio , ou ainda no Conselho tutelar , etc.....
A devolutiva do Colégio às reclamações sempre estiveram prontas esperando pelas ameaças da família , que no dia 05 de setembro nos trouxeram uma carta com o pedido de transferência da aluna .
A mãe da aluna , a Sra Erika que diz ser candidata a Presidente do Conselho tutela do São Paulo , se diz inconformada com o comportamento e vocabulário dos amigos da filha no Whatsapp e queria que o Colégio marcasse uma reunião com os Pais de alguns alunos da classe da aluna . Como a Direção do Colégio negou dizendo que os Pais não viriam a uma reunião marcada para tratar de assuntos de Whatsapp , ela disse então que iria ao Conselho Tutelar para que esses Pais recebessem uma convocação ...... e sempre em voz alta e ameaçadora .
A família da aluna que diz sempre que eles eram os Pais e que decidiam sobre o presente e futuro da aluna , esqueceu que no Colégio existe uma hierarquia e quem decide é a Direção .
Enfim , como previsto a aluna foi transferida e hoje estuda na Escola Estadual Júlio Pestana .
O Colégio Sigmund Freud se coloca a disposição .
Att ,
A Direção
Réplica do consumidor
30/09/2019 às 20:04
1- Nessa data mencionada na resposta dessa escola, os pais da criança, visitaram vários escolas, e a empresa em questão garantiu que conseguiria rebuscar o conteúdo que ficará ausente pelo método construtivista, adotado pela escola anterior, como já mencionado pelos pais.
2- Estranho é a escola dizer que desconhece ações que foram efetivas para o ingresso da criança na escola; em momento algum foi mencionado pelos pais, que o conteúdo dessa escola seria ajustável para outros estabelecimentos, existe aí uma deficiência na interpretação por parte da empresa em questão, o que foi afirmado pelos pais, é que essa escola garantiu que conseguiria passar o conteúdo ainda não aprendido, fazendo com que a criança acompanhasse o ano escolar com excelência e sem prejuízos curriculares.
3- Foram os pais que identificaram uma grade curricular deficiente pelo método construtivista, da escola anterior, e por esse motivo procuram outras escolas, quando chegaram até a presente prestadora, e relataram que estavam em busca de uma instituição comprometida e capaz de resgatar o prejuízo curricular de sua criança; e não o que tinham em mente, termo usado na resposta, insinuando que os pais não tem discernimento nas ações. Essa instituição ainda afirma que os pais foram chamados e instruídos a ajudar a aluna com suas tarefas, como se eles não o fizessem, sendo que a identificação da falta de fixação das matérias, foi identificada pelos pais, são eles quem procuram a escola o tempo todo, pois ajudam sua criança no resgate da deficiência curricular. Sobre o CEE n.*******/************** título III artigo 16,17 inciso a) e b), citado, que atrela ao pedido de uma psicopedagoga por parte dessa prestadora, pedimos que faça a leitura novamente, pois o referido trata de avaliação escolar.
4- Se a escola e professores da mesma, precisam de laudos para diagnosticar rendimento menor, para só então prestar atendimento satisfatório, por que não providenciaram? Onde está, ao menos um documento de solicitação?
5- Como sempre, os pais presentes e atentos, como bem afirmam, a prestadora, nesse item, o documento de retorno psicólogo da UBS, entregue na escola, é diferente do que afirma essa prestadora de serviço, a psicóloga explana que se a escola afirma que existe atraso no conteúdo curricular da criança, que compreensível seria, ainda maior dificuldade na continuidade de aprendizado de algum conteúdo desconhecido, sendo assim, a escola responsável em aplicar com paciência e dedicação, primeiramente todo conteúdo curricular desconhecido (não ensinado) para somente então dar continuidade em algo, que aliás foi a garantia que essa prestadora de serviço educacional deu, na admissão da criança. A pedido dos pais, a psicóloga faz um relatório logo nas primeiras semanas, para que seja levado na escola, pois a coordenadora cobra o documento, insistentemente; a psicóloga ainda afirma que se é a escola que está querendo testes psicológicos específicos, é a mesma quem deveria providenciar, ou no mínimo, fazer tal solicitação por escrito, pois na UBS não são executados, e para encaminhamento, deveria haver documento de solicitação pelo profissional.
6- Conforme avaliações em cursos de reforços, a criança tem documentado, seu ótimo desempenho, a dificuldade acontece dentro da sala de aula, inclusive o próprio professor de reforço de matemática que existe na prestadora de serviço, faz o mesmo relato. Óbvio que tem algo de errado, e nesse momento não é mais desconhecido, como afirma, todos sabemos que a criança sofria bullying, temos 32 páginas de documentos dos assédios ocorridos, em sala de aula, e através de aplicativos. Sobre as tarefas incompletas como bem afirmam, se dava por não haver tempo hábil para a cópia das mesmas em sala, pois, outras crianças passavam e chutava mochila, outras pegavam o material, e as conversas relatadas insistentemente pelos professores, é da criança virando o tempo todo, e se defendendo dos xingamentos, mas o professores nunca souberam dizer o que tanto a criança conversava; sobre tarefas erradas, os pais sempre acompanharam a execução, sobre como resolver as tarefas, muitas vezes fugiam do conhecimento dos pais, e a fixação do conteúdo aplicado em sala deveria ser de responsabilidade do professor, uma vez que a própria instituição identificou a dificuldade; o trabalho de desenho geométrico citado por essa instituição, falta com a verdade quando afirma que os pais não aceitaram, a bem da verdade, os pais afirmam que não sabem quando é para ser feito o uso da régua e de compasso, pois esse conhecimento foge do nosso conhecimento; e os pais afirmam ainda, que a correção feita pela pela professora da matéria, deve se dar de forma gentil e educada, e não com rispidez e de forma truculenta, como relata a criança de 11 anos.
7- A conversa com o professor de de geografia foi solicitada, após a entrega de uma folha de atividades onde constava a rosa dos ventos, onde a criança teve que colocar os pontos cardeais, que também foi feito de forma toda errada, e quando a criança foi questionada pelos pais o por que da atividade toda errada, a criança relatou, que nunca havia visto, aquela lição antes, que a atividade foi entregue após breve fala do professor, em sala de aula.
Então na conversa solicitada pelos pais, o mesmo relatou que a rosa dos ventos, já teria sido aplicado, em série anterior, e que não poderia ficar voltando matéria do ano anterior, e que se a criança não tinha conhecimento, do conteúdo, os pais deveriam ir reclamar, com o professor do ano passado, e o professor foi adiante, disse que naquele momento trataria de filosofia da geografia, atente-se com alunos de sexto ano; evidente se fez nesse momento, que não só a escola prestadora de serviços, não cumprirá o firmado, na admissão da criança, como a mesma, vem criando novas deficiências curriculares, nessa criança.
8- E quando a diretora da escola afirmou que fecharia o cerco e os pais concordaram, e acreditaram que ação seria feita com comprometimento e seriedade, só que não foi o que aconteceu, os pais agora, recebiam ocorrências da criança, até quando a mesma não estava na escola, e como aguentar essa falta de comprometimento, e ações desorientada, por parte dessa prestadora?
9- A mãe não se diz ser, a mãe é, uma Professora de Educação Física, conceituada, sendo número UM de especialista, reconhecida pelo Conselho de Classe da Profissão; e sobre a ficha de avaliação individualizadas do aluno, nem o supervisor de ensino conseguiu entender, e esclareceu ainda, que o padrão citado, se faz pelas informações nela contida, ficando a cargo de cada instituição de ensino, a clareza e atualização das mesmas. A coordenadora do fundamental II, que se diz inconformada com a forma que a mãe cobra determinadas situações, é a mesma que nunca respondeu uma única dúvida dos pais, sempre alegando desconhecimento; a mãe cansada da falta de respostas, não fez ameaças, e sim comunicou que iria buscar ajuda fora, na tentativa de respostas, que nunca foram dadas.
10- A avaliação diagnósticas, para saber o nível de conhecimento, como bem afirma a prestadora de serviço educacional em questão, foi extremamente mau, os pais comprovam, que foi ainda pior, que antes, a criança está estudando nesse local a três anos, não vamos esquecer; tal situação causa no mínimo estranheza, ou seria o ocorrido normal para essa escola?
11- A mãe não questiona somente sobre o ciclo de palestras, mas questiona também, as reuniões pedagógicas, que acontecem em dias letivos, em horário de aula, que também ficam sem reposição das aulas; os frutos de um projeto deveriam deixar legado, no entanto quando questionado sobre qual aprendizado foi retirado do tal ciclo de palestras as crianças não tem clareza sobre os assuntos tratados.
12- Por outra vez, e como sempre, alega não ter conhecimento de fatos que ocorreram em suas dependências, e afirma não permitir a entrada de empresa nenhuma, em suas salas de aula, mais observe, uma tal escola de desenvolvimento de jogos, situada no bairro de Santana SP, esteve nas dependências da prestadora de serviços educacional em questão, oferecendo supostas oficinas gratuitas e coletando dados dessas crianças, em cartões entregues em sala de aula, a tal empresa distribuidora de brindes, liga para os pais, de tempos em tempos, tentando vender cursos. Essa prestadora em questão, relata ainda, uma situação nova, que pessoas estiveram no portão distribuindo propaganda, e coletando informações, nesse momento ficam os pais mais assustados que antes, pois além de não terem conhecimento desse novo fato, gostaríamos de saber, como pode pessoas estranhas em contato com alunos, no portão, enquanto a responsabilidade sobre essas crianças, é da prestadora em questão? mesmo que seja somente com três alunos; mais confuso e desencontrada fica essas informações, quando se conversa com outros país, de anos escolares diferentes incluso, que relatam as mesmas afirmativas das crianças, mas que óbvio diverge de que representa a prestadora de serviço.
13- A escola pode fazer tantos eventos que quiser, o que não está previsto em contrato de prestação de serviço, são valores cobrados mês a mês, além das mensalidades, para que tais festinhas aconteçam, valores esses, segundo os colaboradores da prestadora em questão, destinados a pagar coreógrafos e costureiras, que a própria escola contrata, e os pais não fazem nem ideia de quem são essas pessoas, conforme consta em documento protocolado; a prestadora afirma ainda, que nada é obrigatório, e nenhuma punição é aplicada, poderiam explicar então, por que a criança fica dançando sozinha ao fundo da quadra, ou sentada ao lado sem atividade alguma, em situação vexatória? E os extensos trabalhos que são solicitados, para quem não participa, sempre acompanhando as falas dos professores, é melhor participarem das festinhas se não o trabalho será bem difícil se trata de acalento tais falas?
Faça-nos o favor!
Os eventos são fora do horário de aula, noturnos ou nos finais de semana sim! Responda por gentileza, em quais horários acontecem os ensaios, para os eventos frutos de projetos?
E sim, os pais só não falam que são responsáveis pelo lazer e quaisquer atividades essenciais para a criança, como tem convicção que essa prestadora não deveria estar inclusive, preocupada com esse quesito, até mesmo porque não lhe compete, e deveria se preocupar com o serviço educacional a qual está sendo paga para fazer, e onde apresenta deficiência, motivo pelas constantes reclamações, preocupações dessa prestadora de serviço, deveriam ser ações, para evitar o bullying que começa em sala de aula, e continua para fora da escola; quais providências tem sido adotadas, para que essas situações deixem de acontecer? Questionamento dos pais, nunca respondido por essa escola! Motivo também, pelo qual tem levado a criança ter baixo rendimento escolar! Essas são as respostas que os estão esperando, e nunca acontecem! Então não se incomodem com o lazer da criança, tomem atitudes descentes, em relação aos grandes problemas que acontecem aí dentro dessa escola, que deveria prestar um excelente serviço, como consta em suas propagandas.
14- Os pais da criança afirmam punições por parte de alguns professores, é a escola já tem o conhecimento, de tais fatos, documentos protocolados comprovam, as afirmações dos pais, ações de professores ué batem cadernos com violência na mesa, dizendo que a lição feita é uma [Editado pelo Reclame Aqui] por estar errado, como a própria instituição afirma em sua resposta, a este site, professor que chama a criança de chata, quando a mesma pede, para ir ao banheiro, ou professor que diz perante toda uma turma, que criança que não participa dos eventos não obrigatórios da escola vão ter problemas com trabalhos dificílimos; que de fato são enviados para a criança fazer; a criança os faz com excelência e exatidão, e o professor não satisfeito, na correção de um dos trabalhos chegou até dizer, que desconhecia uma das obras do artista que ele mesmo havia pedindo, chegando esse a margem do ridículo, como um professor pede um trabalho acadêmico, e quando a criança do sexto ano entrega, ele começa a querer estender para mais e mais trabalhos, que o mesmo professor alega desconhecer, ora acreditamos que esse professor deva voltar a estudar, e não tentar colocar a criança em situação de ameaça o tempo todo, pois ficam incomodados com os questionamentos de seus pais, que a própria prestadora de serviço, aqui mesmo, declara por mais de uma vez, entender ser em tom de ameaça, pois para essa instituição, bom mesmo, é quem não questiona, mas somente aceita, até mesmo porque, nunca responderam um só questionamento, como podemos notar em suas respostas.
15- Às ocorrências que a criança aqui em questão, fala demais partem da escola, que claramente não tendo argumentos contra os fatos apresentados, tentam a todo custo, atribuir a culpa para a criança, e se atribuem o privilégio da não resposta dos questionamentos de seus pais, como claro fica, sempre tentando mudar o foco.
16- Exatamente, os pais aumentaram o acompanhamento passo a passo da criança, dentro da escola, para identificar as excessivas reclamações contra uma criança, que tem pais presentes e não permissivos, uma criança que tem educação assistida, criada na ordem, e que tem princípios como parâmetros.
17- Os pais questionam sim, os impressos de avaliações, que tem um padrão de fato, quanto ao teor, sendo a atualização e discernimento nas informações, de inteira responsabilidade da prestadora de serviço escolar, conforme afirmado inclusive pelo supervisor de ensino, após documento protocolado pelos pais, na diretoria de ensino.
18- Se é do conhecimento da escola como aqui afirmado, que existe a dificuldade de transição do quinto para o sexto ano, mais a grande defasagem e dificuldade de conteúdo, que só aumentou, no decorrer de três anos, que a aluna passou matriculada nessa prestadora, só restou perguntas, uma delas é, qual a ação que a escola adotou e que foi efetiva?
Data Venia, a aluna nas aulas não brinca com bonecas ou massinhas, o episódio ocorreu uma única vez, após três anos, quando a situação de bullying perdeu o controle, dentro de sala de aula; mas nunca nenhum professor percebeu não é mesmo? A instituição afirma aqui e em fichas de avaliações que a criança não tira dúvidas, não é mesmo? Que tal responderem que segundo os próprios professores relatam, nas reuniões de pais, que o conteúdo é muito, as crianças são muitas, e o tempo é escasso, inclusive para que eles cumpram o cronograma. A prestadora de serviços em questão, ainda afirma, não poder fazer muito mais... poderia por favor, esclarecer quais foram os feitos? Pois os pais fazem provas documentais, que são confirmadas pela própria prestadora, que ação efetiva alguma foi adotada.
19- Os pais da aluna afirmam e comprovam através de documentos, que existe um aplicativo que foi vendido a ideia de ajudar, enquanto na realidade só atrapalhou, como já mencionado a criança chegou a receber ocorrências através desse, mesmo em dia que não estava presente na escola, e para se ter ideia, ainda hoje, mesmo a criança não estando mais nessa escola, seus pais ainda recebem e-mail para acessarem o aplicativo, pois seu filho recebeu ocorrências. Os pais também não se esquecem em momento nenhum, que o aplicativo consta com outras abas, como tarefas/boletim/agenda/financeiro, constam lá sim, com exceção de uma única aba financeiro nenhuma outra funciona, ou seja, não são úteis, diferentemente das afirmações da prestadora de serviços.
20- Os contrataram a prestação de serviços, com valores altíssimos, logo, sabem que é uma escola privada, e só contrataram pois o discurso que vendia um ensino de qualidade, fora convincente, por isso sempre pagaram sem atrasos, ou na maioria das vezes adiantado, acreditando que teriam a excelência.
21- Afirmamos e contamos com provas substanciais, que essa prestadora de serviço educacional, em três anos, se utilizou de muita arrogância, como faz questão de deixar claro.
A família em questão, não se enquadra em nenhum dos três itens sugeridos, de quem supostamente teria problemas, com a prestadora:
1-A família é tradicional, com todos os seus familiares com excelência formação pessoal e profissional, tanto que questionam com base, a qualidade de ensino da prestadora.
2-A criança em questão, nunca foi retida, e baixas notas, ou baixo rendimento escolar inclusive, nunca foram pertinentes, como podemos observar em histórico escolar, o que causou gigante estranheza, que foi um dos motivos da família tentar entender i que vinha ocorrendo, quando identificaram o assédio moral.
3-A família sempre pagou os valores altíssimos, sempre em dia, ou com certo adianto, para tal, deveria ter sido entregue o contratado, qualidade e excelência.
De fato como comprovado, a equipe não conseguiu ser satisfatória para os objetivos da família, que supostamente contratou um ensino de qualidade, e de fato e de direito, não levou, por tal, acreditamos que essa prestadora de serviços, deva mesmo lamentar.
Quanto a prestadora achar que a aluna precise de atendimento da psicopedagoga, orientamos que em primeiro plano, o profissional deveria compor o quadro de funcionários da instituição de excelência, ambas afirmações, que a mesma afirma com veemência; se serve de tranquilizante, informamos que no ciclo familiar, a criança conta com professores universitários, enfermeiros, médicos, entre muitos outros profissionais altamente qualificados e competentes.
A criança foi transferida com prejuízos acadêmicos e psicológicos, desenvolvidos dentro dessa prestadora de serviços, desenvolvidos pelo bullying que vinha sofrendo, e seus pais, com prejuízos financeiros, uma vez que todo ciclo é anual dentro da instituição.
Como bem citado o nome da Escola Julio Pestana, toda a família e amigos da criança, só tem a agradecer, a todo corpo docente e administrativo, que receberam de braços abertos, no acolhimento, e não mediram esforços para ajudar, a diminuir os impactos, causados para essa criança, seus familiares e amigos dos mesmos, com uma transferência de emergência no meio do semestre, momento onde a maioria das escolas, não aceitam transferências.
E pasmem, dentro da rede Estadual de Ensino, foi identificado mais problemas causados a essa criança, a mesma não nunca teve contato com determinada grade curricular indispensáveis ao quinto e sexto ano escolar, a identificação foi imediata, uma vez que a criança foi obrigada a ser transferida no período de avaliações.
Ótimo é, a prestadora de serviços ter guardado todos os documentos de reclamação que foram protocolados na mesma, nunca poderá usar o desconhecimento. E novamente a família nunca ameaçou, a palavra correta é comunicou; sim a família comunicou, inclusive sempre através de documentos, que após muitos questionamentos sem respostas, procuraria a diretoria de ensino, para que a mesma ajudasse no impasse; eu como Professora, nunca observei aliás, a diretoria de ensino como uma ameaça, e sim como um importante braço na ajuda para todos que buscam o correto.
E quem pediu para a mãe da criança em questão, a https://******* ir buscar ajuda no Conselho Tutelar, foi justamente uma das mantenedoras dessa prestadora de serviço escolar, quando a mãe insistiu que a escola agendasse uma reunião com os pais, dos menores que praticam o bullying, a mantenedora prontamente se isentou de responsabilidades, que os pais dos envolvidos não compareceriam na instituição, pois usam a desculpa que trabalham; então assim foi feito, toda prova documental do assédio moral (bullying) hoje se encontra em poder do Conselho Tutelar.
A mãe Professora Erika, que sempre trabalhou no combate do bullying, dentro das escolas e de instruções, hoje tem essa situação lamentável no seio familiar, com um de seus filhos, e comentou com a mantenedora, do interesse em uma candidatura ao Conselho Tutelar, para tentar fazer um trabalho efetivo de combate à esse mal, o bullying, começando pelas escolas, e dessa maneira garantir os direitos das crianças e adolescentes.
A família da criança, afirma, amparados em lei, Constituição Federal Art. *******, ECA Art. 53 parágrafo único, que tem ampla responsabilidade no presente e no futuro da criança.
E totalmente desnecessário é essa prestadora de serviço, mencionar que a mesma tem uma hierarquia, esse nunca foi o mérito, e tão amplo é o conhecimento da hierarquia escolar, uma vez que a família em questão, está diretamente ligada a educação.
O que essa hierarquia parece desconhecer, é que são prestadores de serviço educacional, e o código de defesa do consumidor se aplica, e se mostram ainda, crentes na ignorância alheia.
Atenciosamente,
Família Khatcherian.
Réplica da empresa
01/10/2019 às 14:24
Família Khatcherian , recebemos a sua réplica à resposta de sua reclamação .
Ficamos à disposição
Att
Consideração final do consumidor
02/10/2019 às 19:42
Péssimo!
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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