Assédio Moral e Sexual em Escritórios de Contabilidade em escala crescente no estado - a Falta de Ações de informação e orientação de Conselhos e Sindicatos da categoria

Não resolvido
Rio de Janeiro - RJ
14/04/2026 às 16:02
ID: 246042937
Reclamação não respondida Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro- RJ 14/04/2026 às 14:32 ID: *****. Durante meu tempo de trabalho com contabilidade no percurso e trajetória de minha experiência eu percebi certa inércia do Conselho referente a alguns temas sensíveis em que eu no ponto profissional sempre agradecendo pelas oportunidades e conhecimento adquirido mas que porém claro, a demais o trabalho e o serviço contratado eram sempre prestados eu posso dizer, é o que se espera do funcionário, pois atuando em escritórios de contabilidade durante bom tempo, e onde vivenciei o dia a dia da rotina, onde ví, ouvi e senti coisas que a parte de toda questão profissional, algumas notadamente se desvirtuavam disso, sabemos que de tudo acontece em um campo de trabalho que envolve compromissos, obrigações, prazos, correria e logo estresse típicos da área, mas infelizmente nessa tricotomia, funcionário x serviços x chefe o lado mais fraco é o funcinário, já que este vem tanto amparado quanto bem monitorado por um contrato de serviços, e até aquí tudo bem, mas sabemos que assédios acabam acontecendo nisso, não estão regidos pelo contrato, mas eles acontecem, e também como cobrança, também como forma de pressão o que já é ruim, porém sabemos que o serviço tem que andar, es vezes essa mensuração do serviço que sempre partirá do patrão, ela possa equilibrar em funcionário que precisa as vezes receber uma chamada, a fim de acelerar as coisas, afinal as obrigações fiscais elas chegam e isso é algo natural desse meio e o escritório que acaba pagando, afinal escritório tem que dar lucro para pagar os funcionários e multas pesam e ascendem alertas que incairao em cobranças a alguém, porém quando muitas vezes essas condutas são feita apenas pelo poder de se fazer las, aí já não é bom, o tal do eu posso, eu sou o dono eu faço, aí não é justo por não ser saudavel, entrando aí uma questão de saúde, afinal existe um espectro de leis em que incluiem assédios no trabalho como coisa ilegal, o moral e sexual são os mais tipificados em escritórios e em fim, setor adm financeiro onde existe um ambmiente de muita correria e demandas, principalmente setor contábil e aí os assédios chegam, por exemplo existem até formas de estratégia na utilização dessas condutas, por exemplo, voltando a questão do poder de fazer, só por ser o dono, por exemplo um assédio apenas por uma moça bonita que trabalha alí, mas ela esta alí sobre um contrato de serviços que não inclui nada sexual, e infelizmente rola muito isso princpalmente em escritórios contábeis, ou por exemplo um chefe que cismou com um funcionário, por nada, funcionário trabalha bem e ele cismou e vai fazer assédio moral, pois por exemplo, eu sou Assistente Social e venho fazendo um estudo meu para possível doutorado relacionado a saúde do trabalhador e sua família, eu posso apresentar o estudo, e posso apresentar meus contatos feitos com autarquias do setor referente a essas situações, e até mesmo pedidos de cartilhas informativas via e-mails aos CRCs e tudo mais, mas porém não percebo um movimeno forte dos orgãos que poderiam fazer isso, e pelo menos a mim como funcionário nada nesse sentido eu percebí, e isso pode ser feito, CFC tem condições de fazer isso, e qual a requisição simples que por exemplo eu faço , cartilhas, cartilhas informativas, é o melhor trato para com a questão, a informação, pois a desinformação ela gera aceitação é isso, e num instante as coisas irão mudando pois horas], todos profissinais pagam mensalidades aos conselhos, não é barato, até eleição tem multa se não participar, então acho que essa contra partida de um investimento em cartilhas ela pode sim ser feita sem comprometer chapas e ou vida financeira dos conselhos, afinal, eu sou Assitente Social mas sou contratado como profissional contábil, não tenho a função de fiscalizar empresas pelas quais passo, pois isso é muito diverso, algumas sim rolavam essas coisas, até assédio sexual velado com colegas de trabalho, abraços e beijos no meio do serviço, isso estou dizendo de boca, "apenas falando" pois não reuní provas das coisas, afinal as vezes situações que já naturalizadas pelas próprias colegas, elas têm culpa disso ?, não, elas precisam do emprego, afinal o assédio também é uma formula estratégica para impor sei lá uma forma de controle, de pressão como já se disse, estrategic, pra produzir mais, assédio sexual também, por exemplo que pode resultar em pedido de demissão do funcionário que não aguenta mais, e isso é difícil de se decidir pois ele até sabe que vai ter outra pessoa desempregada que aceita as condições, incluindo sexo, é isso, é fato isso, dirimir custos com folha, é contabilidade, despesas com pessoal, conta de resultado, sabemos, em outra versão por exemplo se vai além, o funcionário não aguenta e abandona o trabalho, opaaaa, justa causa por abandono, é bom pro empregador, ué, em alguns casos ocorre a doença psicosocial, depressão, quiçá em alguns casos o obito, e é por isso então que é conduta ilegal, ou pode ocorrer um cancer advindo de fator psicológico, essa é a verdade, ué, mas ninguém tem culpa de nada, pois a culpa é da informação que não circulou, afinal quem é que tem poder acima do escritório e seu dono ?, resposta está com os orgãos fiscalizadores, eles precisam atuar, no meu caso por exemplo situação comigo eu poderia até ficar a penar hora penalizado pela minha equipe de trabalho, por em risco a amizade de minhas colegas de trabalho por me meter em situações já naturalizadas a anos antes até mesmo de mim naquele ambiente de trabalho, pois por exemplo, pode acontecer uma coisa porém outras não, por exemplo não tinha o assédio moral, todos eram até tratados bem, mas o sexual havia, mas então assim nem todos possuem minha formação e naturalmente o que se segue é cada um por sí, cada com suas vidas e o que importa é o emprego, até pelo contrario, o que se daria é que a coisa incairia naquela brincadeira com o chefe pegador e funcionários, o aparente- (pegou fulana chefe?) caramba legal em!, o racional- (transou com sua funcionária chefe), mandou bemmm emm, e chefe todo feliz, é essa a realiadade, e sabemos que nesses casos voce tem até os benefícios e agrados, uma relação amorosa, sexual, um agrado, uma promoção profissinal mais rápida, em alguns casos prejudicando o outro funcionário 'homem' que esta alí dedicado, as vezes até mais tempo que as meninas, apesar de lhe dar com aquelas senas, mas em fim, ele não usa saia claro e não liga, isso rola em muitos escritórios a verdade é essa, setor administrativo, e financeiros, imobiliárias, seguradoras etc., acho até que em algum momento o contrato de trabalho vai ter que especificar, não é um serviço sexual, na ultima linha, cria se uma lei pra fazer assim num sei, eu por exemplo sofri assédio moral já, porém a questão é que resolver algo de uma ou duas empresas não sana algo que acontece em escala nacional, ninguém é incentivado a denunciar e até mesmo prevalece a história da caroxa de que denunciar pode comprometer o currículo, em pleno sex XXl ela vigora, a dificuldade de emprego impacta e ninguem quer arriscar, naturalização, então as cartilhas informativas a todos escritórios principalmente de grandes grupos e nomes do setor contábil seria interessantes, é o que se pode fazer como forma de orientar, cartilhas enviadas a todos escritórios de contadores associados aos Conselhos profissionais, e assim como também, aos sindicatos da categoria, alguns dos principais que são SEESCERJ (Sindicato dos Empregados em Empresas de Serviços Contábeis do Estado do Rio de Janeiro), e o SESCON-RJ (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis,Assessoramento,Perícias,Informações e Pesquisas do Estado do Rio de Janeiro) e se possível chamando a necessidade no proprio folder que o chefe do escritório compartilhe as cartilhas com os funcionários, pois não adianta nada chegar lá no endereço e nos casos de um possível assediador ele ver aqueles folders neutros ele irá descartar
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Consideração final do consumidor
15/05/2026 às 16:06
Juntarei toda a situação encaminhando num processo ao ministério publico para que a tratativa com as opiniões e dicas aqui na ratativa possam ser prosseguidas e encaminhadas.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Sim
Nota do atendimento
4