Conduta Incompatível com a Profissão: Assédio Moral e Sexual em Escala Estadual que vem crescendo no estado RJ.

Reclamação resolvida

Resolvido

Reclamar dessa empresa

Rio de Janeiro - RJ

14/04/2026 às 16:12

ID: 246044113

Reclamação não respondida Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro- RJ 14/04/2026 às 14:32 ID: *****. Durante meu tempo de trabalho com contabilidade no percurso e trajetória de minha experiência eu percebi certa inércia do Conselho referente a alguns temas sensíveis em que eu no ponto profissional sempre agradecendo pelas oportunidades e conhecimento adquirido mas que porém claro, a demais o trabalho e o serviço contratado eram sempre prestados eu posso dizer, é o que se espera do funcionário, pois atuando em escritórios de contabilidade durante bom tempo, e onde vivenciei o dia a dia da rotina, onde ví, ouvi e senti coisas que a parte de toda questão profissional, algumas notadamente se desvirtuavam disso, sabemos que de tudo acontece em um campo de trabalho que envolve compromissos, obrigações, prazos, correria e logo estresse típicos da área, mas infelizmente nessa tricotomia, funcionário x serviços x chefe o lado mais fraco é o funcinário, já que este vem tanto amparado quanto bem monitorado por um contrato de serviços, e até aquí tudo bem, mas sabemos que assédios acabam acontecendo nisso, não estão regidos pelo contrato, mas eles acontecem, e também como cobrança, também como forma de pressão o que já é ruim, porém sabemos que o serviço tem que andar, es vezes essa mensuração do serviço que sempre partirá do patrão, ela possa equilibrar em funcionário que precisa as vezes receber uma chamada, a fim de acelerar as coisas, afinal as obrigações fiscais elas chegam e isso é algo natural desse meio e o escritório que acaba pagando, afinal escritório tem que dar lucro para pagar os funcionários e multas pesam e ascendem alertas que incairao em cobranças a alguém, porém quando muitas vezes essas condutas são feita apenas pelo poder de se fazer las, aí já não é bom, o tal do eu posso, eu sou o dono eu faço, aí não é justo por não ser saudavel, entrando aí uma questão de saúde, afinal existe um espectro de leis em que incluiem assédios no trabalho como coisa ilegal, o moral e sexual são os mais tipificados em escritórios e em fim, setor adm financeiro onde existe um ambmiente de muita correria e demandas, principalmente setor contábil e aí os assédios chegam, por exemplo existem até formas de estratégia na utilização dessas condutas, por exemplo, voltando a questão do poder de fazer, só por ser o dono, por exemplo um assédio apenas por uma moça bonita que trabalha alí, mas ela esta alí sobre um contrato de serviços que não inclui nada sexual, e infelizmente rola muito isso princpalmente em escritórios contábeis, ou por exemplo um chefe que cismou com um funcionário, por nada, funcionário trabalha bem e ele cismou e vai fazer assédio moral, pois por exemplo, eu sou Assistente Social e venho fazendo um estudo meu para possível doutorado relacionado a saúde do trabalhador e sua família, eu posso apresentar o estudo, e posso apresentar meus contatos feitos com autarquias do setor referente a essas situações, e até mesmo pedidos de cartilhas informativas via e-mails aos CRCs e tudo mais, mas porém não percebo um movimeno forte dos orgãos que poderiam fazer isso, e pelo menos a mim como funcionário nada nesse sentido eu percebí, e isso pode ser feito, CFC tem condições de fazer isso, e qual a requisição simples que por exemplo eu faço , cartilhas, cartilhas informativas, é o melhor trato para com a questão, a informação, pois a desinformação ela gera aceitação é isso, e num instante as coisas irão mudando pois horas], todos profissinais pagam mensalidades aos conselhos, não é barato, até eleição tem multa se não participar, então acho que essa contra partida de um investimento em cartilhas ela pode sim ser feita sem comprometer chapas e ou vida financeira dos conselhos, afinal, eu sou Assitente Social mas sou contratado como profissional contábil, não tenho a função de fiscalizar empresas pelas quais passo, pois isso é muito diverso, algumas sim rolavam essas coisas, até assédio sexual velado com colegas de trabalho, abraços e beijos no meio do serviço, isso estou dizendo de boca, "apenas falando" pois não reuní provas das coisas, afinal as vezes situações que já naturalizadas pelas próprias colegas, elas têm culpa disso ?, não, elas precisam do emprego, afinal o assédio também é uma formula estratégica para impor sei lá uma forma de controle, de pressão como já se disse, estrategic, pra produzir mais, assédio sexual também, por exemplo que pode resultar em pedido de demissão do funcionário que não aguenta mais, e isso é difícil de se decidir pois ele até sabe que vai ter outra pessoa desempregada que aceita as condições, incluindo sexo, é isso, é fato isso, dirimir custos com folha, é contabilidade, despesas com pessoal, conta de resultado, sabemos, em outra versão por exemplo se vai além, o funcionário não aguenta e abandona o trabalho, opaaaa, justa causa por abandono, é bom pro empregador, ué, em alguns casos ocorre a doença psicosocial, depressão, quiçá em alguns casos o obito, e é por isso então que é conduta ilegal, ou pode ocorrer um cancer advindo de fator psicológico, essa é a verdade, ué, mas ninguém tem culpa de nada, pois a culpa é da informação que não circulou, afinal quem é que tem poder acima do escritório e seu dono ?, resposta está com os orgãos fiscalizadores, eles precisam atuar, no meu caso por exemplo situação comigo eu poderia até ficar a penar hora penalizado pela minha equipe de trabalho, por em risco a amizade de minhas colegas de trabalho por me meter em situações já naturalizadas a anos antes até mesmo de mim naquele ambiente de trabalho, pois por exemplo, pode acontecer uma coisa porém outras não, por exemplo não tinha o assédio moral, todos eram até tratados bem, mas o sexual havia, mas então assim nem todos possuem minha formação e naturalmente o que se segue é cada um por sí, cada com suas vidas e o que importa é o emprego, até pelo contrario, o que se daria é que a coisa incairia naquela brincadeira com o chefe pegador e funcionários, o aparente- (pegou fulana chefe?) caramba legal em!, o racional- (transou com sua funcionária chefe), mandou bemmm emm, e chefe todo feliz, é essa a realiadade, e sabemos que nesses casos voce tem até os benefícios e agrados, uma relação amorosa, sexual, um agrado, uma promoção profissinal mais rápida, em alguns casos prejudicando o outro funcionário 'homem' que esta alí dedicado, as vezes até mais tempo que as meninas, apesar de lhe dar com aquelas senas, mas em fim, ele não usa saia claro e não liga, isso rola em muitos escritórios a verdade é essa, setor administrativo, e financeiros, imobiliárias, seguradoras etc., acho até que em algum momento o contrato de trabalho vai ter que especificar, não é um serviço sexual, na ultima linha, cria se uma lei pra fazer assim num sei, eu por exemplo sofri assédio moral já, porém a questão é que resolver algo de uma ou duas empresas não sana algo que acontece em escala nacional, ninguém é incentivado a denunciar e até mesmo prevalece a história da caroxa de que denunciar pode comprometer o currículo, em pleno sex XXl ela vigora, a dificuldade de emprego impacta e ninguem quer arriscar, naturalização, então as cartilhas informativas a todos escritórios principalmente de grandes grupos e nomes do setor contábil seria interessantes, é o que se pode fazer como forma de orientar, cartilhas enviadas a todos escritórios de contadores associados aos Conselhos profissionais, e assim como também, aos sindicatos da categoria, alguns dos principais que são SEESCERJ (Sindicato dos Empregados em Empresas de Serviços Contábeis do Estado do Rio de Janeiro), e o SESCON-RJ (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis,Assessoramento,Perícias,Informações e Pesquisas do Estado do Rio de Janeiro) e se possível chamando a necessidade no proprio folder que o chefe do escritório compartilhe as cartilhas com os funcionários, pois não adianta nada chegar lá no endereço e nos casos de um possível assediador ele ver aqueles folders neutros ele irá descartar

Compartilhe

Resposta da empresa

15/04/2026 às 10:35

Informamos que o Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro (CRCRJ), por ser uma autarquia federal, responde oficialmente apenas por meio de seu canal de Ouvidoria.
Para o adequado registro e tratamento da sua manifestação, solicitamos que acesse o link: https://ouvidoria.cfc.org.br/visao/modo_manifestando.frm.php?cabecalho=1 e preencha o formulário com todas as informações necessárias.

Consideração final do consumidor

17/04/2026 às 09:43

Seguem detalhes abaixo :
SUA MANIFESTAÇÃO FOI ENCAMINHADA COM SUCESSO
Caro(a) solicitante, o Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro agradece a sua manifestação. Suas considerações já foram remetidas à Ouvidoria e serão, oportunamente, analisadas por nossa equipe.
Para ter acesso ao andamento de sua solicitação, insira o seguinte número de protocolo na nossa página de acompanhamento:
************************************************************- ***** ************************************************************-
Caso tenha informado um e-mail válido, a sua solicitação será analisada. Tão logo a resposta seja elaborada, um segundo e-mail será remetido à caixa de mensagem indicada.

Mesmo teor da manifestação foi encaminhado em: 22/08/2023
************************************************************- ***** ************************************************************-
Prazo para resposta: 21/09/2023.
Resposta
A SUA MANIFESTAÇÃO TEM UMA RESPOSTA FINAL
Caro(a) solicitante,
O Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro agradece sua manifestação e informa que há uma resposta disponível, protocolo de consulta *****.
Respostas/Resolução:
Prezado Senhor L,
Inicialmente agradecemos o seu contato e entendemos que o mercado de trabalho tem se mostrado cada vez mais competitivo e com vistas a auxiliar os profissionais registrados e regularmente habilitados, fornecemos cursos presenciais e na modalidade on-line ao vivo para que se atualizem e evoluam profissionalmente.

Sugerimos ainda que nos acompanhe em nossas mídias sociais para ficar por dentro das principais notícias de interesse da classe contábil, sugerimos ainda que verifique o nosso balcão de empregos acerca de novas possibilidades.
Permanecemos à disposição.
Atenciosamente,
Thamires Gualter
Encarregada de Ouvidoria
Arquivos anexos:Não existem arquivos anexos.

E-MAIL ENVIADO DIRETO AO ENDEREÇO DO CFC/CRCs

Profissional contábil Leonardo L. cobrando providencias para melhorias da profissão, para os profissionais contábeis no estado

Leo Le < ***** >
dom., 12 de nov. de 2023, 07:15
para crcrj

Boa tarde, Eu um profissional contábil venho aqui apontar questões importantes para a carreira e profissão contabilista perante nosso conselho regional, digo aqui que em meu percurso profissional em empresas de pequeno porte no estado, que conta com alguns anos de experiência trabalhando em escritórios e diante de vários aspectos bons e negativos do que pude verificar nesse tempo de atuação e vivencia em tal área de atuação, entendo que se destaca comumente uma falta de valorização profissional, esta que possivelmente está ligada indiretamente as próprias dificuldades da área, assim como toda área tem, onde, por exemplo, a falta de valorização dos clientes para com os próprios escritórios, para com os serviços feitos, isso independente do padrão de atendimento do escritório, com o emprenho dos funcionários e tudo mais, mais quando se trata de pagar, e principalmente pagar para ter suas obrigações fiscais, legais e administrativas todas certinhas e em dia perante o fisco, ou seja, resumindo, imposto, taxas etc.. Isso que remete recursos para o estado, entendendo a existência de um movimento de negação de sustentação do estado, negação dos impostos, negação do estado interferindo no jogo financeiro através, por exemplo, de impostos, e que nos últimos anos isso veio aumentando a medida que o próprio estado também passou a ser negado, ou seja, repercutindo numa certa assanha e cizânia para com este tipo de serviço, mas que claro, para a empresa funcionar ele tem que ter suas questões financeiras e fiscais resolvidas, precisando é claro do contatos, dos serviços contábeis, isso tudo então faz se repercutir nos contadores e por conseguinte, no lado mais fraco da corda, os profissionais empregados da contabilidade, afetando principalmente outras áreas anexas como os setor administrativo de recepção, limpeza, legalização, e incidindo também no quadro pessoal feminino desses escritórios, pois o que pude vir observando durante esse tempo de experiência, é que questões como assédios de toda sorte eles vem aumentando, fora demissões, mas em fim, os assédios aumentam, posso até inserir aqui o fator SPED contábil que pra mim este foi um sistema modernizador a somar para a profissão no quadro de contratados, que a meu ver ele valorizou a profissão contábil, um sistema agente de estabilidade do contrato do profissional baixo escalão dos escritório, incluindo os auxiliares contábeis, então são geralmente escritórios de pequenos e médio porte principalmente, tais escritórios, com enquadramento EIRELI, EPP, Simples etc.., são escritórios muitas vezes familiares e eles acabam se acometendo num processo de gestão intensa, incertezas, futuro, crise econômica e toda sorte de ouras questões mas que porém a máxima válida é que os grupos empresariais tem que arcar com seus empreendimentos, arcar com o ônus de sua empresa, mas isso não é sempre assim e o que acaba se acontecendo são os ensejos de se descontar, descontar as frustrações pessoais, com tantas coisas a resolver geralmente tais Pressões acabam sempre se voltando para os funcionários, assédios de toda sorte, eu mesmo presenciais assédios morais anos atrás, com amigos e comigo também, chingamentos, palavrões e humilhações, eu que sou homem, e diante de outros amigos, mas o que também não pude deixar de notar, é que ultimamente o que veio crescendo e passei a ter essa experiência foi com o assédio sexual, cometido por contadores, assédio com mulheres, com as mulheres funcionárias de escritórios contábeis, veio crescendo muito, amigas profissionais sempre sendo assediada, a mulher não pode apenas trabalhar, ela tem que também sorrir para o assédio do chefe, contador sim, pois é um empresário como qualquer outro, algumas vezes parece ser meio que uma forma de punição feminina, seja do serviço prestado, seja da necessidade de dispensa de funcionários que sempre bate nesses tempos de crise, uma pós pandemia etc.. a diminuição dos custos trabalhistas começa a bater a cabeça, e diante de problemas de caixa dos escritórios para isto, acabam se ocorrendo os assédios sexuais, sejam com intenções indiretas ou sejam apenas do caráter sexual mesmo, a facilidade, a atração etc.. com funcionárias, muitas embarcam na situação, mas a verdade é que não gostam disso, mulheres são vaidosas e as vezes acabam se seduzindo por alguns fatores como exemplo, facilidade de uso de cartões, passa se a oferecer facilidades as funcionárias, na hora de pagarem suas faturas, por exemplo, mais no final a intenção é sempre só uma, então se segue assim sempre com segundas intenções, então existe um acercamento do contador, sempre uma sedução, seja financeira, seja trabalhista, uma insistência, em alguns casos acaba se cedendo as investidas do contador dono do escritório, algumas vezes se usam ameaças de demissão por exemplo, e acaba acontecendo de forma mais forçada nesse caso, acaba se cedendo e o relacionamento acaba ocorrendo, isso então se vem aumentando muito, tem umas dessas mulheres que depois se arrependem e se tornam depressivas, a ocorrência de assédio ela acaba ocorrendo independente se casadas, com filhos, não importa, contadores pressionam pra conseguir seus objetivos extras profissionais, com suas funcionarias, assédio, mas a maioria não gosta, algumas pedem demissão, diante de um senário de muitas incertezas com a economia, desemprego crescente elas acabam cedendo, as mulheres ainda são muito discriminadas no trabalho, fazendo seu trabalho, sempre ocorre a confusão e principalmente se o dono do escritório é homem, senhores profissionais de 60, anos, 70 anos, 80 anos acabam fazendo essa pratica, tempo integral, no meu caso percebi que principalmente com mulheres mais novas, empregadas mais novas, eles oferecem vantagens e oportunidades de crescimento então de 18 anos a 20 anos são suas preferidas, já trabalhei em escritório que o assédio era bem explicito.

O problema foi resolvido?

Reclamação resolvida

Resolvido

Voltaria a fazer negócio

Sim

Nota do atendimento

3