Consórcio Servopa: Cobrança de parcelas reajustadas com valor de crédito desatualizado

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Campo Grande - MS
09/06/2026 às 11:09
ID: 250893823
Servopa contemplou minha cota com valor antigo, mas quer cobrar parcelas reajustadas
Fui contemplado no Consórcio Servopa, porém estou extremamente insatisfeito com a forma como a administradora está tratando o valor da minha carta de crédito.
A assembleia foi realizada no dia 21/05/2026, quando o valor do crédito da minha cota era de aproximadamente R$ 109 mil. Após a assembleia, minha contemplação não foi confirmada de imediato, ficando pendente porque ainda dependia do pagamento de lances de outros participantes.
No dia 23/05/2026, antes da confirmação da minha contemplação, a Servopa realizou a atualização/reajuste do crédito em aproximadamente 3%, elevando o valor da carta para cerca de R$ 112.800,00.
A minha contemplação só foi confirmada agora, em 09/06/2026, ou seja, após o reajuste já ter sido aplicado ao grupo/cota. Mesmo assim, para minha surpresa, a Servopa está considerando para a minha contemplação o valor antigo da carta, de aproximadamente R$ 109 mil, mas ao mesmo tempo pretende cobrar minhas parcelas futuras já com o valor reajustado.
Isso é completamente incoerente e abusivo do ponto de vista do consumidor: a empresa quer aplicar o reajuste para aumentar as parcelas que eu vou pagar, mas não quer aplicar o mesmo reajuste ao valor do crédito que será liberado para mim.
Se a contemplação só foi efetivamente confirmada após o reajuste, entendo que o crédito liberado também deve acompanhar o valor atualizado da cota. Não faz sentido eu receber uma carta com valor anterior e continuar pagando parcelas sobre uma carta reajustada.
Solicito que a Servopa corrija imediatamente o valor da minha carta de crédito para o valor atualizado vigente após o reajuste, aproximadamente R$ 112.800,00, ou apresente uma justificativa contratual clara, objetiva e formal explicando por que o reajuste vale para a cobrança das parcelas, mas não vale para o crédito contemplado.
Aguardo uma solução urgente, pois me sinto prejudicado financeiramente e considero a prática totalmente desproporcional.
Caso não haja solução administrativa, registrarei reclamação junto ao Banco Central, Procon e avaliarei as medidas judiciais cabíveis.