Contingenteaba/Nave Espaço Terapêutico: Demissão de terapeutas e redução unilateral de honorários para pacientes com TEA

Resolvido
Rio de Janeiro - RJ
22/05/2026 às 21:27
ID: 249443985
Esta empresa, Contigente aba tem filial em São Paulo, como responsável o psicólogo e Analista do Comportamento *****, e várias filiais. Venho como ser humano, que acompanhou de perto a questão absurda de uma terapeuta, na transição da clinica Nave Espaço Terapêutico, que ainda tem como responsável técnico, o médico psiquiatra *****.
A holding Contigenteaba, em *****, comprou a clinica Nave Espaço Terapeutico, minha profunda preocupação e indignação com a postura adotada pela holding responsável pela compra da clinica especializada no atendimento de pacientes com TEA ( transtorno do Espectro Autista), a clínica Nave.
Após assumir a administração da clínica , a empresa dispensou diversos terapeutas que já possuiam vínculo terapêutivo consolidado com seus pacientes,muitos deles crianças neurodivergentes que necessitam de estabilidade, previsibilidade e continuidade no tratamento. O desligamentoocorreu sem qualquer transição terapêutica adequada, desconsiderando totalmente os impactos emocionais, comportamentais e clínicos que mudanças abruptas podem causaraos pacientes e suas famílias.
Além da preocupação com os pacientes,também houve condutas que afetam diretamente os profissionais .A holding estaria tentando reduzir em aproximadamente 50% o valor hora dos terapeutas, inclusive sobre horas já trabalhadas sob contrato vigente, sem formalização bilateral , sem negociação adequada e sem concordância formal das partes.
Tal prática causa enorme insegurança jurídica e profissional, pois os serviços foram prestados com base em contratos e valores anteriormente estabelecidos.
Alterar unilateralmente remunerações referentes a horas já executadas aparenta afronta aos princípios da boa-fé contratual e pode configurar vantagem indevida e possível enriquecimento ilícito.
Os profissionais dedicaram tempo, conhecimento técnico e vínculo humano ao pacientes, especialmente em uma área tão sensível como o autismo, onde o vínculo terapeutico é parte essencial do tratamento.
Trata-se não apenas de uma questão contratual, mas também de responsabilidade ética, humana e social com pacientes vulneráveis e com os profissionais que atuam diretamente em seus cuidados.
Como pode uma empresa que se propõe a atuar diretamente com pessoas dentro do Transtorno do Espectro Autistaadotar atitudes tão contraditórias aos princípios de cuidado, ética, acolhimento e responsbilidade que deveriam nortear esse tipo de serviço?
É preocupante que uma empresa que deveria prezar pelo cuidadoe pela construção de relações terapêuticas saudáveis apresente condutas que aparentam priorizar interesses financeiros acima do bem-estar dos pacientes e do respeito aos profissionais.
Pacientes com TEA não são números.
Famílias não são contratos. E terapeutas não são descartáveis.Espera de instituiçoes dessa natureza compromisso ético, transparência, responsabilidade humana e coerência entre discurso apresentado e as práticas efetivamente adotadas.
Levantar uma reflexão importante sobre a responsabilidade ética, humana e social de empresas que atuam em uma área tão sensível e refletindo nas atitudes instutucionais.
Que esta empresa seja avaliada.
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Consideração final do consumidor
08/09/2026 às 16:29
Naão acredito no trabalho deles!
O problema foi resolvido?

Resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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