Irresponsabilidade

Não respondida
Rio de Janeiro - RJ
05/02/2015 às 09:10
ID: 11784224
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Ver todas ReclamaçõesEm 29 setembro/14 levei meu marido ORLANDINO DE MEDEIROS à Emergência do Copa DOr em virtude de uma gripe forte e febre alta. Após o primeiro atendimento o médico solicitou uma radiografia para confirmar o diagnóstico de uma pneumonia. O exame confirmou o diagnóstico e apresentou "alguma outra coisa" que fez com que o profissional solicitasse uma tumografia que, por sua vez, confirmou a existência desta "alguma outra coisa" o que fez com que o médico solicitasse a internação do meu marido para investigação. Durante a madrugada vieram com uma relação de hospitais para que eu escolhesse para onde levar meu marido já que no Copa DOr não havia vaga. Mediante minha recusa em transferi-lo ele passou 3 dias na emergência até que obteve alta, dada por um médico que sequer levantou-se da cadeira ou me dirigiu um olhar quando fui perguntar sobre "o que havia aparecido" na radiografia do meu marido.
Obrigados a "investigar o que havia aparecido" fora do hospital e entre os incontáveis dias que se levam para marcar exames e consultas foram-se 6 meses sem um diagnóstico e sem tratamento, Como se não bastasse meu marido submeteu-se a uma punção pulmonar no mesmo Hospital Copa Dor, inicialmente marcada para o dia 15/01 quando foi internado. Como somente após a internação fomos informados que não havia um patologista para acompanhar o exame, que ficou para o dia seguinte, fomos obrigados a bancar o custo de uma diária hospital desnecessária. Realizado o exame, no dia 16, o resultado deveria ser entregue no dia 30 de janeiro. Ocorre que, desde o dia 30 vimos em uma luta incessante para descobrir ONDE ESTÁ O EXAME pois o hospital não consegue nos fornecer o resultado ou explicar o que está acontecendo, A situação é tão absurda que chegamos a procurar o laboratório responsável pela biópsia (e que fica fora das dependências do hospital) e fomos informados que o resultado do exame, com o laudo, foi encaminhado ao COPA DOR em 24 de janeiro aos cuidados do Dr. Ricardo. Esta situação é inaceitável em qualquer circunstância ou instituição de saúde mas, inaceitável, antes de qualquer coisa em um hospital que tem como missão "Prestar atendimento médico-hospitalar de alta eficácia, com equipes qualificadas e motivadas, respeitando a ética e o indivíduo em seu contexto social.".