cancelamento do plano de saúde de forma indevida

Não respondida
Embu das Artes - SP
14/07/2020 às 14:12
ID: 108412843
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Ver todas ReclamaçõesSão Paulo, 14 de julho de *******
No dia 13-07-*******, às 18h45, dei entrada no Pronto Socorro do Hospital Adventista da Estrada de Itapecerica, que fica localizado ao lado na Universidade Unasp.
Minha filha, Clarice Rivera Ikeda, de 5 anos, se queixava de dor de garganta e estava vomitando.
Por volta das 19h, passou por triagem. Neste momento, tive a primeira surpresa da noite. A enfermeira responsável por este procedimento, ao ver uma colega de trabalho, se levantou e a abraçou (em plena pandemia e dentro de um hospital!!!). Começaram a conversar e uma perguntou a outra: - E aí, pegou Covid nas suas férias?(como se perguntasse se havia tomado café da manhã!). A que nos atendia afirmava estar voltando de férias naquele dia e que havia ido à praia, em Monguagua! (Na hora pensei que era ironia, mas infelizmente não!). A outra, contava que havia contraído Covid 19, mas que não sabia se naquele ou em outro hospital em que trabalha.
Olharam para mim, que estava com um vidro de álcool 70 na mão, e uma delas disse: - Que mãe dedicada!
Me indignei de uma tal maneira, mas estava tão preocupada com minha filha, que na hora nem respondi.
Seguiram conversando e citaram o caso de um médico de lá, que havia se contaminado duas vezes por Corona Vírus.
Após este episódio, fomos encaminhadas à recepção para realizar a abertura da ficha. Foi então que tive a segunda surpresa da noite. A recepcionista, de forma bastante educada, me informou que a carteirinha da minha filha estava cancelada, ou seja, que ela não poderia ser atendida. Fiquei estupefata! Como cancelada?! Paguei todas as faturas e estava com todos os comprovantes de pagamento. A resposta foi que eu deveria entrar em contato com o Plano de Saúde.
Liguei imediatamente para a AMEPLAN, que me confirmou cancelamento, mas que não sabia informar o porquê, já que eu havia contratado o plano por meio de uma administradora (Corpore Sano). Para eles, constava o pagamento até o mês 05-*******.
Questionei como era possível eles não terem acesso às informações da administradora, ainda mais na época em que vivemos, informatizada. Fiquei sem resposta.
Liguei para a Corpore Sano, que não me atendeu, porque trabalham até às 18h.
Voltei para casa, com minha filha passando mal e sem ter sido atendida.
No dia seguinte, 14-07, entrei em contato com a administradora. Conversei com a atendente Mislene que me garantiu que o plano estava ativo. Expliquei o que aconteceu na noite anterior e a mesma falou que iria verificar e que me retornaria a ligação para esclarecer o fato.
Liguei novamente para a AMEPLAN. Fui atendida pela funcionária Larissa. Solicitei a gravação da ligação da noite anterior (em que foi afirmado que a carteirinha estava cancelada). Ela pediu que eu aguardasse dois dias para poder disponibilizar. Sigo aguardando.
Às 11h08, liguei novamente para a Corpore Sano e conversei com a atendente Caroline Ferreira que me falou que houve um erro de comunicação entre eles e a AMEPLAN, mas que agora o plano já estava ativo. Solicitei que me enviasse o que afirmava por e-mail e ela se negou. Pedi a gravação da ligação e a mesma me passou um número de protocolo e me informou que só poderia solicita-la por meio jurídico.
Após toda esta saga, entrei em contato com o Pronto Socorro Adventista e pedi o levantamento dos dados da passagem de Clarice por lá. Conversei com a funcionária Débora que se prontificou em recolher estas informações e me enviar até as 15h do dia 14-07. Informei a ela sobre a atitude inadequada das enfermeiras na noite do dia 13-07.