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Arujá - SP

04/03/2021 às 14:59

ID: 120507595

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Estive no centro de acolhida C.A APARECIDA, na ******* - São Paulo/ SP, do dia 03 de fevereiro até aproximadamente dia 01/02 do corrente https://******* dia 31 consegui uma entrevista de trabalho e por frações de segundos deixei meu celular em cima da minha https://******* impedida de entrar no quarto por uma orientadora orientadora de nome Daiane e outro orientador que não recordo o nome.Expliquei, implorei para que pegassem o aparelho para mim. Falei sobre a entrevista e nada adiantou. Quarenta minutos depois falei com uma assistente social de nome Edna que estava muito mais preocupada em me dar lição de moral do que ajudar a solucionar o problema. Depois de implorar, ela permitiu que o rapaz a abrisse o bagageiro para eu pegar a nota fiscal e o número do https://******* NÃO PUDE ENTRAR NO QUARTO, MAS PESSOAS QUE ESTAVAM AGUARDANDO ATENDIMENTO TIVERAM SUA PASSAGEM FRANQUEADA POR ELA E PELOS ORIENTADORES JUSTAMENTE NO QUARTO ONDE EU DORMIA E ONDE ESTAVA MEU CELULAR. Sei muito bem que tornei-me persona non grata pois tendo sido conslheira tutelar e ao presenciar uma mãe espancando uma criança verbal e fisicamente, eu fui avisar as responsáveis. A mulher chamou a criança de desgraçada e bateu varias vezes com o chinelo por todo corpo da criança, inclusive deixando marcas no rosto onde bateu mais violentamente. O máximo que fizeram foi transferir a mãe. Oras, isto é o mesmo que transferir um pedófilo. Uma vez impune, ele repetirá o https://******* outra ocasião, presenciei uma mãe dando socos no peito do seu filho. Ela batia nele todos os https://******* com a assistente social Edna e ela me disse que a mãe estava com problemas. Problema sério está aquela pobre criança que pode ser assassinada quando a mãe estiver sob o uso de entorpecentes ou com abstinência. Fui ameaçada de [Editado pelo Reclame Aqui] e sai de lá com a roupa do https://******* em contato com a ONG e descrevi tudo para uma funcionária de no. Lena. A presidente Sra. Eneide, me ligou e o calvário recomeçou . Falei para ela que precisava buscar minhas coisas e ella disse que ia me ajudar a https://******* minhas coisas havia exames médicos, remédios e mesmo assim ela não teve empatia e pior, nunca mais retornou nenehum https://*******, liguei para o centro de acolhida e consegui falar com a assistente social Fabi e peguei minhas https://******* numa situação péssima. Usava muito o celular para procurar trabalho, enviar currículo. Hoje há empresas que enviam teste até pelo Watsaap. Penso que se o furto do meu celular se deu por negligencia é justo que eu seja ressarcida. Estou com um aparelho emprestado só para não perder o número. Eu preciso de solução, mas, pelo jeito, elas preferirão um processo pois ninguém sabe nem se estará vivo com esta pandemia. Estou indignada, doente e muito deprimida. Preciso encontrar trabalho e me faltam meios para fazer isto.Aguardo um retorno,Maria das Graças*******7

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