Imobiliaria Portal da Praia - Praia Grande - SP

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Osasco - SP

01/09/2015 às 11:30

ID: 14427637

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Objetivando a aquisição de um apartamento na praia, em meados de junho(16/06), eu Paulo Rocha, acompanhado da minha mãe e minha esposa com meu bebe de apenas 4 meses, nos dirigimos à imobiliária Portal da Praia, situada na Av. Pres. Costa e Silva, ******* – 3º Andar – Conj. *******/*******/*******/******* – Boqueirão – Praia Grande – SP – Telefone: 0******* e 0*******.

Lá fomos atendidos pelo corretor de nome Vitor Moura, o mesmo identificou-se como Gerente da Imobiliária, e que nos apresentou várias opções para compra, dentre elas, nos interessamos por um apartamento que ficava logo na rua da própria imobiliária.

Segundo o corretor o imóvel estava desembaraçado de qualquer empecilho , então acertamos o preço e a forma de pagamento, que seria parte com a utilização do FGTS meu e da minha esposa.

Como moramos em Osasco, o corretor se disponibilizou a providenciar todos os trâmites quanto a documentação, inclusive com a pesquisa junto à Caixa Econômica Federal para a utilização do FGTS na aquisição, mas para tanto nos cobrou a quantia de R$ 1.*******,00 (Mil Reais) – Temos todos os comprovantes e evidencias em email para imobiliária e para o próprio funcionário Vitor Moura.

Considerando que trabalho todos os dias, minha mãe é uma senhora idosa e minha esposa está de licença maternidade com dedicação exclusiva aos cuidados do nosso bebe, aceitei o trabalho oferecido pelo corretor de imóveis Vitor Moura e transferi os R$ 1.*******,00(comprovantes enviados para imobiliária e para o próprio corretor) para a conta indicada por ele, encaminhando o comprovante de transferência para o e-mail da imobiliária juntamente com a documentação exigida pelo corretor (documentos pessoais, imposto de renda, comprovante de renda, etc).

Passado mais de um mês sem nenhum andamento por parte do corretor, após insistentes contatos nossos, ele nos informou que o apartamento que havíamos gostado e já negociado, não poderia mais ser objeto da venda, tendo em vista que o proprietário já havia utilizado o FGTS para sua aquisição e que, portanto, não poderíamos utilizar agora e que ele já tinha, inclusive, vendido à uma terceira pessoa.

Achamos muito estranho, pois no momento em que nos apresentou o apartamento, afirmou categoricamente que não havia nenhum empecilho para a sua aquisição.

Mas dando um voto de confiança ao corretor(Vitor Moura, funcionário da Imobiliaria), que até então parecia ser de boa fé, fizemos mais uma viagem de Osasco(dia 18/07) até a Praia Grande para conhecer outro apartamento que ele tinha para nos mostrar, coincidentemente no mesmo condomínio do outro que já não tinha dado certo.

Chegamos lá, e mesmo sendo este outro apartamento um pouco mais caro que o outro, decidimos ficar com ele, pois já não aguentávamos mais procurar por apartamentos e esperar pelo negócio.

Mais uma vez, o corretor Vitor nos garantiu que o apartamento não tinha nenhum empecilho para venda, então negociamos o valor da compra, assinamos a proposta com a imobiliária e demos um cheque de sinal no montante de R$ 17.*******,00 (dezessete mil reais).

Como já havíamos pagado a quantia de R$ 1.*******,00 ao corretor, ele se comprometeu a dar andamento no processo de documentação para a aquisição do referido apartamento .

O corretor nos deu um prazo de 20 dias para concretização do negócio, mas passados os vinte dias, como o corretor Vitor teve um problema de saúde, entramos em contato com a imobiliária por meio da funcionária de nome Eduarda e Rubi, indicada pelo senhor Vitor como a pessoa que poderíamos contatar na sua ausência.

A cada contato nos era dada uma desculpa, uma hora era um documento que faltava, outra hora estavam aguardando vistoria, outra ora não sabiam qual era a situação, todos na imobiliária, principalmente o senhor Vitor nos “enrolando” com respostas evasivas e com promessas de retorno, que nunca se concretizavam.

Até que em meados de agosto, cansados de tanta enrolação, entramos em contato por mensagem com outra funcionária de nome Rubi por meio de mensagens e esta nos informou que a documentação do apartamento estava com problemas, que dependia de um formal de partilha.

Ao mesmo tempo o senhor Vitor, que permanecia afastado da imobiliária por motivo de saúde, após nosso insistente contato, nos informou que a imobiliária estava nos enganando, pois não havia problema nenhum de formal de partilha.

Daí desconfiando da informação da funcionária Rubi, pois não tínhamos verificado nenhuma indicação de inventário na matrícula do imóvel quando demos o sinal, indagamos quem teria morrido por parte dos vendedores, quando mais uma vez a funcionária mudou a versão do que havia ocorrido, e nos informou dessa vez que a proprietária havia desistido da venda.

Foi quando tivemos que fazer uma TERCEIRA VIAGEM(22/08) à Praia Grande para apurar o ocorrido e solicitar a devolução do nosso cheque dado de sinal e da quantia de R$ 1.*******,00 dada como pagamento para providências quanto à documentação.

Nos foi prometido pela funcionária Rubi que seríamos atendidos pelo corretor responsável pela imobiliária de nome Dr Jose Candido Lemes Filho – CRC: 1SP114868/0-9, mas lá chegando o senhor Jose Candido sequer estava presente para nos receber e explicar a verdadeira versão do ocorrido, em sinal de inteiro DESRESPEITO por nós clientes, que estávamos a 3 meses atrás de respostas, fazendo a terceira viagem(22/08) em busca de um negócio que nunca se concretizava, gastando dinheiro com viagens, ligações telefônicas, investindo tempo e só recebendo em troca respostas contraditórias.

Lá estando a senhora Rubi veio com mais outra verão, nos informou que o corretor Vitor tinha nos enganado, pois o apartamento já não estava a venda a quando ele nos ofereceu, e que não éramos o primeiro cliente que reclamava, que ela mesma estava atendendo outros clientes com problemas parecidos, que ele usava como método enrolar os clientes e nos aconselhou a não atender mais as ligações do Vitor, pois ele era perigoso.

Na ocasião a funcionária Rubi nos disse que apenas poderia nos devolver o cheque no valor de R$ 17.*******,00 dado como sinal, mas que os R$ 1.*******,00 pago pelo trabalho de documentação do imóvel, como tinha sido pago ao corretor Vitor, a imobiliária teria que averiguar o ocorrido antes de nos devolver o valor.

Ficamos transtornados, AFINAL QUEM FALA A VERDADE NESTA IMOBILIÁRIA? ficamos sendo jogados de uma lado pro outro, ninguém se dignifica em nos atender de forma ética e clara, e além de todo o prejuízo ainda PERDEMOS A OPORTUNIDADE DE FAZER OUTROS NEGÓCIOS E NOS SENTIMOS ENGANADOS.

Hoje, 31/08/******* Já se passou mais de uma semana que estivemos pela terceira vez na imobiliária e até o momento, o senhor Jose Candido Lemes Filho (que se diz responsável pela imobiliária) não nos atendeu, já ligamos diversas vezes, mas a cada ligação nos dão uma desculpa para a sua ausência e também não DEVOLVERAM NOSSO DINHEIRO.

Quando se procura um serviço de corretagem para aquisição de um imóvel, se busca segurança, transparência e ética, pois se espera estar tratando com profissionais do ramo, mas tivemos uma tremenda decepção neste caso.

Queremos nosso dinheiro do volta, pois a imobiliária deve ser responsável pelos atos de seus a funcionários, como podem presenciar os clientes serem ludibriados e não adotar nenhuma providência para amenizar os prejuízos causados aos seus clientes.

Dessa forma, vemos requerer a IMEDIATA DEVOLUÇÃO DA QUANTIA DE R$ 1.*******,00 paga à imobiliária na pessoa do seu corretor Sr. Vitor Moura.

Iremos prosseguir com as medida legais cabíveis.



Ass. Paulo Rocha(Engenheiro) – telefone: ************** e Viviane de Moraes(Advogada)

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Resposta da empresa

31/07/2020 às 16:33

Prezado Sr. Paulo

Em atenção à sua reclamação, informamos que a mesma foi atendida em setembro de ******* pelo canal fale conosco.

Caso v.sa. necessite entrar em contato com o CRECISP, solicitamos que nos contate por meio de nossos canais oficiais disponíveis em nosso site https://*******, que são o Chat e o canal Fale Conosco na aba Atendimento Digital. Suas dúvidas serão prontamente atendidas.

O CRECISP está à disposição.

Atenciosamente
CRECISP 2 Região

Consideração final do consumidor

31/07/2020 às 16:37

Muito obrigado, problema resolvido.

O problema foi resolvido?

Reclamação resolvida

Resolvido

Voltaria a fazer negócio

Sim

Nota do atendimento

10