Reclamação não respondida

Não respondida

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São José dos Campos - SP

10/04/2017 às 16:29

ID: 25456503

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Fui extremamente destratada pela vendedora Mariana da unidade de Bragança Paulista!
Há duas semanas comprei um vestido de festa na loja Cristina Acedo do shopping Iguatemi de Campinas e, como de costume, fui muito bem atendida. Levando em conta que moro em São José dos Campos e meus pais em Atibaia, para fazer os ajustes da barra, ficaria mais fácil irmos até a unidade de Bragança para isso. Essa possibilidade nos foi oferecida no mesmo dia da compra por duas vendedoras da loja de Campinas.
Durante a semana passada, minha mãe ligou na unidade de Bragança confirmando que eu havia comprado um vestido na loja de Campinas e que, no sábado, levaria o vestido para fazer a barra. A atendente nos forneceu o horário de funcionamento da loja (a partir das 9h), o endereço e confirmou que o serviço seria feito.
Saímos de Atibaia com antecedência e chegamos na loja às 9h em ponto. Quando entramos na loja e explicamos o serviço que nos havia sido oferecido e já tínhamos combinado, a vendedora Mariana nos falou, de maneira extremamente grosseira, que estávamos com a informação errada, que as vendedoras de Campinas tinham se enganado ao nos oferecer tal possibilidade porque ela não faria ajustes aos sábados e nem em vestidos que não tinham sido vendidos especificamente por ela. Explicamos mais uma vez que havíamos saído de outra cidade para isso e que tudo já tinha sido confirmado por telefone. Ela ficou repetindo que a loja nem estava aberta ainda (sendo que estávamos lá dentro e já era mais de 9h) e que ela não tinha que fazer o que estávamos solicitando. Mesmo com toda a grosseria da vendedora Mariana, continuamos pedindo que nos atendesse, pois tínhamos outros compromissos e não tínhamos outra opção.
Ela então pegou uma tesoura e concordou em cortar a barra, mas continuou GRITANDO que não era obrigação dela fazer isso. Muito chateada, eu respondi que já havia entendido que ela estava fazendo um favor, mas queria saber se pelo menos era de bom grado. Mariana respondeu que não, que não era de bom grado, pois ela não tinha que fazer nenhum ajuste a alguém que não havia comprado o vestido com ela (ou seja, mais uma vez deixou claro que o que importa ali é receber a comissão, e não atender bem uma cliente).
Fomos então EXPULSAS DA LOJA! Esse foi o tratamento que eu e minha mãe, depois de já ter feito uma compra, recebemos.
Tivemos então que viajar uma hora para ir até a loja de Campinas. Lá deixamos o vestido, contamos toda essa situação e escutamos que, sim, a empresa permite que o vestido seja ajustado em qualquer unidade e em qualquer dia. No fim, com o vestido pronto, a gerente Lika procurou nos tranquilizar, pegando meu telefone e garantindo que a dona da empresa entraria em contato comigo para que eu pudesse contar a ela tudo o que aconteceu.
Faço essa reclamação, pois espero abrir o olho de muitas pessoas em relação a esse tratamento assombroso que, ainda por cima, foi negligenciado pelos administradores da empresa.

Depois de 4 dias, uma moça chama Marília entrou em contato comigo e pediu que eu contasse a minha versão da história. Disse que demorou para me telefonar porque estava aguardando as imagens das câmeras, ou seja, mais importante que ouvir o cliente é se certificar de que ele não está mentindo a troco de nada (pois não estou pedindo dinheiro algum, apenas uma retratação da loja e um pedido de desculpas da vendedora a mim e minha mãe).

Aguardo uma resolução.

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