Abuso e Coação em Cruzeiro: Passageira com Fratura Exposta a Pior Experiência de Vida

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Belo Horizonte - MG

23/04/2026 às 17:06

ID: 246792333

Venho, por meio desta, reclamar da empresa Cruzeiros Gospel pela forma desrespeitosa com que trata o consumidor, sempre COAGINDO e tentando SILENCIAR. Nesse sentido, adquiri um cruzeiro no navio Costa Diadema por meio da agência Cruzeiros Gospel, tendo desembolsado mais de CINCO MIL REAIS incluindo o pacote de bebidas sem álcool, e tive a PIOR EXPERIÊNCIA da minha vida. Ademais, registre-se que a agência Cruzeiros gospel adota postura reiterada de coação e tentativa de silenciamento do consumidor.
Comprei um cruzeiro no navio Costa Diadema por meio da agência Cruzeiros Gospel, tendo pago mais de CINCO MIL REAIS, incluindo o pacote de bebidas ILIMITADO sem álcool, e tive a PIOR EXPERIÊNCIA da minha vida, sendo ENGANADA, COBRADA EM DUPLICIDADE e COAGIDA. Com efeito, trata-se de situação extremamente grave e incompatível com a boa-fé objetiva.
Infelizmente, no dia do embarque, sofri um acidente e tive dois dedos fraturados. Diante disso, o ortopedista afirmou expressamente que eu não tinha condições de embarcar. Em razão disso, tentei contato com a agência, porém sem sucesso. Na sequência, entrei em contato com a Costa em São Paulo, informei que havia sofrido um acidente, que estava dentro do consultório médico e solicitei o e-mail ou WhatsApp para enviar os laudos médicos, o que me foi negado.
Não bastasse isso, mesmo eu tendo informado que sofri um acidente e estava com dois dedos fraturados, a atendente da Costa São Paulo me disse: você deveria ter informado com SETENTA E DUAS HORAS DE ANTECEDÊNCIA, como você não informou com essa antecedência, ou você embarca, ou PERDE TUDO. Diante disso, questionei como poderia avisar com tal antecedência, considerando que o acidente ocorreu naquele mesmo dia, minutos antes de chegar ao consultório médico. Todavia, de forma extremamente grosseira, ela debochou: vários passageiros que desistem de embarcar alegam que sofreram acidentes. Ainda assim, insisti para que ela me informasse o e-mail para envio dos exames e laudos médicos para comprovar a veracidade, porém, de forma extremamente estúpida, ela respondeu: ou você embarca, ou PERDE TUDO.
Diante disso, fui ao Porto de Santos tentar resolver a situação de forma plausível e procurei alguém da agência, porém não encontrei. Em decorrência disso, conversei com uma funcionária da Costa, mostrei os laudos médicos, bem como o meu pé MUITO inchado e completamente imobilizado, mas a resposta da funcionária foi: embarca e resolve na recepção do navio, não posso fazer nada aqui, na recepção eles resolvem e te dão assistência.
Insisti que não tinha condições de embarcar e pedi que me fornecessem um voucher para embarcar posteriormente, mas ela disse: não há essa possibilidade, ou embarca, ou perde, na recepção eles vão te dar assistência. Diante da ausência de alternativa, embarquei. Ressalte-se que, enquanto o navio estava no Porto de Santos, nem a agência Cruzeiros Gospel, nem a Costa se manifestaram, pois sabiam que, caso o fizessem, eu conseguiria descer e acionar o seguro, tendo, portanto, imposto o embarque justamente para blindar o seguro.
Ato contínuo, assim que o navio saiu do Porto de Santos, a coordenadora da recepção passou a me COAGIR para que eu DESEMBARCASSE em Ilhabela, o que foi negado, uma vez que eles próprios impuseram o embarque. Em razão disso, a coordenadora da recepção PROIBIU que eu acessasse as áreas do navio tão somente porque eu estava mancando e com os dedos enfaixados, impondo que eu permanecesse restrita à cabine e determinando que os únicos locais que eu poderia frequentar seriam os restaurantes do terceiro e do décimo andar, bem como a recepção. Além disso, proibiu-me de circular pelo navio, de frequentar festas e de acessar quaisquer outros ambientes.
Cabe atentar que adquiri o cruzeiro na agência Cruzeiros Gospel para participar dos cultos e do show do cantor Fernandinho. Todavia, de forma leviana, autoritária e abusiva, a coordenadora da recepção proibiu minha participação no referido evento, impondo que eu permanecesse dentro da cabine.
Diante dos abusos, fui ao show do cantor Fernandinho, porém só consegui chegar ao final, assistindo apenas ao último hino. Ainda assim, tão somente por ter saído da cabine, a coordenadora fez um estardalhaço e afirmou que, caso eu saísse novamente, acionaria os seguranças do navio, além de cortar a minha internet previamente paga, cancelar o meu pacote de bebidas ILIMITADO sem álcool, também previamente pago, e bloquear o meu acesso ao aplicativo do cruzeiro, impedindo-me de acessar a programação.
Diante de todos esses abusos, procurei o diretor da agência Cruzeiros Gospel e solicitei providências para cessar as humilhações e exposições vexatórias. Contudo, ao invés de resolver, o diretor passou a me COAGIR e a tentar me SILENCIAR, afirmando: você não cita nem o nome da minha agência porque isso pode prejudicar a minha agência.
Não bastasse toda essa barbárie, mesmo tendo adquirido o pacote de internet dias antes do embarque, de forma ABUSIVA e LEVIANA, a coordenadora da recepção cortou a minha internet para me forçar a desembarcar, o que foi por mim recusado. Ademais, ultrapassando todos os limites do razoável, determinou que estourassem a fechadura da minha cabine, impedindo-me de trancá-la por dentro, conforme prova fotográfica.
E, em uma escala de perversidade sem precedentes, a coordenadora impôs que eu DESEMBARCASSE em Itajaí, quando o desembarque correto seria em Santos, bem como me coagiu a assinar documento simulando DESEMBARQUE VOLUNTÁRIO, quando, na realidade, eles impuseram desembarque, me deram um documento SIMULADO desembarque voluntário em evidente tentativa de blindagem do seguro.
Diante de todos os abusos, expus a situação nas redes sociais, e somente então, no ÚLTIMO DIA do cruzeiro, quase ao meio-dia, a Costa informou: AGORA estamos te liberando e você pode acessar as áreas do navio, o que se deu tardiamente e sem qualquer utilidade prática, tendo em vista que era o era o ÚLTIMO do navio
E, vergonhosamente, a agência Cruzeiros Gospel não interveio em nenhum momento. Ao contrário, vem me COAGINDO e tentando me SILENCIAR, afirmando: não cite o nome da minha agência para não prejudicá-la. Além disso, o diretor passou a defender a Costa e a me coagir para não ajuizar ação.
Cabe frisar que a Costa cancelou o meu pacote de bebidas ILIMITADO previamente pago e realizou cobrança em DUPLICIDADE, bem como cobrou novamente pela internet já quitada, adotando conduta abusiva e leviana contra o consumidor.
Comprei o cruzeiro acreditando que realizaria um sonho, que teria acesso às áreas do navio, que poderia tirar fotos e me divertir. Entretanto, fui exposta de forma vexatória, cobrada em duplicidade, COAGIDA e tratada de maneira extremamente abusiva.
Se você estiver pensando em contratar a agência Cruzeiros Gospel, sugiro que repense, pois eles não prestam nenhuma assistência dentro do navio e o diretor desta COAGE o consumidor para que não mencione o nome da agência.

Segue, em anexo, a prova da [Editado pelo Reclame Aqui] onde a Costa Diadema São Paulo impôs o desembarque e, vergonhosamente impôs que eu assinasse este documento FORJANDO um desembarque voluntário para eximir a segurada e prova que a coordenadora da recepção do navio mandou estourar a porta para forçar o desembarque.

Espero a manifestação da empresa Cruzeiros Gospel, e amanhã, farei uma exposição de todas as PERVERSIDADES que a Costa Diadema São Paulo comete contra o Consumidor. Se a empresa não se manifestar, postarei TODAS as provas, inclusive áudios e vídeos.

No aguardo.

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Resposta da empresa

28/04/2026 às 23:56

A empresa Cruzeiros Gospel sempre pautou por excelência e comprometimento com seu cliente.

Embarcamos no cruzeiro no Navio Costa Diadema no dia 29 de março para um cruzeiro de 4 noites onde organizamos um evento gospel a bordo com um grupo de mais de 700 pessoas e no dia 30 de março a Sra. Cassia Vieira compareceu ao evento no teatro e informou para a nossa equipe que teve uma fratura em 2 dedos do pé antes de embarcar e a equipe com todo cuidado a ajudou a caminhar e foi colocada na 1 fileira do teatro junto com pessoas com necessidades especiais e não nos relatou mais nenhum outro problema.

No 3 dia do cruzeiro e 2 dia do evento a Sra. Cassia não participou e se apresentou para a nossa equipe ao término da programação informando que estava sendo mal tratada pela cia. marítima Costa Cruzeiros que a estava mantendo em cárcere privado e que tinha um som de apito quando saia da cabine, que a recepcionista Julia arrombou a porta da cabine dela não permitindo que saísse o que achamos tudo muito estranho pois em 16 anos trabalhando com cruzeiros com evento gospel a bordo nunca presenciamos situações como essa, mesmo assim, procuramos acalmá-la e ela disse que não teve nenhum problema com a nossa agência e que o problema seria com a Costa Cruzeiros e que é advogada e que iria processá-los e nesse momento falamos que não deveria fazer isso com a nossa agência já que ela própria disse que não teve problemas conosco sendo apenas um pedido sem qualquer tipo de coação. Passamos 1 hora e meia tentando acalmá-la quando depois fomos todos para a recepção do navio para ter uma resposta e que foi nos passado pela recepcionista Julia que em nenhum momento a Sra. Cassia foi obrigada a ficar presa na cabine do navio e prova disso é que ela se encontrava ali na recepção naquele momento e perguntou o que eles poderiam fazer por ela mas a Sra. Cassia Vieira só reclamava da Costa Cruzeiros repetindo a todo momento que foi humilhada e não dava uma solução ao problema que alegava ter e tinha uma amiga dela e seu filho em outra cabine e em nenhum momento eles intervieram a favor dela. Nesse mesmo dia a noite não a vimos no restaurante do jantar e perguntamos para a amiga dela onde ela se encontrava o que nos foi informado que estava na cabine e entramos em contato pelo interfone e pedimos para vir jantar o que foi negado.
No dia seguinte a vimos tomando café da manhã e fomos perguntar como ela estava e disse na frente da sua amiga e filho que iria desembarcar em Itajaí-SC interrompendo a viagem (por isso o pedido da Costa para assinar o documento) e pedi para que não fizesse isso já que as passagens aéreas de retorno para a cidade dela que é Belo Horizonte era por São Paulo mas disse que iria desembarcar de qualquer jeito e depois de 1 hora aproximadamente recebemos uma ligação da recepção da Costa Cruzeiros informando que a Sra. Cassia Vieira estava alegando que estava sendo forçada a desembarcar ocorrendo uma grande contradição no discurso e no comportamento.
Por fim ela finalizou o cruzeiro e retornou para casa e passados alguns dias nos enviou mais de 200 mensagens passando também a nos atacar e cobrar de nós situações que fogem da nossa alçada e fez a reclamação nessa plataforma que estamos ha 10 anos cadastrado sem ter qualquer problema grave e apenas 2 citações em todo esse tempo contando com essa atual e depois de publicar a reclamação nos enviou mensagem em 23 de abril pelo whatsapp dizendo que iria mesmo processar a Costa e quanto a nossa agência pediu para que apresentássemos uma proposta de acordo extrajudicial para que ela possa analisar e que se chegássemos a um acordo apagaria a reclamação (Temos esse print arquivado)