[Editado pelo Reclame Aqui] de Injúria, Injúria racial e calúnia cometidos pelo senhor Junior, que se diz proprietário da imobiliária

Reclamação não resolvida

Não resolvido

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Brasília - DF

17/09/2018 às 11:22

ID: 38493083

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Sou inquilino de um apartamento no edifício Panorama em Taguatinga (DF) desde o dia 21/9/*******. O imóvel foi locado por meio da Curitiba Administradora de Imóveis (no site da imobiliária https://******* consta também o nome Curitiba Empreendimentos Imobiliários).
No dia 12/9/*******, quarta-feira, o síndico do edifício onde moro foi à porta do meu apartamento com um documento intitulado carta de advertência. Nele, falava-se de barulhos vindos do imóvel em que resido entre 22h e 7h. Eles estariam incomodando outros moradores, especificamente, arrastamento de moveis, bateção de portas e cantorias). Essa é a primeira vez que me entregam uma carta de advertência). Como não concordei com as reclamações (não faço nenhum desses tipos de ruídos em qualquer horário), não assinei o documento. Mas pedi ao síndico uma das vias da documentação para contestá-la formalmente. Ele se recusou a entregar-me, alegando que não o poderia fazer, porque me recusei a assiná-la. Porém disse-me que tinha deixado na imobiliária uma via e que lá poderia solicitar uma cópia.
No dia 13/9/*******, liguei para a imobiliária, conversei com dois funcionários do local (um deles o Danilo), solicitando uma cópia do documento. O Danilo informou-me que entraria em contato comigo quando obtivesse informações sobre a documentação. Não me ligaram.
No outro dia, 14/9/*******, por volta das 15h, liguei novamente para a imobiliária, conversei com um funcionário (não me lembro se era novamente o Danilo), e ele informou-me que eu não poderia ter acesso à documentação. Argumentei que era um direito meu, pois se tratava de informações a meu respeito, e precisava ter acesso ao conteúdo da carta de advertência para contestá-la. Ele novamente disse-me que não poderia ter acesso à documentação. Pedi para falar com o proprietário da imobiliária. Fui passado para o Junior, e ele disse-me que era o proprietário da empresa. Então, expliquei a situação para ele, solicitando uma cópia do documento, e ele de forma extremamente descortês se recusou a atender a minha solicitação. Disse a ele que era um direito meu, expliquei-lhe o motivo de necessitar de uma cópia (contestar a informação do documento) e mesmo assim ele disse-me que não teria acesso a uma cópia. Disse a ele que a negativa precisava ser justificada, e ele disse-me que não me daria simplesmente porque não queria dar, e que eu mesmo resolvesse a treta que tinha com o síndico. Expliquei para ele que não tinha qualquer treta com o síndico e insisti que precisava de uma cópia, e ele começou a me xingar reiteradamente de fariseu!. Perguntei a ele por que me chamava de fariseu e com que sentido usava aquela palavra, e os ataques não cessaram. Ele passou a falar que, se eu não sabia o que era fariseu, deveria ler a Bíblia, que era um ignorante por não ler a Bíblia, desligando o telefone na minha cara.
Ciente de que tinha sido vítima do [Editado pelo Reclame Aqui] de injúria racial, pois tenho ascendência judaica, e injúria ao ser chamado de ignorante, fui, juntamente com a mãe do meu filho, ao estabelecimento imobiliário para conversar com o Junior sobre o ocorrido. Esperei uns trinta minutos, e, por volta das 17h30min, ele apareceu. Perguntei a ele com que sentido me chamou de fariseu, e ele continuo falando que era para eu ler a Bíblia, recusando-se a responder-me veementemente. Disse a ele: e se eu não quiser ler a Bíblia? E se eu quiser, por exemplo, ler o Corão? Aí, ele me disse que era daquele jeito porque eu não lia a Bíblia, mas lia o Corão. Novamente, vítima de injúria. Vendo que eu ia ligar para a Polícia Militar, ele pediu a uma das funcionárias para ligar para a polícia e voltou para a sala dele. A funcionária não ligou para a polícia, mas ele ou alguma outra pessoa do local ligou.
Liguei para a Polícia Militar (*******) e pedi uma viatura. Esperei uns 30 minutos, e a viatura não chegou. Liguei novamente para a PM e fui informado que deveria aguardar ou ir a uma delegacia registrar a ocorrência. Aguardei. Nesse ínterim, o sindico foi à imobiliária e entrou na sala do Junior (parece que este ligou para o síndico). Pouco tempo depois, vi um carro da Polícia Civil se aproximando. Acenei para eles. Eram três policiais. Falei que eu tinha pedido uma viatura. Perguntaram-me se eu era a vítima, e eu respondi que sim. Comentaram que lhe tinham informado que havia alguém armado no local e me pediram para levantar a blusa, o que atendi prontamente. Aí comentei com um dos policiais que a informação passada a eles de que estaria armado poderia ser tipificada como outro [Editado pelo Reclame Aqui], o de calúnia, pois não estava armado. Então percebi que tinham ido ao local por causa da solicitação do Junior. Expliquei a situação para eles. Depois, foram conversar com o Junior. Saindo da sala dele, falaram que deveria ir a uma delegacia registrar a ocorrência. Só depois da saída dos policiais, após um tempo, o síndico saiu da sala do Junior. No mesmo dia, por volta das 18h, fui à delegacia e solicitei o registro da ocorrência. Na delegacia, solicitei que o delito fosse tipificado como injúria racial. Porém registraram como injúria e alegaram que após o delegado colher os depoimentos poderiam mudar a tipificação.
Registro esta reclamação aqui porque sou cliente da Curitiba Administradora de Imóveis (como cliente devo ser, no mínimo, respeitado, inclusive, porque cumpro com todas as obrigações estipuladas em contrato) e fui, não só um grandemente desrespeitado pelo senhor Junior, mas vítima de discriminação, injúria e calúnia por parte dele, quem deveria dar o exemplo para os funcionários do local. Parte do que narro aqui, aconteceu diante de outros clientes da imobiliária, funcionários, transeuntes e comerciantes (passavam pessoas pela movimentada rua onde se encontra a imobiliária e, de frente para ela, há outros estabelecimentos comerciais, por exemplo, uma academia crossfit, uma lanhouse e uma escola de dança).

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Consideração final do consumidor

02/06/2019 às 20:57

Péssimo.

O problema foi resolvido?

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

0