Cyrela, Magik e Diez continuam a infringir leis:cadê as providências, Prefeitura de SP?

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São Paulo - SP

30/11/2021 às 10:34

ID: 133797233

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Mais um capítulo desrespeitoso foi protagonizado nos últimos dias no Klabin pelas construtoras Cyrela e Magik, e a Demolidora Diez.
Estas empresas iniciaram esta semana mais um ato que atenta contra a saúde dos moradores da Chácara Klabin. Às irregularidades que vêm sendo praticadas nas demolições realizadas na Rua Francisco de Vitória - poluição sonora (produzindo ruídos acima dos 80 decibéis permitidos por lei), uso de retroescavadeiras avantajadas não autorizadas em obra urbana, produção de intensa poeira sem uso preventivo da quantidade necessária de aerossóis de água/ névoa exigida por lei, e não emprego de telas de proteção nos imóveis vizinhos soma-se agora o tratamento dos RESÍDUOS DE DEMOLIÇÃO NO PRÓPRIO LOCAL, OU SEJA, A CÉU ABERTO, NO MEIO DE UM BAIRRO RESIDENCIAL.
É amplamente comprovado pela publicação de vários trabalhos científicos que esse material é altamente TÓXICO DO PONTO DE VISTA FÍSICO, QUÍMICO E BIOLÓGICO, já que a maioria dos imóveis demolidos tem de 35 a 40 anos, tendo em suas construções como base o AMIANTO, COMUMENTE UTILIZADO NAQUELA ÉPOCA NA CONSTRUÇÃO CIVIL. Para quem não sabe, o amianto foi terminantemente proibido por ser altamente cancerígeno. Por essa toxidade, seu descarte deve ser realizado em áreas especialmente destinadas para tal.
Porém a Diez, a Cyrela e a Magik parecem desconhecer ou ignorar tais preceitos já que, há dois dias, todo entulho da obra é colocado em uma caçamba com furos laterais, acoplada às retroescavadeiras que, através de movimentos rotativos de vai e vem, peneiram o material, separando os blocos maiores do material arenoso e produzindo uma nuvem de POEIRA TÓXICA QUE SE ESPALHA POR TODO O BAIRRO e que pode provocar não só doenças respiratórias, como a fibrose pulmonar, que é IRREVERSÍVEL, mas também doenças autoimunes e câncer.
A todas estas irregularidades acrescenta-se a falta de cumprimento de horário. No último sábado, 27/11/21, às 13h10 a obra continuava a todo vapor quando o horário previsto em lei para esse dia é das 8h às 13h. E o desrespeito passa também pelos caminhões enormes utilizados para remover o entulho, estacionados na frente da nossa residência a partir da 5h30 da manhã com os motores a diesel ligados, fazendo barulho e provocando um odor desagradável. Sem contar as conversas dos funcionários nesse mesmo horário em alto e bom som e recheadas de gargalhadas que têm nos acordados diariamente.
No dia 29/11/*******, às 17h15, as obras continuavam normalmente (horário permitido em dias normais é 8h às 17h). Solicitei aos operadores que parassem, uma vez que já havia passado o horário permitido, como não acataram meu pedido, fui obrigado a solicitar a presença da Polícia Militar que, em 4 minutos, chegou e fez com que os funcionários suspendessem imediatamente o serviço.
O mais incrível é que tudo isso ocorre, aparentemente, com a conivência da Prefeitura: registramos um pedido de fiscalização desta obra para que sejam tomadas providências sobre a poluição sonora e ambiental, a falta de telas protetoras e o perigo à saúde dos moradores ao redor e de crianças que frequentam escolas próximas, e fomos informados de que essa checagem pode demorar até 60 dias.. Como é possível que um problema de SAÚDE PÚBLICA tão agudo, seja negligenciado e tratado de forma tão burocrática pela Prefeitura?
Nós, moradores honestos, que compramos nossas residências com o fruto do nosso trabalho, e tivemos nosso IPTU majorado na semana passada, em meio à crise absurda que assola o País, com perda de empregos e redução de ganhos em geral, merecemos que nossos direitos básicos sejam respeitados. Não somos contra a obra, desde que ela seja feita DENTRO DO QUE A LEI PERMITE.
Todas as afirmações contidas nesta denúncia estão documentadas com fotos e vídeos, com datas e horários devidamente gravados, e poderão ser apresentadas para comprovação assim que necessário.

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Consideração final do consumidor

06/05/2024 às 12:20

Continuaram como sempre, desrespeitando a visinhança

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