Agressão física dentro do estabelecimento sem nenhum tipo de providência pela gerência

Reclamação não resolvida

Não resolvido

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São Paulo - SP

31/08/2015 às 11:36

ID: 14410293

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Nem sei como relatar o horror que passamos no sábado (22/08) neste bar.

Estive no referido estabelecimento para almoçar com amigas.

Fizemos nossa refeição e o bar começou a encher.

Em determinado momento uma garota da mesa ao lado sem querer, derrubou bebida em mim.

O rapaz que estava com ela se desculpou e eu pedi que eles solicitassem um guardanapo ao garçom, para que eu pudesse me secar. O rapaz foi embora e a garota respondeu que não iria solicitar nada e que eu mesma o fizesse.

Me levantei e fui até o proprietário/gerente da casa (Igor Stainoff) pedir um pano e que tomasse alguma providência a respeito. Este informou que poderia me dar um pano e que era tudo que poderia fazer.

Peguei o pano e voltei para a mesa para ir embora com minhas amigas, ao que fui abordada por um grupo de pessoas, incluindo homens, me acusando de ter jogado bebida em uma de suas colegas.

Para evitar qualquer tumulto ou discussão, respondi que não falaria com ninguém e que procurassem o gerente do bar Igor, para que este tomasse alguma providência. Ao que uma outra garota, começou a gritar comigo e colocar o dedo no meu nariz me acusando de ter jogado bebida na colega dela.

Uma de minhas amigas, nesta hora, levantou-se e perguntou à garota o que estava acontecendo, ao que a garota lhe atacou com um soco e unhada no pescoço.

Eu levantei para acudir minha amiga e fui agredida também pela garota, levando um soco na boca.

Minha boca começou a sangrar, me levantei e fui ao banheiro.

Retornei ao local para ir embora e a única pessoa que veio falar comigo foi um DJ da casa que inclusive, mencionou ter visto tudo e estar indignado com a atitude da Janaína, uma vez que eu nem discuti com ela, muito menos insinuei qualquer tipo de agressão.

Eu disse a ele que chamasse o gerente Igor para ver o que podia fazer, já que minha boca sangrava muito e parecia não estancar o sangue.

Ele disse que o Igor já viria falar comigo. E a única coisa que o Igor me respondeu foi que não poderia fazer nada.

A agressora e o seu grupo continuaram na casa e eu (a vítima) e minhas amigas é que tivemos que nos retirar.

Eu saí da casa e chamei a Polícia Militar, que em menos de 10 minutos chegou ao local e tomou as providências cabíveis.

Neste momento, e somente neste, o Igor saiu para propor uma conversa e que resolvêssemos tudo ali mesmo sem ter que ir à Delegacia. Além de estar com a maquininha de cartão cobrando a nossa conta...

Respondi que não falaria com ele e nem com ninguém, uma vez que tentei por duas vezes pedir ajuda a ele se recusou a tomar providências.

A Polícia Militar me encaminhou ao PS para atendimento e em seguida, seguimos para a delegacia, eu, minhas amigas, inclusive a que também foi agredida para registrar um Boletim de Ocorrência e assim o fizemos.

A agressora, também seguiu para a delegacia, mas ninguém por parte do estabelecimento me prestou qualquer tipo de auxílio ou socorro.

Disponho de boletim de ocorrência, bem como de laudo do IML (corpo de delito) validando os fatos.

Até agora os responsáveis pelo estabelecimento nada fizeram e mais uma vez o sentimento de impunidade é vivenciado na pele da sociedade que se porta de maneira decente.

Ir a um lugar que não é barato, para passar este tipo de situação é realmente o que não desejo a ninguém, e por isso estou deixando público a experiência mais horrível que passei em minha vida.

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Resposta da empresa

04/09/2015 às 12:36

Lamentamos o ocorrido com a consumidora em nosso bar. Em quase quatro anos de atividades, essa foi a primeira vez que passamos por uma situação de desentendimento dentro da nossa casa.



A consumidora queixosa me procurou dizendo que uma outra consumidora, que estava com um grupo de mais de vinte pessoas, sem querer havia derrubado água sobre ela. Ela queria que a casa tomasse providências, de pronto foi oferecida uma toalha, porém ela queria que além de ceder uma toalha, tomássemos outras providências. Foi perguntado a ela, qual outra providência, mas ela apenas dizia que queria outras providências.



Para amenizar o problema, foi oferecida para ela e suas três acompanhantes outra mesa, elas recusaram e continuaram na mesma mesa.

Momentos depois, o DJ que estava próximo às mesas tentou apaziguar os ânimos, pois ao que parece ocorreu alguma agressão, não sabemos se a possível agressão partiu de apenas um dos lados.



A policia foi chamada e quando chegou ao local, além da consumidora, parte do grupo da outra mesa também foi conversar com os policiais, tentando resolver o assunto. Como as pessoas estavam fora do estabelecimento, também me dirige para fora do bar, para o local onde estavam os policiais e os envolvidos.



Não houve acordo entre os envolvidos, a consumidora afirmou que iria imediatamente para a delegacia. Naturalmente perguntei sobre a conta da sua mesa e solicitei que trouxessem uma maquina de cartão, depois voltei para o interior do estabelecimento.



Como a própria consumidora afirma, as partes se dirigiram para o PS e em seguida para a Delegacia para resolverem o desentendimento.



Do ponto de vista do estabelecimento, infelizmente um pequeno acidente tomou proporções descabidas.



Deck Lounge Bar

Réplica do consumidor

29/09/2015 às 09:48

1. A primeira providência que eu, pessoalmente sugeri ao Igor, foi de conversar com a 2 garota a que me jogou bebida propositalmente, o que o sr. Igor, se recusou a fazer.
2. Não nos foi oferecida outra mesa, até porque o local estava lotada e não haviam mais mesas disponíveis.
3. Sim, o DJ tentou apaziguar os ânimos mas somente depois de ver minha boca ferida e sangrando. Aliás, o único que me prestou qualquer tipo de solidariedade
4. Como podem afirmar que não sabem de onde partiu a agressão se as únicas feridas éramos eu e minha amiga? Impossível termos agredido alguém e estarmos apenas nós duas feridas. E mesmo que isso fosse verdade, caberia aos responsáveis então colocar todos para fora, inclusive o meu grupo, já que o intuito seria manter a ordem, não?
5. A polícia foi chamada por mim...
6. Não houve acordo no bar, uma vez que precisei acionar a polícia e somente daí é que alguém veio falar comigo... Daí já não haveria acordo, uma vez que eu estava agredida e sangrando...
7. Sim, fomos ao PS, porque a polícia nos encaminhou, pois da parte do bar nada foi feito. Isso tudo consta do Boletim de ocorrência inclusive...
Não entendo estes fatos como um pequeno acidente, até porque fui agredida com intenção e não acidentalmente e além disso o estabelecimento não prestou qualquer tipo de suporte a mim, sendo necessário acionar a polícia.

Espero realmente que quem ler estes relatos, tenha o mínimo do bom senso em perceber que eu não poderia inventar toda uma situação ou até quem sabe me auto agredir para parecer que fui vítima.

Lamentável...

Consideração final do consumidor

21/03/2016 às 09:58

Sem comentu00E1rios. Prefiro ficar em casa do que passar na porta deste local.

O problema foi resolvido?

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

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