DEFENSORIA PÚBLICA NÃO ATENDE TELEFONE E NÃO INFORMA O CIDADÃO

Reclamação em réplica

Em réplica

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Belo Horizonte - MG

06/12/2021 às 17:07

ID: 134222337

Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa

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Estou horrorizada com a falta de respeito com o cidadão por parte da Defensoria Pública de MG. Só tem um número de telefone que está sempre ocupado. No site não encontrei nem as informações básicas. Enviei vários e-mails e nenhuma resposta! Na sociedade dita da informação, temos que ficar horas procurando por informação que é um direito do cidadão! E depois de semanas, até agora não consegui saber como obter uma simples declaração.

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Resposta da empresa

13/12/2021 às 14:07

Lamentamos o ocorrido.

Informamos que emitidos respostas pelo nosso canal Fale Conosco, obtendo a interação com a reclamante e, após o registro dessa queixa, tentamos contato por vários dias por meio do número de celular fornecido por ela para prestar-lhes maiores orientações devidas, sem sucesso, inicialmente Até que, por fim, conseguimos o contato em um número de telefone fixo. Cabe informar que a reclamante foi atendida também pessoalmente na unidade da Defensoria no Barro Preto, em Belo Horizonte.

Como tem advogado particular constituído, a reclamante não poderia ser assistida pela Defensoria Pública, conforme o ordenamento legal deste serviço público. Mas nos colocamos à disposição para esclarecimentos pelo ******* e demais canais de comunicação divulgados no portal https://*******, como telefones, whatsapp e emails, além do campo Pesquisa de Satisfação.

Réplica do consumidor

20/12/2021 às 16:17

O problema teria sido resolvido se a Defensoria Pública disponibilizasse um funcionário com conhecimentos básicos da área jurídica para atender o telefone e fornecer informações para as pessoas. Se eu tivesse sido informada de que eu mesma deveria escrever a declaração de inexistência de impedimento para ser curadora, não precisaria ter pegado táxi para ir pessoalmente à Defensoria Pública localizada na rua Guajajaras. Chegando à Defensoria, tive acesso apenas à portaria e o porteiro tentou me ajudar como pode, já que não tem conhecimentos jurídicos. Ele me disse para ir a um local que não era o correto. Resumindo, peregrinei por vários órgãos até chegar à Promotoria de Idosos, onde me disseram que sou eu mesma que devo emitir a referida declaração. Saí de casa às 8h30 em busca dessa informação básica e retornei somente às 16 h. Esclareço que não queria ser assistida pela Defensoria, só queria uma informação básica.
Registro que uma funcionária da Defensoria me telefonou para saber sobre o ocorrido.