Cilindro de GNV instalado em dezembro de 2024 reprovado em inspeção por não atender exigências do Inmetro

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Duque de Caxias - RJ

13/05/2026 às 19:41

ID: 248580203

Estou entrando em contato para registrar formalmente minha reclamação e solicitar uma solução urgente para o problema ocorrido com o cilindro de GNV instalado no meu veículo pela Delgás.

Em dezembro de 2024, realizei a instalação do kit GNV com a Delgás, na unidade de Irajá. Na época, fui atendido pela vendedora *****. Após a instalação, fiz a inspeção inicial em 30/12/2024 na empresa Caxias Inspeções, em Duque de Caxias/RJ, e o sistema foi aprovado.

Conforme consta no Relatório de Inspeção n 31369/2024, o cilindro instalado possui as seguintes informações:

Marca: Mercocil
Série: *****
Capacidade: 56 L
Data de fabricação: 12/2024
Selo GNV: *****
Data da inspeção inicial: 30/12/2024

Naquele momento, como consumidor, confiei que tudo havia sido feito corretamente. Eu não tinha conhecimento técnico para saber se o cilindro, o selo, a certificação ou a documentação estavam de acordo com as exigências do Inmetro. Contratei uma empresa especializada justamente porque entendo que essa responsabilidade é de quem vende e instala o equipamento.

O problema é que agora, em 2026, ao retornar para realizar uma nova inspeção obrigatória do GNV, desta vez na empresa Homer Inspeções, também em Duque de Caxias/RJ, meu veículo não foi aprovado. Fui informado de que o cilindro instalado está em desacordo com as exigências do Inmetro, especialmente em relação à Portaria Inmetro n 436/2021, sendo necessária a troca do cilindro e a apresentação da documentação correta para que o veículo possa ser regularizado.

Pelo que consegui apurar, desde janeiro de 2024 os estabelecimentos que distribuem ou comercializam cilindros de GNV já deveriam vender somente cilindros em conformidade com a Portaria Inmetro n 436/2021. Ou seja, em dezembro de 2024, quando a Delgás realizou a instalação no meu veículo, esse tipo de exigência já estava vigente.

Por isso, não consigo entender como foi instalado no meu carro um cilindro que agora está sendo recusado justamente por não atender às exigências do Inmetro. Na prática, eu fui prejudicado por um problema que deveria ter sido identificado e evitado pela própria empresa no momento da venda e da instalação.

Tentei resolver a situação diretamente com a vendedora *****, da unidade de Irajá, que me informou ter analisado o caso junto ao supervisor *****, conhecido como *****. A resposta que recebi foi que a empresa só poderia me ceder um cilindro do ano de 2016.

Essa solução não faz sentido para mim. Eu fiz uma instalação em dezembro de 2024, com um cilindro fabricado em 2024, e agora estou sendo orientado a aceitar um cilindro de 2016 para resolver um problema que não foi causado por mim. Entendo que a empresa deve solucionar a situação com um cilindro regular, atualizado e em plena conformidade com as normas do Inmetro, seja ele de 2024, 2025 ou 2026, desde que esteja apto para aprovação na vistoria e não me cause novo prejuízo.

Hoje, meu veículo está impedido de concluir a vistoria do GNV. Isso está me causando transtornos, prejuízo e risco de ficar com o carro irregular, mesmo eu tendo feito todo o procedimento corretamente desde o início.

O fato de a inspeção inicial de 2024 ter sido aprovada não muda a responsabilidade da empresa que vendeu e instalou o equipamento. Eu apenas segui o procedimento indicado: contratei uma empresa especializada, instalei o kit, levei para inspeção e confiei que o serviço estava regular. Se hoje o cilindro está sendo recusado por uma exigência que já existia antes da instalação, entendo que houve uma falha grave no fornecimento do produto e do serviço.

Diante disso, solicito formalmente:

A reanálise imediata do meu caso;
A substituição do cilindro por outro regular, atualizado e em plena conformidade com as exigências do Inmetro;
O fornecimento de toda a documentação necessária para aprovação na inspeção;
A solução do problema sem custo adicional para mim;
Uma resposta formal da empresa com prazo e providência concreta.

Quero resolver essa situação de forma amigável e administrativa, mas preciso de uma solução real. Caso não haja retorno ou proposta adequada, registrarei reclamação no Reclame Aqui, Procon, Inmetro/IPEM e demais órgãos competentes, além de avaliar outras medidas cabíveis para reparação dos prejuízos causados.

Aguardo retorno com urgência.

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