Onix *******/******* com defeitos cronicos e sem resolução pela concessionária

Reclamação não resolvida

Não resolvido

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Farroupilha - RS

02/02/2024 às 11:25

ID: 180421325

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No dia 20/07/*******, eu e minha noiva Veronica Onzi Peroni procederam à aquisição de um automóvel Ônix, ano ******* modelo *******, modelo LT2, identificado pela placa ******* e número de chassi 9BGEB48A0PG284002, junto à concessionária DG Sul, situada em Caxias do Sul.

No ensejo da entrega, constatou-se, desde logo, uma imperfeição na maçaneta do veículo. No dia subsequente, 21/07, ao tentar realizar o emplacamento, restou infrutífera a diligência em razão da ausência da emissão da nota fiscal pela mencionada concessionária. Após contato estabelecido com a mesma, foi informado que o obstáculo decorria de inconvenientes na fase fabril, compelindo, por conseguinte, a aguardar até 01/08/******* para a efetiva solução.

Em 14/08/*******, foi dirigida comunicação ao vendedor Sr. Giovani, narrando a ocorrência de defeitos no veículo, a saber, ruídos na suspensão dianteira e desalinhamento do volante para a esquerda, sendo relevante destacar que o automóvel, naquela ocasião, totalizava meros ******* km. O vendedor, contudo, desconsiderou a mencionada comunicação.

Persistindo nos esforços para solucionar as inconformidades, múltiplos contatos foram realizados sem êxito até o aproximado dia 20/08/*******. Somente nessa data, foi orientado que encaminhasse o veículo à concessionária em 29/08/*******. Na referida data, o veículo contava com cerca de ******* km rodados e foram relatadas as avarias na suspensão, volante e as imperfeições na maçaneta e tampa traseira. A concessionária alegou ter corrigido os defeitos de direção e suspensão, comprometendo-se a requerer à fábrica a repintura da maçaneta e tampa traseira.

A resolução dos defeitos se resumiu a reaperto na suspensão e reprogramação da direção elétrica. Em 06/10/*******, o veículo foi novamente entregue para repintura da tampa e maçaneta, apresentando, contudo, novos defeitos, tais como ruídos na suspensão, desalinhamento do volante, desligamento da multimídia MyLink e descolamento do carpete.

Em 16/10/*******, foi comunicada a conclusão da reparação, assegurando-se que os defeitos haviam sido efetivamente sanados mediante nova reprogramação da direção, reaperto da suspensão dianteira e atualização do software da multimídia. Quanto ao descolamento do carpete, não foram fornecidas informações.

No dia 29/11/*******, novo contato foi estabelecido com a concessionária, reportando-se a persistência dos defeitos, incluindo ruídos na suspensão, desalinhamento do volante (reiterando-se pelo terceiro episódio), perda de potência e rangido no banco do motorista.

Em 04/12, o veículo foi levado à concessionária com aproximadamente ******* km, sendo informado que a programação da direção elétrica foi refeita, indicando-se que a mesma não estava registrando o ângulo e, caso o problema recorresse, seria imperativo substituir o módulo do veículo.

Recentemente, durante uma viagem a São Paulo, na qual foram percorridos aproximadamente ******* km, o veículo, agora com ******* km, voltou a manifestar os problemas relacionados ao desalinhamento do volante e ruídos na suspensão pela quarta vez, além de novos inconvenientes, como ruídos no volante e perda de potência.

Diante do exposto, pleiteia-se, junto à Chevrolet, uma solução célere e amigável, uma vez que se evidencia um vício de produto que a concessionária não logrou êxito em sanar. O valor do veículo já sofreu depreciação em virtude da repintura da tampa, configurando violação ao artigo 18, inciso 6, do Código de Defesa do Consumidor. Acresce-se que a constante convivência com tais defeitos representa afronta ao artigo 18, inciso 1, do referido diploma legal, considerando-se que, desde a aquisição do veículo até o presente momento, aproximadamente 30 dias transcorreram sem a plena utilização do automóvel.

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Consideração final do consumidor

20/05/2025 às 16:18

Foi necessário vias jurídicas para resolver.

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Nota do atendimento

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