Empresa extremamente despreparada, inidônea, e que age de má-fé

Não respondida
São Paulo - SP
27/03/2017 às 22:36
ID: 25146017
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesContratei a construção de uma cobertura de vidro na minha residência em 15 de dezembro de *******. O vendedor, preposto da Empresa Digicom, Sr. Ismar, em 25 de novembro de *******, durante as negociações preliminares, vendeu o serviço como sendo prestado por uma empresa profissional e séria, com equipes especializadas e engenheiros renomados, e que a obra ficaria pronta em no máximo dois meses. Recebi a visita do autointitulado engenheiro, Sr. Gilberto Martin (que também figura como diretor da empresa no contrato), alguns dias depois para fazer as medições e elaborar o projeto que ficaria sob sua responsabilidade.
A obra deveria ter sido iniciada logo no começo de *******, porém, passado o mês de janeiro sem notícias, liguei cobrando a realização do serviço (cuja primeira parcela já havia sido paga em dezembro de *******). Assim, a empresa informou que iniciaria os trabalhos, já de forma extemporânea, no dia 19 de fevereiro de *******. Contudo, para a minha surpresa, na data combinada, somente compareceu à obra o então supervisor operacional, Sr. Jailton, informando que a empresa terceirizada não havia mandado os funcionáhttps://******* situação se repetiu por mais duas ocasiões, em 22 e 23 de fevereiro, e após as mesmas desculpas surreais, o Sr. Jailton, disse que os próprios funcionários da Digicom é que fariam a obra da minha cobertura.
No dia 24 de fevereiro de *******, compareceram 3 prepostos da Digicom, o mais velho deles deveria ter uns 25 anos de idade, no máximo. Eles iriam descarregar parte do material (tubos de ferro de 3 metros, aproximadamente). Um dos meninos estava de chinelo tipo havaianas. Nenhum tipo de EPI (luvas, óculos, etc.) era utilizado pelos funcionários. A situação já prenunciava os problemas que ainda viriam acontecer: já era patente o amadorismo e despreparo tanto dos funcionários quanto da empresa...
Então os trabalhos tiveram início, e os problemas começaram a acontecer na obra: por falta de cautelas adequadas por parte dos prepostos da empresa, tive o encanamento da minha casa perfurado por duas vezes no mesmo local por um dos montadores da Digicom, causando um inconveniente descomunal por se tratar de encanamento de água pressurizada e quente; outro montador, queimou com uma lixadeira duas portas de vidro, cada uma com 2,0x1,2m, deixando marcas de ferro incandescente incrustadas nos vidros; outro ainda derrubou uma ferramenta no telhado de uma vizinha, quebrando algumas telhas, e numa ocasião distinta, derrubou uma garrafa de 2 litros de Thinner na sacada do meu quarto, danificando parte do piso de madeira. (E isso foi só o começo!).
É importante destacar que os funcionário da Digicom, quando vinham para trabalhar, o que não acontecia diariamente, chegavam por volta das 12h00 e saiam às 16h30, o que era ilógico, uma vez que tinham pouquíssimo tempo para realizar o trabalho. A falta de zelo dos funcionários, o despreparo e a ausência de fiscalização e orientação por parte da empresa Digicom foram se tornando cada vez mais patentes...
De repente, sem aviso algum, a Digicom decidiu, unilateralmente, paralizar a obra por um mês, entrei em contato por diversas vezes pedindo a continuidade do serviço e o adimplemento do contrato, mas a Digicom sempre com desculpas e enrolação foi postergando a retomada da obra até o final de abril de *******. Novos problemas foram acontecendo: erros na execução do projeto, com uma das traves de ferro totalmente fora do prumo (torta); diâmetro de alguns tubos de ferro em desacordo com o peso da cobertura; novos danos tanto na parte externa da minha residência, como por exemplo quebra de diversos pisos cerâmicos e entupimento de cano de drenagem d’água, provocado pelo excesso de pó de ferro enferrujado e acumulado por falta de asseio dos montadores da Digicom, além de riscos nas paredes internas pelo transporte de material pesado e sem cuidado pelos mesmos funcionários da empresa...
Registre-se que todos os problemas e reclamações, eram comunicados direta e imediatamente ao supervisor operacional da Digicom, pessoalmente ou por telefone/whatsapp, bem como à direção/comercial da empresa por e-mail.
O Sr. Jailton, já não suportando a pressão gerada pelos diversos problemas ocorridos no meu contrato (mora, danos, falta de comprometimento da empresa, etc.) , deixou os problemas da minha obra para serem resolvidos pela Sra. Kelly, que passou a ser a nova supervisora operacional em maio de *******.
Em 25 de maio de *******, após inúmeros telefonemas e muitos transtornos, consegui propor um acordo ao encarregado da área comercial, Sr. Jamerson, para retomar os trabalhos, efetivamente, na minha obra. Foi feito um adendo ao contrato original, concedendo, entre outras coisas, um prazo extra de trinta dias para a Digicom terminar a minha cobertura. E, ainda assim, mais uma vez, o prazo não foi cumprido. Com a retomada da obra, novos danos foram sendo causados pelos montadores da Digicom: torneira arrancada da parede pela queda de uma das traves de ferro; novas trincas no piso cerâmico, causadas pela queda de ferramentas; manchas de tinta nas paredes pela falta de proteção adequada; etc. Os vidros da cobertura demoraram meses para serem fabricados e muitos vieram com as medidas erradas, impossibilitando o aproveitamento ou sendo instalados com “gambiarras”.
Após diversas discussões e ponderações, a Sra. Kelly também desistiu de concluir a minha obra, passando o bastão para a responsável pelo setor financeiro da empresa, Sra. Paula, que tratou comigo por uma três ocasiões e, sentindo que não daria conta de solucionar as questões que se apresentavam, passou o bastão para um novo supervisor operacional de nome Claudinei.
Este senhor, Claudinei, começou, então, a querer terminar a cobertura de qualquer jeito, determinando aos montadores que fizessem tudo às pressas e sem muito capricho (se eles já não tinham muito zelo antes, agora menos ainda!). A pintura começou a ficar esquisita, os rufos preexistentes na minha residência que também haviam sido danificados pelos montadores, passaram a ficar https://******* assim, fui tolerando tudo com resiliência, pois já não aguentava mais o pesadelo que se tornara essa obra e sobretudo as tratativas com a Digicom. Lembrando que já era outubro de *******.
Ainda com a obra por terminar, foram instalados dois motores Gatter ******* na cobertura, que passaram a apresentar defeito. Na realidade, o instalador da Digicom não soube programar os motores, o que causou novos danos à estrutura e à pintura da cobertura.
No dia 11 de novembro de *******, ainda com a obra por acabar, o Sr. Claudinei compareceu a minha residência e retirou os dois motores Gatter ******* que haviam sido instalados, alegando que seria necessário configurá-los na oficina de um parceiro da Digicom, mas que os traria de volta na semana seguinte.
Passaram-se 20 https://******* em contato com o Sr. Claudinei por telefone, que, demonstrando despreparo, falta de educação e de caráter, disse que não teria como recolocar os motores por falta de pessoal e que eu deveria entrar em contato com o escritório da Digicom se quisesse tentar acabar a minha obra.
Desde então, tentei contato por diversas vezes por telefone, whatsapp e e-mail com Sr. Gilson Martin, Sr. Gilberto Martin, Sr. Jamerson Azevedo, Sr. Ismar Temponi, etc. ou outro responsável pela empresa Digicom. Nunca mais nenhum deles me respondeu, quando conseguia falar no escritório os funcionários sempre diziam que não havia ninguém lá que pudesse me atender (Gilson, Gilberto, Jamerson, etc.), mas que passariam o recado.
Embora eu tenha cumprido com a minha parte no contrato, além de sempre ter tentado uma composição amigável, a empresa Digicom simplesmente desapareceu da minha obra, deixando um serviço incompleto, com mais de um ano de atraso em relação ao pactuado, sem dar sequer uma satisfação ao cliente, causando-me um prejuízo enorme por danos e atrasos (além de terem se apropriado dos dois motores da minha cobertura), sem contar as dores de cabeça, e a falta de confiança na segurança da estrutura da cobertura, pois o Sr. Gilberto se omitiu em fornecer um laudo atestando a segurança da obra quando solicitado por mim.
Eis um breve resumo do que é contratar com a Digicom. Não se iludam com site e facebook: definitivamente, não é uma empresa séria e idônea.