NEGATIVA DE GARANTIA

Respondida
Brasília - DF
22/02/2015 às 20:32
ID: 11988538
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesEm 16/04/*******, adquiri na NAVESA Automóveis Ltda, um veículo zero quilômetros, marca SsangYong, modelo Korando At Executive 2.0, cor vermelho, ano *******, modelo *******, placa *******, chassi KPTA0B1SSCP032414, fabricado pela Ssangyong e representada no Brasil pela DISTRICAR – Importadora e Distribuidora de Veículos Ltda, no valor de R$ *******.*******,00 (cento e quatorze mil reais), com 36 (trinta e seis) meses de garantia.
Quando o veículo contava com aproximadamente 38.******* quilômetros rodados, comecei a ter problemas com o câmbio automático, ficava dando solavancos e ao parar o carro forçada uma saída, me obrigando a pressionar bem o pedal dos freios para que não se movimentasse, isto alterava o regime da marcha lenta, uma vez que o veículo oscilava a rotação do motor, passei a reclamar junto à concessionária NAVESA de Anápolis sobre a ocorrência e nenhuma providência foi tomada por aquela autorizada.
Na revisão dos 40.*******, voltei a relatar a ocorrência e nada de solução, é bom frisar o consultor técnico da autorizada, NAVESA DE ANÁPOLIS, não colocou o problema na nota de serviço das revisões.
Na revisão dos 50.******* km, informei, mais uma vez, sobre o problema do câmbio que já se mostrava recorrente, relatando sobre o seu mau funcionamento o qual apresentava engates demorados e quando o engate acontecia era acompanhado de um forte tranco.
Nesta ocasião, já revoltado pelo descaso relacionado às minhas constantes queixas relacionada com o mau funcionamento do câmbio, passei a questionar sobre os demais procedimentos sugeridos pelo fabricante descritos no Manual de Garantia e Controle de Manutenção Preventiva, sobre o sistema de Distribuição de Injeção que ainda não apresentava alteração, no entanto, indaguei sobre a verificação e exigi respostas, conforme recomendação da montadora, fui mais incisivo e exigi respostas.
Para minha surpresa, as revisões dos veículos SsangYong passaram a ser realizadas na concessionária NAVESA FORD de Anápolis.
Resposta do Consultor: os equipamentos adequados pra a verificação desses itens só podem ser feitas na NAVESA de Goiânia, percebi que a oficina de Anápolis só estava habilitada para a troca de óleo do motor e filtros.
Como informaram que a situação não apresentava riscos, continuei com o câmbio “capenga” (nessa situação instável) e as inspeções do sistema de Distribuição de Injeção abandonados à própria sorte.
EM 21/10/*******.
Depois de tanto descaso com relação às minhas reclamações, durante as revisões, já em Brasília, quando o carro acionou o modo segurança, pela primeira vez, resolvi recorrer à concessionária NAJU de Brasília, fui atendido pelo consultor Eduardo, que me informou que o serviço era recorrente em alguns Korando e que o reparo poderia demorar por 3 (três) meses e alegando que o pátio estava repleto de carros, sem espaço para o meu, me aconselhou voltar depois.
Friso que, sempre que o carro entrava no modo segurança, ao desliga-lo e religa-lo, esse status não mais aparecia no painel e trafegava normalmente. Cabe lembrar que ao retornar para a minha residência, ao tentar realizar uma ultrapassagem, sem aviso prévio, o carro deixou de engrenar as marchas e perigosamente me deixou em posição paralela com o automóvel a ser ultrapassado e as luzes de advertência permaneceram apagadas, até que decidir abortar a ultrapassagem.
Refeito do susto, resolvi ligar para assistência técnica da SsangYong e relatei o fato e, imediatamente o carro foi rebocado até a NAJU de Brasília. O reboque aconteceu no dia 21/11/*******, pela AUTO SOCORRO BANDEIRANTE, ficha de vistoria nº *******, às 17:05 h.
A quilometragem do carro contava, aproximadamente, 51.000km, com todas as revisões rigidamente em dia.
Já no dia seguinte, 22/10/*******, a NAJU de Brasília, por intermédio do consultor Eduardo passou-me o diagnóstico: ausência de lubrificação e superaquecimento do câmbio, segundo ele requeria a troca do câmbio, me exigiu as notas fiscais com a devida comprovação da troca do óleo do câmbio na revisão dos 40.000km;
De posse de todas as notas as encaminhei para verificação, não demorou para me avisar que não constatara a tal troca de óleo e que nesse caso eu deveria levar o carro para a NAVESA, pois ela era a responsável pelas a revisões e seria responsável também pela troca do Câmbio, já que não havia atendido as recomendações do fabricante.
Diante da negativa de cobertura, por negligência da autorizada da SsangYong, localizada em Anápolis - GO, fui obrigado a levar o carro para Goiânia, uma vez que tinha o conhecimento de que a representante sediada em Anápolis não estaria aparelhada para tal serviço.
Relato que pesquisando o - MANUAL DE GARANTIA E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA não encontrei recomendação específica para a troca do óleo do câmbio, vejam:
OBS.: NOTA (5) pagina, 25:
SE O VEÍCULO FOR PRINCIPALMENTE OPERADO SOB CONDIÇÕES SEVERAS, TROCAR O FLUIDO DA TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA E O FILTRO DE ÓLEO A CADA 40.******* KM (TRANSMISSÃO DE 5 VELOCIDADES) OU A CADA 30.******* KM (TRANSMISSÃO DE 4 E 6 VELOCIDADES).
MAIS SOBRE A TROCA DE ÓLEO DO CÂMBIO
Aqui a SsangYong não obriga a troca do fluido da transmissão, recomenda a troca somente para aqueles veículos submetidos à condições severas. Neste caso, o korando placa OHA ******* não se enquadra.
- TABELA DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA (Páginas 23 e 24)
Recomenda: (S) para o Óleo da transmissão manual, aos 10.******* km, 50.******* e *******.******* km.
Recomenda: (I) e Veja Nota (1), para Distribuição de injeção
Legenda:
(S) Substitua.
(I) Inspecione estes itens e partes relacionadas. Se necessário, corrigir, limpar, completar, ajustar ou substituir.
Veja Nota (1) Ajuste conforme necessário: Quando for visível fumaça excessiva (preta ou branca). Baixo desempenho/Economia.
O manual do Proprietário assinala: páginas 12-26 e 12-27, serviços programados de manutenção, sobre a transmissão automática (6 velocidades), notas (3) e (5): nota (3) – consulte “Lubrificantes e Fluidos Recomendados”; nota (5) – “Troque o fluido da transmissão automática (5 e 6 velocidades) e o filtro de óleo a cada 60.******* km se o veículo for principalmente operado sob condições severas.
O meu carro não foi utilizado em condições severas.
Dia 23/10/*******, dei entrada do carro na concessionária NAVESA, agora de Goiânia, fui recepcionado pelo consultor Uziel Jakson A. Pereira, ouvi a mesma queixa, pátio superlotado, passaram-se 15 dias até que me ligaram dizendo-me que tinha realizado uma reprogramação do câmbio e que o carro estava bom.
Logo que cheguei fui recebido pelo consultor Uziel Jakson A. Pereira, que me avisou que o mecânico que tinha realizado a reprogramação do câmbio precisava me falar algo, o que ele tinha que me falar foi hilário: que ele não havia feito um teste adequado para verificar a eficiência da reprogramação, haja vista a impossibilidade de submeter o carro a uma velocidade constante e contínua na cidade de Goiânia, devido o travamento do trânsito da Cidade e que a correção só poderia ser verificada se surtiu efeito entre ******* km e 1.******* km e que para esses casos eles usam a pista de acesso a Guapó (uma cidade Próxima a Goiânia). Disse ainda, como eu retornaria à Brasília, para que eu mesmo observasse o funcionamento do carro e o funcionamento do câmbio, já que o carro seria submetido à uma velocidade constante e contínua na rodovia BR *******.
Recebi o carro naquelas condições e iniciei meu retorno à Brasília. Enquanto estava saindo de Goiânia, realmente observei o seu trânsito totalmente travado devido à grande quantidade de semáforos e de carros, de tal forma que não pude perceber se o carro (ou câmbio) estava funcionando bem e nem tampouco mal, mas bastou acessar a BR ******* e alcançar a distância informada pelo mecânico (entre ******* e 1600km) para perceber que estava pior do que antes. Ao perceber a instabilidade do câmbio, ainda nas proximidades de Anápolis, após rodar por 50km, imediatamente, liguei para a concessionária de Goiânia, informando-os que o carro continuava apresentando problemas e eles me orientaram para que continuasse observando.
Ao rodar por volta de uns ******* km, fiquei surpreendido pois o carro apresentava ótima performance mecânica, mas não durou muito e os problemas voltaram, contatei o Sr. Aroldo, concessionária NAVESA de Goiânia e o informei que o carro voltou a acionar o modo de segurança e que precisava resolver o problema definitivamente, quando ele pediu que levasse o carro até Goiânia.
Dia 08/12/*******, resolvi levar o carro mais uma vez à concessionária NAVESA de Goiânia, para rever os recorrentes problemas de câmbio, quando na cidade de Alexânia-GO, ao reduzir a marcha para passar um dos muitos quebra-molas da cidade, o carro apresentou um barulho estranho na frente, me parecia algo solto que batia no asfalto, olhei para o painel para ver se tinha alguma luz de advertência acesa, constatei temperatura normal e luzes de advertência apagada, parei em frente uma oficina mecânica, e percebi que o barulho vinha de dentro do motor, no entanto, o carro não fumaçava, mesmo assim, achando que o câmbio tinha estourado de vez, resolvi acionar a seguradora no intuito de guinchá-lo até Goiânia.
O carro foi levado para o Pátio da concessionária no mesmo dia à tarde. No dia seguinte, 09/12/*******, fui até a concessionária e tive a desagradável surpresa, dita pelo chefe de oficina, Sr. Aroldo, que eram os bicos que tinham se danificado, para completar me afirmou que toda unidade de Força do carro havia se danificado, em função de calço hidráulico causado pelo mau funcionamento de uma peça parte do motor e que a garantia não cobria a reposição dos bicos e como o a unidade de força havia danificado em função do mau funcionamento deles a garantia também não o cobria.
Esse veredito foi feito sem o desmonte do motor para verificar com mais propriedade, isso dito me garantiu que em 72 horas me passaria o resultado, findo o prazo recebi uma ligação da concessionária me garantindo que realmente eram os bicos, pois havia, provisoriamente substituídos os bicos por outros, de um carro que estava na oficina, e que o carro havia funcionado perfeitamente.
Comprei os bicos na JP Imports, localizada em Chapecó - SC, já que os mesmos Bicos na concessionária custariam R$ 4.*******,00, cada um, sendo que os 4 importaria em R$ 16.*******,00, caríssimo para o padrão do carro, considerado popular em qualquer parte da terra.
Em 26/12/*******, verifiquei “in loco” a instalação e programação com sucesso dos novos bicos. Entretanto, o carro continuava apresentando o mesmo barulho estranho já mencionado, quando me foi pedido mais um tempo, agora, para desmonte do motor.
Dessa data em diante comecei a pedir auxílio do SAC SsangYong, para agilizar a descoberta do dito barulho: liguei, falei com a Viviane, às 15:56h, gerando o *******, e nada de resultado, voltei a acionar o SAC no dia 14/01/*******, falei com Ane Carolina, relatei todos os fatos e no mesmo dia a SsangYong me retornou prometendo me dar uma satisfação no outro dia.
Finalmente em 23/01/*******, recebi por email o valor do conserto que é de R$ 34.*******,66, esse custo é relativo somente aos danos causados pelo mau funcionamento dos bicos, negligenciado pelas concessionárias autorizadas da SsangYong, já que depois do dia 21/10/******* em diante o carro ficou praticamente sob a guarda da NAVESA Goiânia.
Será fácil constatar que não negligencie com as manutenções previstas pela DISTRICAR, comprovo que o carro em comento, foi levado à oficina autorizada pela Representante da Ssangyong, no tempo e na quilometragem sugerida pelo Manual.
É verídico afirmar que a autorizada reconhece que o calço hidráulico não foi causado por uma agente externo e sim por uma peça que deveria ser chegada e testada em todas as revisões, conforme recomenda em seu manual de garantia e controle de manutenção preventiva, página 23, no dito manual o item Distribuição de injeção é assinalado com a Nota (1) e letra (I) para todas as revisões;
Nota (1): Ajustes conforme necessário: quando for visível fumaça excessiva (preta ou branca) baixo desempenho/economia.
I : inspecione estes itens e partes relacionadas. Se necessário, corrigir, limpar, completar, ajustar ou substituir.
Em 26/12/*******, verifiquei “in loco” a instalação e programação com sucesso dos novos bicos. Entretanto, o carro continuava apresentando o mesmo barulho estranho já mencionado, quando me foi pedido mais um tempo, agora, para desmonte do motor.
Dessa data em diante comecei a pedir auxílio do SAC SsangYong, para agilizar a descoberta do dito barulho: liguei, falei com a Viviane, às 15:56h, gerando o *******, e nada de resultado, voltei a acionar o SAC no dia 14/01/*******, falei com Ane Carolina, relatei todos os fatos e no mesmo dia a SsangYong me retornou prometendo me dar uma satisfação no outro dia.
Finalmente em 23/01/*******, recebi por email o valor do conserto que é de R$ 34.*******,66, esse custo é relativo somente aos danos causados pelo mau funcionamento dos bicos, negligenciado pelas concessionárias autorizadas da SsangYong, já que depois do dia 21/10/******* em diante o carro ficou praticamente sob a guarda da NAVESA Goiânia.
CONCLUSÃO:
Já que a autorizada NAVESA de Goiânia constatou que o calço hidráulico foi causado por agente interno, ou seja, pelo mau funcionamento de uma peça indispensável pelo funcionamento do motor (bicos injetores), e que também não foi constata nenhuma negligencia minha relacionada à manutenção prevista pela Ssangyong/Districar, a garantia dos 3 anos, prevista para o carro e que também me seja concedido, pelo prazo necessário para correção dos defeitos ocultos apresentado pelo carro, tais como: substituição do câmbio e do motor um carro reserva de nível igual ao meu.
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Resposta da empresa
23/02/2015 às 10:28
Caro Sr. Sérgio,
Destacamos que a sua mensagem foi encaminhada aos setores responsáveis dentro da empresa. Tão logo tenhamos alguma definição a respeito, daremos o devido retorno.
Atenciosamente,
SAC Ssangyong