Loja cria constrangimento ao dificultar a troca de produtos, embora a possibilidade de troca tenha sido confirmada no ato da compra dos produtos.

Não resolvido
São Paulo - SP
24/06/2017 às 15:17
ID: 27052141
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesSomos uma casal que em 17.06.17, por volta de 16h30, comparecemos à loja Parada Inglesa para comprar produtos para uma reunião de família.
Pegamos os itens rapidamente, pois a loja estava prestes a fechar, SEPARANDO NA CESTA ALGUNS ITENS QUE APENAS SERIAM COMPRADOS CASO A LOJA TIVESSE POLÍTICA DE TROCAS.
Quando iniciamos os o registro dos itens, PERGUNTAMOS À OPERADORA DE CAIXA SE A LOJA EFETUAVA TROCAS E ELA CONFIRMOU QUE SIM. Com esta confirmação, ficamos tranquilos em adquirir alguns itens a mais, pois caso estes não fossem utilizados, poderíamos trocá-los hoje, quando planejamos voltar à loja para comprar itens para uma outra reunião familiar que está marcada para esse domingo.
Dessa forma, compramos 17 itens, somando R$ 76,62.
Hoje por volta de 13h00 comparecemos à loja para efetuar a troca de 5 itens com embalagens intactas e lacradas e para fazer a compra de vários produtos para a reunião familiar de amanhã, entretanto esta troca e compra foram inviabilizadas pelo constrangimento causado por uma funcionária despreparada e arrogante que se identificou como Débora.
PRIMEIRAMENTE DÉBORA AFIRMOU QUE A LOJA NÃO EFETUA TROCAS. Informamos que essa confirmação de troca veio da operadora de caixa, ENTÃO DÉBORA MUDOU A HISTÓRIA E DISSE QUE LOJA TROCA UM OU DOIS ITENS, MAS NÃO A COMPRA TODA (detalhe, são 5 itens dos 17 comprados, somando uma troca no valor de R$ 18,48). RESPONDEMOS, DE FORMA TAXATIVA, QUE A TROCA SERIA SIM FEITA, POIS CONFORME O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR A LOJA É OBRIGADA A SUSTENTAR O QUE A OPERADORA DE CAIXA DISSE. Tivemos que ouvir insinuações absurdas como de “gente que tenta trocar itens usados” sendo que apresentamos 5 itens somando R$ 18,48, em embalagens lacradas, perfeitas e intactas. NÃO TENDO ARGUMENTOS PARA NEGAR A TROCA, DE CARA FEIA E COM MUITA MÁ VONTADE, DÉBORA ENTÃO DISSE “PODE IR LÁ PEGAR O QUE VOCÊ QUISER, PORQUE ESTAMOS FAZENDO A TROCA COMO UMA GENTILEZA”. NESSE MOMENTO EU DISSE QUE IRIA SIM PEGAR, PORQUE A LOJA TEM OBRIGAÇÃO DE TROCAR E NÃO ESTÁ FAZENDO UM FAVOR, E QUE NUNCA MAIS COMPRARÍAMOS MAIS NADA NESTA LOJA. Não suficiente este constrangimento, em que fomos tratados como se estivéssemos tentando fazer algo errado ou a troca de produtos usados sem ter direito nenhum, Débora passou de alguém com muita má vontade para alguém alterada e começou com uma discussão, querendo de qualquer forma justificar que a loja não tem obrigação de trocar, inclusive apontando uma folha fixada na parede, onde o público certamente não consegue ver, indicando o artigo 49 do CDC. Pois bem, fica aqui o esclarecimento: este artigo não tem nenhuma validade para negar uma troca em uma situação em que a operadora de caixa confirmou a um cliente que a loja efetua trocas. A operadora de caixa não apontou para a parede e nem mostrou que loja adota a política de não trocar produtos. A operadora de caixa informou que a loja faz trocas e, por esse motivo, confiamos que a troca seria feita.
Nesse cenário, não vamos admitir sermos tratados como se fôssemos pessoas de má-fé ou que estivessem tentando trocar produtos usados como inicialmente sugerido, ou ainda tentando tirar vantagem de uma loja de doces, fazendo uma troca supostamente não permitida de produtos que somam um valor irrisório de R$ 18,48.
Fica a dica: instruam seus funcionários a não colocarem a empresa na situação ridícula ao a apontarem para um artigo de lei fixando na parede quando um outro funcionário já passou uma informação diferente para o cliente, dizendo justamente o contrário. Instruam seus funcionários a arcarem com as informações que são passadas e a prestarem um atendimento ao cliente apropriado. Sem nem entrar no mérito das consequências de criar constrangimento e humilhação insinuando que os clientes não estejam agindo com boa fé, ******* se realmente é viável esta postura da empresa ao criar um constrangimento dificultando a troca de produtos lacrados e intactos em um valor irrisório, perdendo uma compra de valor muito superior e perdendo os clientes.
A situação de serem tratados como se estivessem tentando fazer algo errado foi tão constrangedora, que me tirou do sério e inclusive gerou uma discussão nós, razão pela qual deixamos a loja sem fazer a troca e sem fazer a compra dos vários itens que precisávamos para a reunião de família amanhã, pois realmente não estávamos em condições de permanecer dentro da loja.
Daremos à empresa a oportunidade de se manifestar sobre o ocorrido, acreditando que a postura da funcionária mencionada seja uma conduta isolada, pois é realmente difícil de acreditar que uma loja que tem 3 unidades não tenha uma política de troca estabelecida e que cada um dos funcionários pense de forma diferente, uns achando que há troca, outros achando que não. Ainda, é difícil de acreditar que loja aprove como a melhor forma de prestar atendimento ao cliente a insinuação de que os clientes estejam trocando produtos usados ou fazer trocas de cara feia parecendo um favor.
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Consideração final do consumidor
19/04/2018 às 10:24
Infelizmente a postura da funcionária reflete a postura da loja. Também não responderam o email enviado.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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