CIA DO MÉDICO - BAIRRO REALENGO - MÉDICOS DESRESPEITOSOS

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Rio de Janeiro - RJ

14/05/2024 às 15:17

ID: 188764859

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No dia 09/05/24, dirigi-me à Clínica Cia do Médico, filial do bairro de Realengo, para uma consulta com o ortopedista, Rafael Gonçalves, CRM 52.*******. Como de costume, esperava uma consulta rotineira, onde, apesar da usual falta de simpatia por parte dos médicos, sempre fui tratada com respeito e consideração. Entretanto, desde os primeiros minutos, a consulta tomou um rumo inesperado e ofensivo.

Todavia, no início da consulta, o Dr. Rafael, seguindo o esperado, me perguntou qual era o meu problema; logo após de eu tê-lo informado, ele emitiu uma breve explicação do meu diagnóstico e logo após disse em tom sarcástico: Com 38 anos de idade você já deve estar acostumada a sentir essa dor, não é? Em seguida, entrou em um assunto totalmente fora do contexto, como se estivesse reiniciando a consulta, me fazendo subitamente, a seguinte pergunta: Você sabia que a mulher tem prazo de validade? E a minha reação foi de surpresa e estranhamento; me senti constrangida, mas enfim, aguardando por uma consulta mais elaborada sobre o meu diagnóstico, decidi escutar o que ele tinha a dizer. Daí em diante, ele começou a conversar e a desenhar em um rascunho, sobre hormônios, óvulos, maternidade, vida sexual; ou seja, tudo o que não dizia respeito ao contexto o qual estava inserido a consulta. Ele claramente fez uma comparação em que o homem ainda que mais velho, era fisicamente superior a mulher.

O Dr. Rafael parecia estar o tempo todo incomodado e antenado a minha idade, pois também mencionou que aos 38 anos eu já era velha, quando eu o rebati dizendo que eu ainda era jovem, mas ele insistiu, dizendo: Não, jovem é uma mulher de vinte anos de idade, você não. Em seguida, comentou que atual parceira dele é bem mais nova que eu, pois tinha trinta e cinco anos de idade. Como senão bastasse, ele apertou o menisco do meu joelho direito com tamanha grosseria, que sem eu mesma esperar, gritei de tanta dor. Nessa hora, ele não mostrou a menor preocupação ou empatia, e completou dizendo: Você sabe que você está flácida, né? E eu de forma constrangida, infelizmente concordei com ele.

Entretanto, como senão bastasse, ele me perguntou sem o menor contexto, se eu já havia tido um caso com algum primo meu. A essas alturas, eu já havia resolvido dá corda a forma como ele estava conduzindo a consulta e o respondi que não. O Dr. Rafael não satisfeito, começou a insistir nessa questão, dando a entender que não acreditava, me dizendo que eu só não saí com nenhum primo, por falta de oportunidade. Por que ele me julga??

No entanto, para piorar ainda mais o festival de ofensas, ele, em mais uma tentativa desequilibrada de mostrar que entende da função ao qual não estava sendo pago ou solicitado, resolveu dar uma de dermatologista, afirmando que eu tinha acne. Quando eu afirmei que não tinha, nitidamente ele se mostrou irritado por estar sendo contrariado e disse: Bom, é mais fácil mesmo botar um quilo de maquiagem na cara do que tratar, mesmo.. E eu fiquei olhando para ele, perplexa.
Absolutamente tudo o que eu falava, por mais que houvesse sentido era rebatido por ele, com base em sua majestosa formação em medicina, numa clara tentativa de intimidação e demonstração de superioridade, gratuitas, pois ele frequentemente afirmava: Eu estudei, falo com base na medicina. Logo em seguida, ele quis exibir os dotes dele como buco maxilo facial, me dizendo de um jeito nitidamente grosseiro e provocativo, que eu tinha a boca torta e caída. Inclusive, quando eu falei para o Dr. Rafael, que ele estava se perdendo na ortopedia, ele me respondeu de forma arrogante que ele entendia de tudo e que ele era tudo.

Para completar ele perguntou se eu tinha filhos, quando eu respondi que não, ele quis saber o motivo, e para resumir, ele me falou que se o meu marido soubesse que eu não queria ter filhos, que eu iria levar um pé na bunda. Todavia, eu em momento algum falei cabalmente que não queria ter filhos, apenas disse, que não é uma vontade máxima ou prioridade, mas que sim, é algo que eu e meu marido planejamos.

Ele ainda afirmou que eu era imbecil, após eu ter afirmado que gostaria de planejar um filho com base no horóscopo e eu respondi a ele que eu não era nenhuma imbecil e ele rapidamente corrigiu dizendo que ele disse que eu parecia imbecil e que parecer segundo a interpretação dele, não é ser. Em um dado momento da consulta, ele ainda reverberou a frase: Agora eu vou te julgar um pouco. Esse o qual se denomina doutor em várias áreas, me disse que para engravidar É só meter, meter e meter.. No entanto, se ele se diz formado em tantas áreas às quais também diz deter conhecimento técnico, por que utilizou essa expressou comigo?? Por quem ele me julga??

Inclusive, o Dr. Rafael foi antiético ao contar-me sobre a condição sexual / homossexual de um paciente de 12 anos de idade, o qual ele julga ter tido a criação errada, por parte da mãe, capaz de justificar o homossexualismo do paciente. E ainda quanto a mim, precisei lembrá-lo do meu joelho, afim de definir um tratamento, quando ele informou que o ideal seria uma aplicação de colágeno, mas que isso era muito caro, ou seja, mais de 1.*******,00 reais e sugeriu de forma irônica que eu pedisse esse tratamento de presente ao meu marido. Ou seja, nitidamente ele disse que eu não seria capaz de pagar o tratamento. Será que ela acha que as pessoas que moram no bairro de Realengo, são todas pobres, sem instruções e recursos financeiros??

Ele ainda me contou de forma muito amarga sobre o seu processo de separação, o qual ele saiu perdendo por ter investido maior valor monetário em um apartamento que acabou ficando para a ex mulher. Entretanto, em que eu, enquanto paciente poderia ajudá-lo no tocante?

Durante toda a consulta, o Dr. Rafael demonstrou uma preocupante fixação na minha idade, desdenhando da minha condição e fazendo comentários desrespeitosos e depreciativos. Suas atitudes, como apertar meu joelho com rudeza e insistir em questões irrelevantes e invasivas, revelaram uma falta de empatia e profissionalismo alarmante. O comportamento do Dr. Rafael não apenas feriu minha dignidade como paciente, mas também levantou sérias questões éticas e profissionais sobre sua conduta como médico. Eu saí perplexa, atônita do consultório, sem acreditar, pois nunca fui tratada desta forma por nenhum médico. O Dr. Rafael me ofendeu como pessoa, como mulher e como paciente do início ao fim da consulta, se envolvendo em assuntos demasiadamente delicados e particulares, como a minha vida conjugal, aos quais não competem a ele opinar e julgar.

Se ele julgou que com 38 anos de idade eu já estava acostumada a sentir a dor de uma fascite plantar, qual seria o motivo do atendimento dele? Logicamente ele despreza com mais veemência ainda as dores de pacientes idosos. Isso não passou de um claro deboche, pouco caso e sobretudo falta de respeito com a minha dor.

Todavia, o que ele quis dizer com: Toda mulher tem prazo de validade? Que a mulher de certa forma é inutilizável e descartável com o passar do tempo? Eu fui até ele cheia de dores, com o único objetivo de encontrar solução através do conhecimento dele, mas o que eu recebi foram ofensas profundas quanto a minha condição física, fisionomia, idade, caráter e capacidade. Ele me chamou claramente de velha, se utilizando ainda de comparações entre eu e mulheres de vinte e de trinta e cinco anos de idade. E ainda entrou numa questão séria, cuja envolve o meu rosto; questão essa que costumo expor apenas ao meu terapeuta e dermatologista, que inclusive, vai além da pele.

Tentou me vulgarizar e desmoralizar, enquanto casada, sobre a questão de eu já ter tido um caso ou não com algum primo. E para piorar se utilizou de tortura psicológica, dizendo de forma infundada, que o meu marido iria me dar um pé na bunda, caso eu não quisesse engravidar. Se utilizou de palavrões e palavras extremamente chulas como: Para engravidar é só meter, meter.. Quando vamos ao médico, geralmente vamos desarmadas, esperamos nos sentir acolhidas, respeitadas e compreendidas; também esperamos uma solução. Na minha opinião, o Dr. Rafael foi muito aquém dos limites; ele me constrangeu, me violentou emocionalmente, fazendo com que eu me sentisse profundamente inferiorizada e humilhada.

Para um médico não é suficiente dominar a técnica se é que ele domina realmente. Um médico precisa verdadeiramente amar o próximo e sobretudo ser humano, virtudes essas que não condizem em nada com a conduta do Dr. Rafael Gonçalves, que baseou integralmente a sua consulta em termos e opiniões altamente depreciativas contra a mim, enquanto ser humano e mulher.


Todavia, obtive informações da minha advogada, quando ela enquadrou facilmente a conduta do médico em questão, em um caso de misoginia, preconceito, danos morais e violência psicológica contra mulher a qual inclui: constrangimento, humilhação, perseguição e insultos.

Contudo, diante de tamanha falta de respeito e profissionalismo, eu e meu marido estamos determinados a buscar uma resolução adequada para o ocorrido. Pretendemos conversar pessoalmente com o responsável pela unidade de Realengo e exigir uma posição da clínica em relação ao comportamento inaceitável do Dr. Rafael Gonçalves., o qual não merece ocupar o cargo que atualmente ocupa. Caso não haja uma resposta satisfatória, estaremos prontos para adotar medidas legais para garantir que nenhum outro paciente seja submetido a esse tipo de tratamento desrespeitoso e prejudicial à sua integridade emocional.

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Consideração final do consumidor

17/07/2024 às 21:58

A médico foi demitido, pela cia do médico, após investigação do plano de saúde Assim.

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Nota do atendimento

7