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Rio de Janeiro - RJ

28/11/2023 às 15:29

ID: 176914193

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Prezados, boa tarde!
Eu me senti sendo feita de palhaça com a atitude do vendedor da farmácia que me atendeu na sexta-feira. Ele viu a receita e me pediu para retornar na segunda-feira à tarde, depois das 14 h, com a resposta da farmacêutica. Mandei a foto da receita ontem e refiz o questionamento e me foi respondido que eu poderia adquirir duas caixas. Quando foi hoje ele disse que não poderia vender porque a receita estava vencida. Ora, por que não me foi dito na sexta-feira que a receita tinha validade de apenas 30 dias?
Além do inconveniente sofrido, me fazendo perder tempo, o funcionário disse em alto e bom som que não poderia me vender um antidepressivo sem receita. Em primeiro lugar a Fluoxetina é um ansiolítico, ela me foi indicada para tratar a ansiedade e diminuir a compulsão alimentar. Medicamentos para depressão são tarja preta e não tarja vermelha. E mesmo que eu sofresse de depressão, eu acho antiético um funcionário falar nesse tom. Se vocês prezam tanto pelas normas, como disse o funcionário, comecem respeitando as infermidades dos clientes.
Imagine alguém chegando nessa farmácia precisando de remédios para AIDS ou tuberculose e o funcionário fala a doença para qualquer um ouvir!
Quando ele foi ríspido comigo, eu preferi sair da loja e não discutir, até porque estava acompanhada do meu filho de apenas de 10 anos.
Eu trabalho em duas escolas, trabalho em área de risco, faço pós-graduação, encaro trânsito todos os dias, então quem me receitou sabe do forte estresse que eu vivo diariamente e mesmo assim eu evito tomar, tanto que essa foi a última receita e eu não peguei o remédio de graça na Clínica da Família. Mas quando senti a necessidade de retomar, passo por tamanho constrangimento.
Até semana passada eu tinha compridos de março/******* guardados, mas devido à correria de final do ano eu precisei voltar a tomar para não enlouquecer com as cobranças da chefia.
E para finalizar, eu senti um tom irônico quando ele disse para eu comprar na farmácia do outro lado da calçada, que eles vendiam sem receita. Meus senhores, eu não sou uma drogada atrás de entorpecentes! Eu acho até que seria mais fácil comprar drogas ilícitas do que esse medicamento, uma vez que eu trabalho dentro do Complexo do Alemão. Porém, eu nunca nem experimentei maconha! Tudo que eu queria era retomar o meu medicamento para ansiedade que foi descontinuado, só isso. No entanto, não me vi sendo tratada com respeito. E olha que essa mesma farmácia que hoje posa de correta já me vendeu sem receita no ano passado antes do meu médico voltar a prescrever em dezembro/*******!
Sou cliente da farmácia há anos, sempre peço medicamento com vocês e não imaginava receber um tratamento tão descortês!
Obs: quando forem verificar algo, verifiquem por completo. Não façam o cliente de palhaço mandando retornar e depois negar. Parecia que era algo pessoal, porque quando convém, vocês vendem medicamento controlado com a receita que vocês conseguem (sabe-se lá como) ou de outro cliente que levou a quantidade menor que o indicado na prescrição.
Não estou aborrecida porque não me venderam o medicamento, até porque realmente existem lugares que vendem sem receita. Estou abismada com o constrangimento sofrido pelo fato do funcionário ter falado alto que era um medicamento para depressão na frente do meu filho. Achei isso super desrespeitoso! Ele não viu que eu estava com uma criança do lado??? Sabe qual foi a primeira coisa que o meu filho me perguntou ao sair da farmácia? Se eu sofria dr depressão!
O lamentável episódio ocorreu na farmácia do bairro Riachuelo, na Rua 24 de Maio.

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