EAGLERIDER ENGANA MOTOCICLISTAS

Não respondida
Belo Horizonte - MG
19/11/2018 às 11:08
ID: 40101249
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EAGLERIDER ENGANA MOTOCICLISTAS NOS EUA
Contratei a locação de um veículo com a empresa americana EagleRider, através de sua filial Chicago/Coutryside, localizada em ******* Joliet Road, Contryside, IL *******, Estados Unidos da América, cujo prazo de locação era de 08/06 a 18/06/*******, ou seja, dez diárias, no valor de $ 2.*******,35, incluindo-se nesse valor o seguro total VIP-ZERO PLUS e outros encargos. Tal seguro, como o próprio nome sugere, englobaria todo e qualquer sinistro ou pane envolvendo o objeto segurado, salvo as exceções gerais e comuns. Assim sendo, efetuei o pagamento integral desse valor, através de meu Cartão Mastercard Itaú, não restando nenhuma pendência sobre esse contrato. E esse pagamento total foi feito antes mesmo do recebimento do veículo alugado. Entretanto, durante a vigência da locação, ocorreu um sinistro com o veiculo, quando a empresa EagleRider foi imediatamente acionada para promover a remoção do veículo e, mais importante, sua devida substituição por outro bem, até a efetiva realização do então vigente contrato. Qual não foi minha surpresa quando a referida empresa se negou a substituir o objeto segurado e não prestou nenhum auxílio prometido e esperado, alegando, abusivamente, o cancelamento do contrato e das respectivas garantias, impossibilitando o prosseguimento da minha custosa viagem e me causando grande frustração e prejuízos, o que caracterizou inequívoca violação de princípios e normas de proteção ao consumidor. Contrariando a expectativa de quem contrata o melhor e mais caro seguro oferecido, acreditando que sua cobertura seria total, como ocorre em todos os lugares, a Eaglerider simplesmente alegou que seu seguro VIP-ZERO não cobraria acidentes, que o evento causou o cancelamento do contrato, e, então, se eximiu de qualquer responsabilidade e se recusou também a devolver o valor das diárias que não foram usadas, já que o fato ocorreu no segundo dia. Não bastasse isso, minha única assinatura, fornecida no documento de recebimento da motocicleta, já na loja em Chicago, foi copiada e colada em outros documentos que não me foram apresentados e que, portanto, não os assinei, sendo eles usados para tentar justificar o desonesto e [Editado pelo Reclame Aqui] lançamento posterior de valores indevidos em meu cartão de crédito. E assim foi feito: lançaram $ 1.******* (um mil e trezentos e dezesseis dólares) em meu cartão, sem o meu consentimento, e ainda tentaram efetuar outros lançamentos de valores ainda maiores. Num desses documentos falsos, a EagleRider chegou ao extremo da falta de lógica e de sua má-fé ao declarar, como se fosse eu, que o então contratante estava renunciando às coberturas do próprio seguro VIP que tinha contratado, ou seja, o consumidor contrata um seguro supostamente com cobertura total, mas ao mesmo tempo renuncia a essa cobertura óbvia e imprescindível. Acreditem se quiser! Mas foi isso o que fizeram, demonstrando que tratam seus clientes como se fossem idiotas e retardados, somente os quais poderiam agir dessa forma, contratando um seguro e ao mesmo tempo assinando declaração de renúncia à respectiva cobertura, exceto, é claro, se estivessem lidando com pessoas desonestas e [Editado pelo Reclame Aqui] que, movidas pela má-fé e por condutas e omissões [Editado pelo Reclame Aqui], enganam quem não domina o uso de seu idioma e acreditava estar lidando com uma empresa séria e confiável, acabando por cair em sua armadilha. A EagleRider, através dessa conduta [Editado pelo Reclame Aqui], passou a me cobrar o valor de $ 1.******* (um mil e trezentos e dezesseis dólares americanos), lançando-o em meu cartão e alegando que se referia à remoção do veículo danificado e ao tempo em que o bem ficaria parado para conserto, o que é uma cobrança absurda e descabida, já que o seguro que contratei existe e visa justamente cobrir esses eventuais sinistros e seus consequentes desdobramentos materiais ou intermediários. Vários contatos telefônicos foram feitos com a empresa, inclusive com seu gerente regional e outros representantes, por meio de pessoas residentes no EUA, mantendo-se ela inflexível em seu posicionamento abusivo e ilegal. Foi necessário acionar juridicamente a administradora de cartão de crédito para que bloqueasse todo e quaisquer outros lançamentos promovidos pela Eaglerider, e também para estornar aquele já feito, indevidamente.
Este acontecimento demonstra o quanto a EagleRider engana seus clientes e os coloca em acentuado e desconhecido risco, pois, todos eles, inclusive e principalmente os muitos brasileiros que ali alugam motocicletas para percorrer rotas nos EUA, o fazem pensando que contrataram um SEGURO TOTAL, verdadeiramente VIP, que cobriria todos os possíveis danos ocorridos com o veículo, o que não é verdade. Aproveitando, maliciosamente, das naturais dificuldades e limitações do idioma, bem como omitindo importantes informações e esclarecimentos devidos, essa empresa americana usa de meios enganosos para obter seus lucros, transformando-se numa verdadeira e perigosa armadilha para seus desavisados clientes motociclistas. Tornou-se a empresa líder de mercado nesse seguimento de locação de motocicletas nos EUA, com dezenas de lojas e grande clientela. O que a maioria destes ignora é que os seguros vendidos por essa empresa, caríssimos, por sinal, não cobrem os danos causados em possível acidente, não garantem a substituição do bem sinistrado e da mesma forma, e empresa não restitui os valores já pagos, cujas diárias não chegaram a ser utilizadas, o que integra essa estressante e cara armadilha montada pela EagleRider. Acrescente-se a isso o o fato de que, se ocorrer um acidente com sua motocicleta alugada, como o ora relatado, o cliente da EagleRider contará com o seu conveniente descaso e péssimo atendimento posterior. E eu também pensava que essa era a melhor empresa para locação de motocicletas do EUA, tão digna de confiança que dispensava até maiores cuidados preventivos, inclusive com o número do meu cartão de crédito que lhe tinha confiado e fornecido, mas minha experiência com ela foi um verdadeiro pesadelo. Cuidado, você pode ser a próxima vítima!
Carlos Antônio dos Santos
Belo Horizonte, 02 de Outubro de *******.