Pior imobiliária da cidade. Falta de profissionalismo e descaso com o cliente.

Não resolvido
Angra dos Reis - RJ
03/02/2023 às 09:06
ID: 158656963
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesNão recomendo essa imobiliária nem para o meu pior inimigo.
Eles não respeitam laudos nem vistorias, tudo é feito de forma a beneficiar a imobiliária e prejudicar o proprietário.
Deixar um imóvel sob a administração da Edmur é o mesmo que deixar abandonado, eles não fazem absolutamente nada.
Paguei essa imobiliária para administrar o imóvel mas, o que ocorreu nos últimos anos foi um absoluto descontrole, até meu contato pessoal passaram para o inquilino.. (Tenho o áudio do próprio inquilino com essa afirmação!)
Demoram para responder e, quando respondem, é para tentar desviar a atenção do que é realmente importante para algo completamente irrelevante ou sem sentido.
Quando aluguei a casa, paguei uma empresa para executar uma vistoria e, na hora da saída do inquilino a Edmur fez uma vistoria porca, e me apresentou um laudo pobre em informações, fizeram vista grossa para o que foi destruído ou construído sem autorização, não cobrou nada do inquilino que, foi embora e deixou a casa completamente destruída.
Por diversas vezes tentei explicar para a administração da imobiliária que o laudo de vistoria de entrada do inquilino é um documento que precisa ser respeitado mas, eles simplesmente não aceitam, desconversam, falam de outro assunto, ou seja, me tratam como se eu fosse um idiota, alegando que não há divergências entre os laudos mas, sem apresentar nenhuma prova, nenhuma fotografia, nenhuma assinatura, nada!
Eu e toda minha família estamos extremamente desgastados do relacionamento problemático com essa imobiliária, não aguentamos mais!
Nos gerou e continua gerando muitos prejuízos financeiros e psicológicos.
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Resposta da empresa
03/02/2023 às 17:37
Sr. Mateus, suas alegações não demonstram propriedade ou conhecimento dos fatos.
Desde ******* alugamos seu imóvel. Esta é a 6 locação que fazemos ao longo de 11 anos. Durante todo esse período, tratamos com seu irmão Sr. Marcelo, seu co-proprietário. Ao longo desse tempo todo, auxiliamos os senhores com questões que não competem à administração imobiliária. Isso porque compreendemos que, por morarem distante, o acompanhamento daquilo que acontece no imóvel requer auxílio maior.
Espantosamente, em nenhuma das locações anteriores fomos acusados de sermos a pior imobiliária da cidade, assim como jamais fomos acusados de compartilhar os dados das partes contratuais, como o senhor aqui alega. Isso porque sempre cumprimos com os contratos de administração e de locação, os quais proíbem veemente que as partes entrem em contato direto, mas sempre através da imobiliária. Mas não foi isso que aconteceu desta vez, não é mesmo?
Essa regra consta nos documentos justamente para não nos destituir da nossa função de intermediadores e assim inviabilizar a solução de reparos, negociação de benfeitorias e cobrança de obrigações das partes a que competem. Trata-se de uma regra fundamental, cujo desrespeito é entendido como imediata quebra de contrato pela(s) parte(s) que a(s) infringiu(iram). Ela existe para evitar desentendimentos criados pelas próprias partes, quando insistem em tratar sem intermediação, ficando sem registro ou mediação daquilo que se ficou resolvido (ou não).
Como temos registro e gravações de todas nossas ligações, conversas de whatsapp e e-mails, sabemos que nos últimos meses as tratativas sobre seu imóvel passaram a se dar com o senhor, ao contrário do que ocorria antes, quando aconteciam somente com o sr. Marcelo.
Quando ainda ignorávamos que o locatário e os senhores estavam trocando msgs, seu locatário negociou benfeitorias com seu irmão e co-proprietário. Eram elas: o fechamento da área de jardim, que estava vazando e a qual foi coberta por cimento (reforma autorizada pelo seu irmão), e a construção de uma casinha de cachorro, feita de alvenaria ao fundo. Essa negociação parece ter corrido sem dores, pois ninguém nos procurou para nos contar.
Até que seu locatário teve um problema estrutural elétrico, cuja responsabilidade de reparo é do proprietário. Nessa hora, seu inquilino não obteve mais respostas às msgs diretas que enviou e se viu forçado a nos recorrer, como deveria ter feito sempre.
Pouco antes, porém, devido à insistência do inquilino que não conseguia retorno às msgs, seu irmão nos procurou acusando-nos pelo compartilhamento de dados com o locatário, sem qualquer prova do que alegava, desconsiderando a chance de haver qualquer outra forma possível do inquilino obter essa informação. Atenção que tampouco ele nos relatou tudo que já tinha autorizado o inquilino fazer.
Foi então que alertamos, as duas partes enfaticamente, para a irregularidade do contato direto e passamos a tratar do reparo elétrico com seu irmão e o locatário. Na ocasião soubemos pelo seu locatário, que ele vinha tratando com os senhores diretamente por mera praticidade e que obteve o telefone do seu irmão por meio de laços familiares e vínculos parentescos com sua família (tudo isso registrado em ligações e conversas de whatsapp).
Sobre sua vistoria, lhe enviamos o laudo de entrada e o de saída do imóvel. Obviamente que a interpretação de tudo foi prejudicada pela negociação direta de benfeitorias por meio de contato direto, absolutamente desautorizado pelos contratos, os quais foram quebrados por ambos. Ficamos em meio a uma guerra de alegações de ambas partes e sem qualquer obrigação genuína a se cobrar.
O que podemos afirmar é que seu locatário recebeu o imóvel já bastante desgastado pelo uso e o está devolvendo em situação melhor, como já lhe reportamos. O chuveiro velho, que não consta no laudo de devolução, estava quebrado já na entrada e o locatário nos reportou o fato assim que a instalação de energia foi ligada ao se mudar. O vaso sanitário que parecia estar instalado igualmente na entrada, estava solto desde então e foi armazenado no porão. Isso ele também nos comunicou na entrada.
Aquilo que foi autorizado como benfeitoria por meio de contato direto entre proprietário e locatário não compete à mobiliária mais arbitrar em vista da quebra contratual de ambos, cabendo aos dois provarem a autorização e ou a desautorização para o que se alega.
******* que seu locatário recebeu o imóvel com carro deixado na vaga e um cachorro foi abandonado no local. Ele teve essas dores para resolver e isso de forma alguma poderia ter ocorrido, mas ele soube contornar e preferiu resolver sem exigir qualquer dever dos proprietários, como seria de direito dele.
Como atestamos claramente, inclusive entre as mensagens enviadas pelos senhores, não há dúvida de que houve tratativas entre vocês sem nossa participação. Assim, de mãos atadas, nos isentamos de qualquer culpabilidade como aqui se tenta demonstrar e encerramos um ciclo de negócios com os senhores.
Boa sorte nas próximas locações com outras imobiliárias.
Consideração final do consumidor
17/02/2023 às 17:29
Péssima imobiliária, não assumem responsabilidade com nada, estão sempre na defensiva e procurando um modo de se safar das responsabilidades. Não recomendo nem ao meu pior inimigo.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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