Colégio Adventista de Embu ignora desconforto emocional de aluna em relação à sua posição na sala de aula

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Embu - SP

26/08/2026 às 15:27

ID: 257457191

Título: Colégio Adventista de Embu não considera o impacto emocional de uma situação simples relatada pela aluna

Minha filha é aluna do Colégio Adventista de Embu e vem enfrentando uma situação que, apesar de parecer simples, está causando um impacto emocional significativo nela.

Ela foi colocada para sentar na primeira carteira, exatamente em frente à professora e à lousa a muito tempo . Desde então, ela demonstra claramente que se sente pressionada e desconfortável nessa posição. Para ela, permanecer naquele lugar não é percebido como cuidado ou estratégia pedagógica, mas como uma forma de pressão e até mesmo de castigo.

O mais preocupante é que ela não está pedindo nada absurdo. Não existe nenhuma ocorrência grave que justifique a necessidade de mantê-la obrigatoriamente naquele lugar. É simplesmente uma aluna que está dizendo que aquela posição está lhe fazendo mal emocionalmente e pedindo para mudar de lugar.

Como mãe, já fui pessoalmente à escola conversar sobre a situação. Também procurei o orientador, buscando uma solução. Porém, apesar de muitas explicações, gráficos, estatísticas e justificativas pedagógicas, a questão humana continua sem solução: minha filha continua no mesmo lugar.

A justificativa apresentada é de que seria necessário movimentar o espelho da sala para retirá-la dali. Mas não consigo compreender por que uma escola que se apresenta como humanista não consegue encontrar uma solução razoável para uma situação tão simples, principalmente quando existe uma aluna manifestando claramente seu desconforto.

Não estou questionando a necessidade de organização da sala, nem dizendo que a escola não possa ter critérios pedagógicos. O que questiono é a falta de flexibilidade e, principalmente, a falta de escuta diante do sofrimento relatado pela própria aluna e pela família.

Também causa estranheza o fato de o espelho de classe ter sido elaborado pela professora de Matemática que debocha da aluna dizendo que ali que ela ficar e a decisão de mantê-la naquele lugar permanecer inalterada mesmo depois de a família procurar a escola e explicar o impacto que isso está causando.

Não estou buscando privilégios para minha filha. Estou pedindo bom senso, diálogo e sensibilidade.

Uma escola não deveria olhar apenas para gráficos, estatísticas e rendimento acadêmico. Existe uma criança ali, com sentimentos, inseguranças e necessidades que também precisam ser consideradas.

O que espero do Colégio Adventista de Embu é que reveja essa situação e demonstre, na prática, os valores de acolhimento e cuidado que a instituição afirma defender.

Gostaria de uma solução concreta, e não apenas de novas explicações sobre por que nada pode ser feito.

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Resposta da empresa

03/09/2026 às 17:31

Prezada Sr. Eliza,

Agradecemos o contato e esclarecemos que após contato e alinhamento entre os setores envolvidos, a situação foi devidamente analisada e os ajustes necessários realizados.

Atenciosamente,
Colégio Adventista de Embu das Artes