Ekko House - Ekko Construtech - Não entrega a obra

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Vila Velha - ES

05/12/2022 às 10:02

ID: 154732273

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Contratamos a Ekko House (ou Ekko Construtech) em 29/09/*******, após algum tempo de negociação. O Rodrigo e o Rodolpho Neri (sempre muito simpáticos) nos passaram confiança e nos convenceram a contratar, mesmo que até aquele momento eles não tivessem muitas outras obras para apresentar (apenas 1 em andamento para ser mais exato). Negociamos a construção de 4 pequenos bangalôs ao custo de *******.*******,00 divididos em 5 parcelas, de acordo como cronograma da obra, em um condomínio fechado no sul da Bahia. O contrato foi feito com prazo de 3 meses para entrega da obra, ainda que informalmente Rodolpho prometesse entregar a obra em 60 a 75 dias no máximo. Chegamos a criar a conta no Instagram do que seria nosso empreendimento, a "Fontana di Guaratiba", mas no início até evitamos postar algo, pois queríamos postar algo mais concreto. Em meados de dezembro (por volta do dia 10/12/21), a obra já apresentava um grande atraso, já que ainda não tinha finalizado nem a segunda etapa, e estava iniciando partes da terceira etapa, quando Rodolpho nos disse que poderíamos adiantar o valor da 4 parcela (fase de acabamento), pois ele iria enviar uma segunda equipe para que a finalização da segunda e terceira etapa fossem executadas junto com a quarta etapa, e assim teríamos a entrega no prazo estimado. Qual não foi a nossa surpresa quando logo nos dias seguintes o mesmo alegou que as chuvas estavam impedindo a continuidade (uma fase quando os telhados já deveriam estar prontos a mais de 30 dias). Dias depois de fato uma forte chuva atingiu a região (Prado-BA) e o mesmo parou a obra retirando a equipe. Após a temporada de chuvas que durou em torno de 30 dias o mesmo colocou uma série de dificuldades para retornar a obra, alegando que o terreno estava alagado, o que só ocorria pois o mesmo não havia finalizado o aterro prometido, já que segundo ele só deveria ser feito após finalização da obra, para que se soubesse a quantidade necessária de aterro. O mesmo passou a indicar diversas soluções para o alagamento do terreno, que envolviam sempre um aumento considerável do custo contratual. Lembrando que todo o projeto foi feito após eles terem visitado o local (visita técnica) e avaliado as condições do terreno. Nessa época percebemos também que a fundação das casas foi feita muito abaixo das demais casas da rua, que já o fazem para se precaver nos períodos chuvosos. Com a demora no retorno das obras, e as inúmeras desculpas, desde falta de mão de obra, carro quebrado, e falta de soluções para o volume de água no terreno, eu e meu sócio optamos nós mesmos por aterrar o terreno, entregando-o em condições de retorno da obra e solucionando o problema da água em 08/03/*******). A partir deste momento começamos mais um martírio, negociando e lutando para que eles retornassem, o que só aconteceu em 25/04/*******, ou seja, quase 50 dias após a viabilização do terreno (que ocorreu por nossa conta, quando deveria ter sido feito pela construtora).
Ficamos animados com o retorno das obras e a nova enxurrada de promessas do Rodolpho, mas a verdade é que apenas o material mais básico estrutural foi comprado, como cimento e blocos, e a obra continuou andando a passos lentos. Em 16/07 mais uma vez a empresa parou a obra, sem qualquer motivo dessa vez. Entre as desculpas alegou que iria trocar a equipe para a fase seguinte. Mais algumas semana de tensão e negociação, e eles finalmente retornara com equipe praticamente idêntica, em 10/08/*******, mas mais uma vez a obra não desenvolvia na velocidade prometida (que por contrato seriam 90 dias). No último mês (novembro), com a proximidade do fim de ano, e início da temporada de locação na região começamos a cobrar maior agilidade na obra para que não perdêssemos mais uma temporada, já que a previsão inicial era entregar antes da temporada de *******. A própria equipe que atuava no local deixou claro que não conseguiam fazer muito pois o material não chegava. Toda essa negociação sempre passava por incansáveis desculpas, algumas das mais esfarrapadas possíveis por parte da empresa, que iam desde problema com fornecedores, entrega, colaboradores que não teriam feito a compra correta, etc, cada questionamento demorando quase uma semana para ser resolvido após cada desculpa. Até que na última semana de novembro (*******) Rodolpho disse que ele mesmo estaria a frente da prometida compra de materiais que ja se arrastava por quase um mês. Na tentativa de auxiliar chegamos a fazer alguns orçamentos na região e enviar para ele, já que ele dizia estar tendo dificuldades tanto para enviar da onde a empresa é sediada (RN) quanto para conseguir material na região. Após alinharmos com alguns fornecedores e enviarmos orçamento para ele (já com resposta sobre possibilidade de pronta entrega), o mesmo fez contato com um dos materiais de construção e "fechou" o ******* os dados do meu sócio para cadastro para entrega. Mas a maior supresa desde o início da relação veio nesse momento. Rodolpho tentou viabilizar uma linha de crédito junto ao material de construção em nome do meu sócio, sem qualquer aviso prévio, ou seja, caso ele não pagasse, a dívida seria nossa. Quando questionado, alegou que o valor que tínhamos ainda pendente a quitar com a empresa (40.*******,00) seria uma garantia de que ele quitaria a compra, no valor de mais de 50.*******,00. Contudo a obra ainda está pendentes de instalação de forros do telhado, gesso, TODO material de acabamento, vidros e esquadrias, cerâmica, e cimento queimado que seria aplicado nos pisos e bancadas. Ou seja, o suposto "crédito" não cobriria nem 1/5 daquilo que ainda falta para terminar a obra, sendo inclusive a mínima garantia que temos sobre tudo aquilo que ainda falta. Ao nos recusarmos a aceitar a linha de crédito em nosso nome, e mais uma vez cobrar a finalização da obra para que o problema não se tornasse uma lide, a empresa alegou "falta de clima" para continuar a obra, e encerrou mais uma vez as atividades no local, retirando a equipe, e obviamente, não entregando qualquer material, em prejuízo que estimamos em mais da metade do valor cobrado pela empreitada, já que apenas a parte estrutural de alvenaria, telhado (sem forro), e alguma coisa de parte elétrica e hidráulica foi feita, inclusive com erros de execução que começamos a perceber. Por fim, descobrimos que ao menos mais duas obras (sendo uma no Espírito Santo) estão sofrendo com o mesmo entrave. Nesse momento nos resta amargar um prejuízo milionário, com a parte que não foi entregue da obra, fora os valores que deixamos de ganhar com a locação de temporada no último ano, e nesta que está se iniciando este mês.

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