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Belo Horizonte - MG

10/10/2023 às 11:48

ID: 173698599

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Realizei no dia 10 de outubro do corrente ano a compra de alguns produtos na empresa Eletro Braga, localizada na cidade de São João del-Rei, o vendedor que me atendeu o fez com maestria, recebi os produtos e realizei o pagamento.
Ao chegar em casa, ao testar os produtos uma vez que eles estavam embalados, constatei que um deles, seja este uma escada, não atendia as minhas expectativas, no que se refere ao seu tamanho, vale dizer que a embalagem desta era um plástico que envolvia o produto sem grandes requintes.
Retornei até a loja no espaço de uma hora do primeiro atendimento, procurei o vendedor que me atendeu e ele me mostrou o produto no tamanho que necessitava.
Apresentei o produto anterior e o vendedor me disse que a empresa tinha uma restrição a devolução de mercadorias desembaladas, quando respondi que não havia outra forma de testá-lo sem que a embalagem fosse retirada. E caso não fosse possível a troca gostaria de devolvê-la. Ele me disse que teria que ver com o proprietário.
Do balcão pude ouvir uma pessoa que possivelmente era o proprietário proferindo algumas frases do tipo: Ele não tem direito de fazer isso, dentre outras.
Embora as manifestações não tivessem sido favoráveis o vendedor me disse que a troca havia sido autorizada, entretanto somente com a apresentação do *******, neste momento disse que não estava com ele, e disse que eu precisava de uma segunda via do documento, assim resolveríamos a questão.
O profissional foi indagar sobre a situação ao proprietário e ele veio até o balcão e iniciou um discurso com frases do tipo: Você comprou porque quis. No momento que me foram ditas tais palavras eu disse que não queria mais o produto, e sai da loja.
Indago se é o procedimento padrão de um comerciante tratar os clientes como se estivesse fazendo um favor a eles?
Seria um procedimento legal negar a troca de acordo com os ditames do CDC, e isso poderia ser feito. Mas somadas as falas ouvidas no primeiro momento a aquelas que foram proferidas diretamente a um cliente, ressalto que não são os empregados que tem que ser mais bem treinados, mas tomando por exemplo o proprietário em comento, indago se é viável manter essa forma de tratar os clientes.

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