Escola recusa aplicação de prova a aluna com atestado médico após orientação divergente

Reclamação não respondida

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Rio de Janeiro - RJ

05/08/2026 às 17:24

ID: 255714869

Gostaria de registrar minha insatisfação com a forma como uma situação envolvendo uma avaliação escolar foi conduzida.

Antes de confirmar o horário de um exame médico da minha filha, entrei em contato com a escola para saber como deveria proceder em relação à prova de Inglês que aconteceria no mesmo dia. Aguardei o retorno da Coordenação e fui informada de que a Milena poderia realizar a avaliação após o exame, bastando apresentar um comprovante de comparecimento.

Confiando na orientação prestada pela própria escola, organizei toda a rotina da minha família e mantive o exame médico, que já estava agendado.

No dia seguinte, minha filha compareceu à escola com o comprovante do exame, conforme havia sido orientado. Para nossa surpresa, a coordenadora informou que ela não poderia mais realizar a prova.

Eu ainda questionei por telefone se algum professor poderia aplicar a avaliação, mas a Rose, coordenada, informou que não havia nenhum professor disponível para isso (numa unidade tão grande como o CG2? Difícil acreditar!). Perguntei à ela também, se ela não poderia ter aplicado a prova e ela disse que não era obrigação da coordenação aplicar provas e que a avaliação não era obrigatória.

Ela sugeriu que a Milena retornasse à escola às 13h30 para fazer a prova. No entanto, assim como enviei por email, essa alternativa era inviável, pois tanto eu quanto o responsável estávamos em horário de trabalho e não tínhamos como levá-la nesse período.

O que mais causa indignação é que, desde o início, buscamos agir com responsabilidade. Entramos em contato antecipadamente para evitar qualquer problema e seguimos exatamente a orientação que nos foi passada. O atraso da minha filha não ocorreu por descuido ou falta de compromisso, mas em razão da realização de um exame médico devidamente comprovado.

É muito frustrante perceber que a orientação fornecida pela própria escola não foi cumprida. Se desde o primeiro contato tivéssemos sido informados de que a prova não poderia ser realizada em outro momento, teríamos buscado outra solução para conciliar os compromissos.

Além disso, embora tenham informado que a avaliação não era obrigatória, é evidente que deixar de realizá-la gera prejuízo pedagógico para a aluna, especialmente quando sua ausência ocorreu por um motivo médico, previamente comunicado e comprovado.

O que mais decepciona é a falta de acolhimento e de flexibilidade diante de uma situação excepcional. A escola divulga como princípio a valorização do diálogo, da empatia e do cuidado com seus alunos e famílias, mas, infelizmente, essa postura não foi demonstrada neste caso.

Espero que a instituição reveja esse procedimento e ofereça à minha filha a oportunidade de realizar a avaliação em outro dia, no período da manhã, evitando que ela seja prejudicada por uma situação que fugiu completamente ao controle da nossa família e que foi tratada exatamente conforme as orientações da própria escola.

A intenção desta reclamação não é criar conflito, mas buscar uma solução justa e evitar que outras famílias passem pela mesma situação.

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