Reclamação sobre falhas de comunicação e tratamento desigual na Direção e Coordenação do Elite Madureira 2

Reclamação não resolvida

Não resolvido

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Rio de Janeiro - RJ

31/08/2026 às 11:28

ID: 257808487

Falhas recorrentes na Direção e Coordenação do Elite Madureira 2 falta de comunicação, constrangimento e tratamento desigual


Sou responsável por uma aluna do Elite Madureira 2 e, diante de uma sequência de situações ocorridas ao longo deste ano, decidi registrar publicamente minha profunda insatisfação com a Direção e a Coordenação da unidade.

Não estou reclamando de um episódio isolado. São falhas recorrentes de comunicação, ausência ou demora nas respostas, dificuldades para obter informações acadêmicas e situações que considero incompatíveis com o atendimento que se espera de uma instituição de ensino.

O ponto mais básico é: qual é, afinal, o canal oficial de comunicação da escola que realmente funciona?

Em julho, depois de já enfrentar dificuldades para obter respostas, procurei pessoalmente a coordenadora e perguntei qual seria o meio correto para falar com a escola: Agenda Edu ou WhatsApp?

A própria coordenadora me informou que deveria utilizar o WhatsApp, pois não tinha tempo para responder pela Agenda Edu.

Segui exatamente a orientação recebida.

Passei a utilizar o WhatsApp e, ainda assim, minhas mensagens continuam sem resposta ou só são respondidas depois de muita insistência.

O que torna a situação ainda mais preocupante é que outras mães utilizam exatamente o mesmo número e conseguem respostas.

Portanto, não estamos falando simplesmente de um WhatsApp que não é acompanhado.

Se outras responsáveis conseguem ser atendidas pelo mesmo número, por que minhas mensagens reiteradamente permanecem sem resposta?

Existe algum critério de prioridade? Existe tratamento seletivo? Há alguma questão pessoal?

Depois de tantas ocorrências, infelizmente começo até a me questionar se pode existir algum tipo de preconceito ou tratamento discriminatório.

Não estou afirmando que exista discriminação. Estou dizendo que a diferença de atendimento chegou a um ponto em que quero que a Rede Elite apure formalmente o que está acontecendo e me apresente uma justificativa objetiva.

Não estou pedindo privilégio.

Estou cobrando isonomia.

Falhas de comunicação não são pontuais

Já enfrentei dificuldades para obter esclarecimentos relacionados a notas, avaliações, segunda chamada, disciplinas eletivas, acesso a recursos institucionais e outras questões acadêmicas.

Em 21/08, por exemplo, enviei uma mensagem às 7h13 solicitando orientação sobre atestado e segunda chamada de uma avaliação. A resposta somente chegou às 18h35.

Em 31/08, às 7h12, encaminhei uma pergunta objetiva sobre a realização de duas avaliações previstas para o próprio dia.

Às 10h07, com a estudante já dentro da escola, ainda não havia recebido a informação e precisei cobrar novamente uma resposta.

Qual é a utilidade de uma orientação sobre uma prova depois que a situação já está acontecendo ou quando a informação já perdeu sua finalidade?

Isso não pode ser tratado como comunicação eficiente entre escola e família.

O episódio da cantina também foi extremamente desagradável

Outro episódio que demonstra minha insatisfação com a forma como determinadas situações vêm sendo conduzidas ocorreu na cantina da escola.

No momento da compra da merenda, as duas máquinas de pagamento estavam apresentando problemas. Não era uma dificuldade exclusiva da estudante; outros alunos também não estavam conseguindo efetuar o pagamento.

Apesar disso, em vez de inicialmente considerarem a possibilidade de defeito nos próprios equipamentos, houve uma abordagem no sentido de que não haveria dinheiro/saldo no cartão.

Estamos falando de crianças.

Uma criança não deve passar por esse tipo de constrangimento por causa de uma falha no equipamento disponibilizado dentro da própria escola.

Se as máquinas não funcionam, a instituição possui o contato dos responsáveis. Poderia telefonar, solicitar um PIX ou buscar outra alternativa.

O que não considero aceitável é transferir para uma criança a consequência de uma falha operacional da cantina e fazê-la passar por uma situação constrangedora como se o problema estivesse no cartão dela.

É justamente diante de episódios assim que espero uma Direção e uma Coordenação presentes, atuantes e capazes de intermediar e solucionar os problemas.

E onde está a Direção diante de tudo isso?

Minha reclamação não é exclusivamente sobre a Coordenação.

Também questiono a atuação da Direção da Unidade Madureira 2 diante da repetição dessas situações.

Observo frequentemente a Coordenação envolvida diretamente em atividades operacionais de entrada e, principalmente, saída dos estudantes, auxiliando na liberação dos alunos.

Não questiono a necessidade dessa atividade.

O que questiono é: se a Coordenação está tão absorvida por funções operacionais a ponto de a própria coordenadora informar que não tem tempo para responder pela Agenda Edu, quem está efetivamente disponível para cuidar das demandas acadêmicas da Coordenação e atender às famílias?

E, principalmente: por que a Direção não organiza um fluxo de atendimento que funcione?

Se existe sobrecarga, acúmulo de funções ou falta de profissionais, isso é uma questão de gestão da instituição.

Não cabe às famílias suportarem as consequências de uma estrutura interna que não consegue oferecer um canal eficiente de comunicação.

Quero uma resposta da Rede Elite, e não apenas da unidade

Cheguei ao Reclame Aqui porque as tentativas de solucionar diretamente com a Unidade Madureira 2 não estão funcionando.

Por isso, não quero receber simplesmente uma resposta dizendo:

Sua manifestação foi encaminhada à unidade.

É justamente da Direção e da Coordenação dessa unidade que estou reclamando.

Quero que uma instância superior da Rede Elite analise o histórico e responda objetivamente:

Qual é o canal oficial que realmente funciona para falar com a Direção e a Coordenação? Por que outras mães conseguem respostas pelo mesmo WhatsApp enquanto minhas mensagens reiteradamente ficam sem retorno? Existe algum critério de priorização dessas mensagens? Qual é o prazo de resposta estabelecido pela instituição? E a quem um responsável deve recorrer quando nem a Direção nem a Coordenação conseguem solucionar adequadamente suas demandas?

Também solicito que seja apurada a aparente diferença de tratamento no atendimento, justamente para esclarecer se existe alguma razão objetiva para isso e afastar qualquer possibilidade de questão pessoal ou discriminatória.

Tenho prints, mensagens, e-mails, datas e horários que demonstram o histórico relatado.

Não estou pedindo favor, atendimento exclusivo ou qualquer privilégio.

Estou cobrando respeito, organização, comunicação, isonomia e responsabilidade na relação entre escola e família.

Uma instituição de ensino não deveria permitir que um responsável chegasse ao ponto de precisar recorrer ao Reclame Aqui para descobrir qual caminho deve percorrer simplesmente para conseguir uma resposta da Direção ou da Coordenação.

Espero uma apuração efetiva da Rede Elite, uma resposta objetiva e, principalmente, providências concretas para que essas situações não continuem acontecendo.

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Consideração final do consumidor

04/09/2026 às 13:11

Aos pais e responsáveis que estão pensando em matricular seus filhos na Rede Elite, especialmente na unidade Madureira 2, deixo um conselho de mãe: pesquisem muito além da propaganda.
Quando escolhemos uma escola, não estamos escolhendo apenas apostilas, estrutura, índices de aprovação ou um nome conhecido. Estamos entregando àquela instituição aquilo que temos de mais precioso: nossos filhos. E esperamos, além de ensino de qualidade, respeito, acolhimento, diálogo e humanidade.
Nossa experiência na unidade Madureira 2 tem me causado preocupação tanto no aspecto pedagógico quanto na relação entre escola e família.
Estamos em setembro e, na disciplina de Ciências, a turma ainda está trabalhando o Volume 2 do material, restando poucos meses para o encerramento do ano letivo. Considerando que, nas escolas particulares, novembro já representa praticamente o fechamento do ano, como mãe, é inevitável perguntar: como todo o conteúdo previsto será trabalhado adequadamente, com qualidade e tempo para que os alunos realmente aprendam, sem simplesmente correr com a matéria no final do ano?
E quando buscamos a unidade para obter esclarecimentos sobre questões como essa, encontramos outro problema: a dificuldade de comunicação com a coordenação.
E-mails e outras tentativas de contato ficaram sem resposta. Quando questionei pessoalmente a coordenadora sobre o motivo de não responder às minhas mensagens, ouvi que ela não respondia e não iria responder porque não responde pessoas mal-educadas.
Essa fala me marcou profundamente.
Principalmente porque observo que outros responsáveis são respondidos.
Então fica uma pergunta que, para mim, é extremamente dolorosa: qual foi exatamente a minha falta de educação?
Foi perguntar?
Foi cobrar uma resposta?
Foi acompanhar a vida escolar da minha filha?
Foi questionar aquilo que considero inadequado dentro de um serviço educacional pelo qual pago?
E, sendo uma mulher negra, diante de um tratamento que percebo como diferente daquele dispensado a outros responsáveis, é impossível não me perguntar: por que eu fui rotulada dessa maneira? Existe algum componente de preconceito nesse julgamento?
Não posso afirmar a intenção de outra pessoa sem provas. Mas posso e devo falar sobre aquilo que vivi e sobre como esse tratamento me fez sentir.
Eu não quero tratamento especial. Quero tratamento igual.
Quero ter o mesmo direito de ser respondida, ouvida e respeitada. Quero poder questionar a educação da minha filha sem ser rotulada como mal-educada e, a partir desse rótulo, simplesmente deixar de receber respostas da profissional responsável pela coordenação.
Isso é especialmente preocupante quando estamos falando de uma instituição que participa diariamente da formação de crianças e adolescentes.
Uma escola não pode ensinar respeito, diversidade, empatia e igualdade apenas dentro das apostilas. Precisa demonstrar esses valores na prática, na forma como trata seus alunos e também suas famílias.
Por isso, aos novos pais e responsáveis, deixo um conselho: visitem, pesquisem, conversem com famílias que já estão na unidade, acompanhem o andamento das matérias e observem principalmente como a escola reage quando surge um problema.
Porque ser bem recebido no momento da matrícula é fácil.
A verdadeira qualidade de uma instituição aparece quando uma família questiona, discorda, cobra uma providência ou simplesmente precisa ser ouvida.
Competência é importante. Resultado é importante. Conteúdo é importante.
Mas educação sem respeito, diálogo, empatia e humanidade perde justamente aquilo que deveria ensinar pelo exemplo.
E, infelizmente, até este momento, essa tem sido a experiência que estamos vivendo na unidade Madureira 2.

O problema foi resolvido?

Reclamação não resolvida

Não resolvido

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Não

Nota do atendimento

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