Falta de habite-se e juros abusivo

Não respondida
São José dos Campos - SP
27/11/2020 às 17:00
ID: 115698393
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesComprei o apartamento ******* do Paraíso do Sul da Construtora Emplanej na planta. Em maio desse ano foi entregue o empreendimento que tem 75 apartamentos. Vários problemas tiveram na construção. Foi feito um projeto entregue na prefeitura e na execução da obra foi feito diferente ( não tinha a grade frontal, falta de construção da laje do parquinho e o mesmo no lado errado, diversos reparos pra fazer, infiltraçãoes e um longo etc. O resultado de toda essa lambança na obra resultou até hoje a na não entrega do habite-se. O resultado é que nenhum dos 75 moradores pôde financiar seu imóvel. Apartir da entrega dos apartamentos sem o habite-se a construtora começou a cobrar os juros de 1% ao mês mais o IGPM que fruto da pandemia está nas alturas. O resultado é que passado dois anos e meio pagando o imóvel (que já teve quase oitenta mil de pagamento) de um valor total de R$******* mil, meu saldo devedor está em R$******* mil. Isso também ocorre com todos os moradores. Diversas vezes os moradores, individualmente ou através do conselho fiscal em reunião com o síndico e a construtora tentaram negociar que na falta do habite-se, a construtora voltasse as taxas de juros do período da construção da obra. Já que todos fomos afetados pela pandemia. No entanto, já passados seis meses da entrega do imóvel até hoje a construtora não negociou com nós moradores. O resultado é que a falta do habite-se virou um negócio lucrativo de milhões pra Emplanej e todos nós estamos sendo prejudicados. Ao ponto de ter que contratar um advogado e fazer uma notificação a Emplanej. Até a presente data não tem previsão da saída do habite-se e a Emplanej não atendeu nós moradores, causando perdas econômicas enormes. Esperamos que a construtora reveja isso o mais breve possível. Não pode continuar nos prejudicando. E acho desnecessário ter que entrar com uma ação judicial questionando um contrato que tem abuso de poder econômico que só benefícia a construtora e passa por cima do direito do consumidor e do código civil. Aguardamos a solução do problema o mais breve possível.