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Loja ao vivo: como a Dengo está usando a venda por streaming para se reinventar?
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Loja ao vivo: como a Dengo está usando a venda por streaming para se reinventar?

Atualizado em: 17/12/2025



Você sabia que é possível comprar chocolates sem sair de casa, em uma loja ao vivo, com atendimento do vendedor em tempo real? O serviço de streaming, criado pela Dengo, é uma grande inovação do varejo em tempos de pandemia. Com ele, dá até para presentear sem sair do isolamento!

A ideia da loja é proporcionar ao cliente uma experiência de compra mais interessante, semelhante àquela que acontece em uma unidade física. O consumidor pode interagir com o atendente, esclarecendo as dúvidas e fazendo seus pedidos, que serão entregues em sua casa ou no endereço informado.

Oxê! E qual a diferença disso para uma loja virtual convencional? Sem dúvidas, é o atendimento humano e pessoal, totalmente distinto dos robôs com os quais os consumidores normalmente conversam nos ecommerces. Quer entender melhor essa tecnologia? Então, continue a leitura!

Entenda como a pandemia trouxe a necessidade de reinvenção dos negócios

Com a pandemia do novo coronavírus, vários comércios em todo o mundo precisaram fechar as portas. A alternativa, tanto para garantir o fôlego do negócio quanto para preservar o atendimento ao consumidor, foi buscar outras estratégias, como o delivery de produtos, a mudança da oferta e novas ideias, como a venda de vouchers para serem utilizados após a quarentena.

A criatividade e o senso de oportunidade são os principais diferenciais das empresas que conseguiram manter as suas atividades durante a crise. Assim, além das ideias inovadoras, outras ações também se tornaram fundamentais, como o investimento em comunicação.

Um exemplo claro disso vem do setor de alimentação. Com a quarentena, as pessoas deixaram de frequentar os restaurantes, mas ainda fazem pedidos para entrega em suas residências. No entanto, como o cliente vai saber quais os cuidados adotados na manipulação dos alimentos e no transporte? Nesse caso, a comunicação adequada faz toda a diferença para que o consumidor sinta-se seguro.

Além das alternativas para manter a operação, vale destacar que a crise atual acelerou um processo que já vinha ocorrendo, de digitalização dos negócios. Ou seja, quem ainda não tinha loja virtual teve que agilizar a criação da sua. Ao mesmo tempo, o consumidor também migrou as suas compras para os canais digitais em busca de segurança.

Saiba como funciona a loja ao vivo da Dengo

Vamos combinar: lojas online existem aos montes, em qualquer segmento de negócio. No entanto, uma loja ao vivo, com um especialista conversando com o cliente em tempo real e separando o pedido é uma inovação!

A ideia é bastante simples e proporciona uma experiência de compra muito melhor para os consumidores. O cliente consegue conversar com o especialista por meio de um chat e o profissional tira dúvidas, mostra os benefícios do cacau e dos ingredientes usados nos produtos, além de ajudar na elaboração do pedido, como em uma live. Quem está comprando visualiza o atendente, a loja e os produtos em tempo real.

Além disso, é possível interagir com os elementos da loja. Por exemplo, ao clicar em um determinado produto disponível nas prateleiras, o cliente tem acesso a uma lista com todas as características do item e pode colocá-lo diretamente em seu carrinho virtual.

A plataforma da loja ao vivo, criada em parceria com a Vtex, foi estruturada para que vários consumidores possam interagir ao mesmo tempo com o profissional que está na loja física do Shopping Higienópolis, na capital paulista. O horário de atendimento, de segunda a sábado, é do meio-dia às oito da noite. Aos domingos, o atendimento começa às duas da tarde.

Gostou da novidade? Então, entre em contato com a nossa loja para conhecer mais detalhes dessa nova modalidade de atendimento!



Últimos posts de Dengo

Entenda a importância de consumir e valorizar produtos nacionais

No tabuleiro da baiana não tem somente caruru, vatapá e acarajé, mas tem uma pá de frutas, sementes, temperos, especiarias, sabores e cores, que só os produtos nacionais oferecem e que, inacreditavelmente, muitas vezes, é mais valorizado lá fora do que aqui. Nossa gastronomia é riquíssima e cheia de magia! Nossas matas produzem ingredientes que nenhum outro país têm. A cultura e as origens de nosso povo dão um toque de cor e sabor sem igual aos nossos produtos, e nossa história remete a uma mistura completa de influências e segredos culinários, quase que ancestrais. Então, diga uma coisa: o que é que os gringos fazem, que não podemos produzir melhor por aqui? Para mostrar um tiquinho só de como nossos produtos nacionais são de alta qualidade e que deveríamos valorizar mais e mais os produtores locais, preparamos este post com dicas e algumas informações úteis na hora de você escolher o que consumir. Bora conferir? Produtos que temos e que os gringos precisam exportar De verdade, temos muitos produtos nacionais pouco valorizados no Brasil e que, muitas vezes, são referência lá fora e nem imaginamos. Essa cultura e visão que muitos de nós carregamos, ao considerar marcas estrangeiras superiores às nossas, soam quase que um absurdo em muitos casos. Precisa de exemplos? Então, lá vão! Como ousam falar que o chocolate europeu é melhor que o nosso, se nem cacau esses cabras têm? E as castanhas que são verdadeiras fortunas lá fora, enquanto aqui produzimos a rodo e bem maiores. Frutas, então, nem se fala! Pode ser na França, Bélgica, Suíça ou em qualquer país europeu, se você preferir qualquer receita gringa com esses ingredientes, é sinal de que ainda precisa conhecer Ilhéus, Caraíva ou Trancoso. Sinceramente, se lá fora é “chic”, aqui é original! Todas essas “referências internacionais”, quase sempre, recorrem aos ingredientes que temos de montão no Brasil. É do nosso cacau que sai o chocolate belga, é com o maracujá que os franceses tentam inovar suas sobremesas, é a nossa manga que o sorvete suíço quer imitar, enquanto a gente, repleta disso tudo, se esquece de que tem produtores iguais — se não superiores aos da Europa ou dos Estados Unidos! Produtos nacionais: bom para a gente e melhor ainda para a economia Bom, de começo, é claro que a gente tem que reforçar a ideia de que há produtos nacionais de extrema qualidade por aqui, e alguns indiscutivelmente até melhores que os lá de fora. Porém, incentivar esse consumo local não se limita apenas a reconhecer e ter orgulho das marcas brazucas, mas também influencia diretamente vários outros fatores, como a economia e o desenvolvimento da indústria brasileira. A seguir, destacamos alguns desses pontos essenciais com os quais você contribui — mesmo sem saber muitas vezes — quando consome um produto nacional. Maior qualidade Quanto mais os produtos nacionais são valorizados, a tendência é de aumentar a variedade e a diversidade deles. Isso é bom para o consumidor e ajuda, também, no investimento na qualidade e na diferenciação das mercadorias. Exemplo disso é o próprio chocolate que citamos no tópico anterior, que sempre demos mais atenção aos dos gringos, enquanto temos uma das maiores — e melhores — produções de cacau e do próprio produto final no mundo. Hoje, cá entre nós, em termos de qualidade, temos chocolates muito superiores ao de muitos europeus aí, sem contar no custo-benefício. Aquecimento da economia Valorizar os produtos nacionais é dar uma força especial à economia do país. Afinal, essas produções favorecem produtores locais, utilizam transportes daqui, são vendidos por estabelecimentos brasileiros, e todos os impostos que pagamos nas compras vão para o nosso governo. Melhor custo-benefício Os produtos nacionais também saem ganhando no quesito custo-benefício em relação aos lá de fora. Ou seja, é bom pro paladar e melhor ainda para o bolso! Isso se explica por que, em geral, nosso país conta com praticamente todos os recursos que muitos outros precisam importar. Ainda aproveitando o exemplo do chocolate, nós temos o cacau, as castanhas, as frutas e uma variedade de ingredientes exclusivos de nossas matas, que são verdadeiras fortunas lá fora. Sem contar, ainda, com a imensa cadeia logística que um produto estrangeiro precisa encarar até chegar na sua casa, o que explica esses valores elevados. Ou seja, às vezes, você está pagando mais pela viagem de avião do chocolate gringo, do que pela qualidade em si. Fala sério! Benefícios para o Brasil e para o brasileiro Além dos pontos e das vantagens que destacamos ao consumirmos mais os produtos nacionais, há outros aspectos bem legais e importantes ao defender essa ideia, desde questões ambientais e sociais, até uma pitadinha de orgulho próprio em defender o que é nosso! Para entender melhor, optar pela compra de um produto nacional ao invés do um estrangeiro é uma ação de muita consciência. Mais uma vez, aproveitando o exemplo do chocolate (já deu para ver o quanto a gente ama isso), só de você comprar um produto daqui, automaticamente você já reduz os impactos dessa logística inimaginável. Depois, você, muitas vezes, contribui com produtores artesanais, o que é a base da produção nacional, como as famílias de Ilhéus, fortalecendo o reconhecimento dessa gente como profissionais tradicionais do país e ajudando a girar a economia local. Por fim, fale o que quiser: qual brasileiro não enche o peito ao saber que o nosso é melhor do que os outros? Por isso, consumir os produtos nacionais é sinônimo de valorizar também nossa cultura, nossas frutas, nossas matas, nosso povo e nossas marcas — e que justiça seja feita: dão banho em muitas gringas aí fora! Enfim, essas são algumas dicas sobre a importância de a gente dar mais valor aos produtos nacionais, não por questões meramente patrióticas, mas porque tem muita marca mandando bem e muito estrangeiro reconhecendo isso, antes mesmo de nós. Então, dependendo do que for consumir: sem essa de europeu ou americanos na nossa mesa. O Brasil tem muito a oferecer, e você, a oportunidade de desvendar os melhores sabores dessa terra mágica. Curtiu? Defendendo essas mesmas ideias, a gente bate no peito com orgulho em saber que, hoje, o chocolate brasileiro é referência de qualidade máxima no mundo inteiro. Quer provar dessa verdade? Então, fale com a gente aqui e prove desse dengo que é só nosso!

22/09/2020

DO CACAU AO CHOCOLATE

Sabia que nem todo chocolate que você consome pode ser chamado assim? Sim, parece estranho, mas para ter esse nome o produto precisa conter pelo menos 25% de cacau. Por isso, na hora de comprar a delícia, vale ter atenção à qualidade e origem . Quer entender melhor como funciona da cadeia de produção do cacau ao chocolate vendido nas prateleiras? As sementes do cacau são o ingrediente principal do chocolate. Junto a elas, para produzir as irresistíveis barrinhas, bombons que derretem na boca, trufas delicadas e outros produtos saborosos que conhecemos, são usados itens como leite, açúcar, manteiga de cacau, castanhas ou amendoim, por exemplo. Quanto maior o percentual de cacau, mais saudável e mais benéfico à saúde. Assim, além dos detalhes de fabricação do chocolate, é importante também saber de onde vem o cacau, ou seja, se ele é cultivado de forma sustentável, sem causar impactos ambientais ou sociais. Afinal, ninguém quer consumir produtos que degradem o meio ambiente ou que contribuem para o aumento das diferenças sociais, não é mesmo? Quer descobrir mais sobre essa delícia que aquece os corações e é praticamente uma unanimidade? Continue a leitura que contamos tudo! Conheça melhor a cadeia produtiva do cacau O cacaueiro é uma árvore que se desenvolve em lugares tropicais, com temperaturas superiores a 21ºC. Isso explica a razão de, no Brasil, as principais regiões produtoras serem justamente as mais quentes, no Norte e Nordeste. Aliás, nessas regiões, o cacaueiro é uma árvore nativa, que se desenvolve em meio à floresta. Daí a importância da produção sustentável . Sem a valorização desse aspecto, existe risco de devastação da mata e destruição de todo o ecossistema. Além disso, sem os cuidados para preservação, as comunidades locais podem ser fortemente afetadas. Então, além de respeitar a vegetação florestal, é essencial que a população local seja envolvida na cadeia produtiva, de forma a gerar trabalho e renda. Você sabia que até comunidades quilombolas e indígenas estão envolvidas na produção do cacau? Oxê! Esse é o conceito da chamada agroecologia, que ganha cada vez mais força nessas regiões. Produzido de forma sustentável, além de não agredir a cultura e o ecossistema local, o cacau também tem maior qualidade e ganha aromas e sabores da mata nativa, sendo conhecido como cacau fino . Mas, como dissemos, a produção precisa ser controlada, para evitar desequilíbrios ambientais ou sociais. Vale explicar que os cacaueiros, depois de plantados, podem levar até cinco anos para gerarem flores, sendo que somente algumas delas são fecundadas e produzem frutos (o cacau) que geram as sementes, chamadas de amêndoas. Cada cacau pode ter até 40 amêndoas. As árvores se mantêm produtivas por 70 anos, em média. Assim, não é necessário devastar toda a região para garantir a produção, não é mesmo? E é por essa razão que é importante valorizar quem produz desta maneira, conhecida como cabruca. Entenda o que é o cacau de cabruca O método de plantio agroecológico é conhecido como cabruca, uma palavra do vocabulário regional, que vem do verbo “brucar”. Já ouviu alguém comentar que cabrucou a floresta? Essa pessoa quis dizer que plantou em meio à vegetação nativa, sem destruí-la. Essa forma de produção, como contamos acima, garante frutos de melhor qualidade, cujas sementes são retiradas e selecionadas manualmente pelos produtores locais, antes de serem encaminhadas para a indústria de chocolate. Como resultado, os produtos finais têm maior qualidade e mais sustentáveis. Assim, os consumidores podem se deliciar sem peso na consciência! Saiba como funciona a produção, do cacau ao chocolate Além da produção sustentável, para garantir a qualidade é preciso que todo o processo produtivo seja bastante cuidadoso. Isso inclui o processo de fermentação das sementes do cacau, que deve acontecer sem a adição de nenhum outro ingrediente. É nessa etapa que surgem os principais aromas do chocolate, que deixam qualquer um com água na boca! Afinal, o sabor não vem apenas das papilas gustativas, mas também do cheiro. Após a fermentação, as sementes úmidas são secas ao sol e, depois disso, enviadas para as fábricas que produzem o chocolate. Nelas, os grãos são torrados, o que faz com que o sabor do chocolate apareça. Esses grãos são chamados de nibs, e contêm todos os nutrientes importantes, como antioxidantes (flavonoides), magnésio potássio e ferro, além da gordura natural, que é a manteiga de cacau. Para serem transformados na massa de cacau, eles são moídos e se convertem em partículas bem pequenas, que não serão percebidas no paladar. Isso ajuda a criar um chocolate capaz de derreter na boca! Essa mistura, por fim, é adicionada a outros ingredientes, que dão origem aos diversos tipos de chocolate que encontramos nas prateleiras: manteiga de cacau, açúcar, leite, baunilha e lecitina (um emulsificante), por exemplo. Mas, nessa etapa, o chocolate ainda não está pronto. Para elaborar o produto final, é preciso executar dois processos conhecidos como conchagem, que deixa a textura mais macia eliminando a acidez, e a temperagem, que faz o resfriamento adequado para cada tipo de produto. A inclusão de frutas ou castanhas é feita nesse momento, quando os produtos são colocados para resfriarem e se solidificarem. Depois de solidificados, estão prontos para serem desenformados e embalados. Descubra como é a produção do chocolate de maior qualidade Como você percebeu, a qualidade final de chocolate depende totalmente da forma como ele é produzido, pois o fruto interfere bastante nas características do produto já beneficiado. No entanto, embora esse seja um fator fundamental e um grande diferencial, não é só isso que garante as melhores características ao chocolate encontrado nas prateleiras de lojas e supermercados. O cuidado em todas as etapas produtivas, como a colheita, fermentação, torragem dos grãos e adição de outros ingredientes (que também devem ser de qualidade) faz toda a diferença. Além de respeitar as regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) relacionadas à proporção de cacau, os demais itens utilizados também precisam estar de acordo com as normas regulamentadoras. Ou seja, não adianta utilizar um bom cacau e adicionar ingredientes pouco naturais, como gordura hidrogenada, matizantes, edulcorantes sintéticos e maltodextrinas. A quantidade de açúcar é um problema, assim como a proporção de gorduras ruins ao organismo. Vale destacar que chocolates ao leite têm pouquíssima proporção de cacau, mas, ainda assim, podem conter ingredientes de qualidade. Já os chocolates brancos são produzidos apenas com manteiga de cacau, além de outros ingredientes. As versões amargas e meio amargas contêm, pelo menos, 50% de cacau, garantem um produto mais benéfico ao organismo e mais saudável . Agora que você já conhece tudo o que acontece no processo de transformação do cacau ao chocolate, vale a pena ter atenção aos rótulos e buscar os melhores produtos, para garantir não apenas o consumo consciente e sustentável, mas também o melhor sabor! Ficou com água na boca, não é? Então, entre em contato conosco e conheça todos os nossos chocolates e a nossa qualidade! Você merece esse Dengo!

23/09/2020