Nos últimos anos, o número de relatos sobre o chamado “golpe do falso advogado” cresceu de forma preocupante. Pessoas que aguardam o recebimento de valores judiciais — especialmente precatórios, indenizações e créditos trabalhistas — passaram a ser alvo de contatos fraudulentos, com promessas de liberação imediata mediante pagamento de taxas ou informações pessoais.
Esse cenário não surge por acaso! Ele está diretamente ligado a dois fatores estruturais: o volume elevado de processos em andamento no Judiciário e a demora natural na liberação de valores, que cria ansiedade e vulnerabilidade em quem espera.
Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Brasil possui dezenas de milhões de processos em tramitação, que exigem rigor, etapas formais e tempo. Mas também abre espaço para oportunistas que se aproveitam da desinformação!
Qual o impacto para a Advocacia?
O golpe do falso advogado não atinge apenas o cidadão. Ele gera um efeito colateral grave para a advocacia, pois mina a confiança do cliente no sistema jurídico e no próprio profissional que o representa.
É por isso que o combate a esse tipo de prática passa, necessariamente, pela educação do mercado e pelo fortalecimento de estruturas formais e transparentes.
Como o mercado precisa reagir?
A reação não está em acelerar processos de forma irregular, mas em reforçar pilares fundamentais:
● Informação clara ao cliente
● Orientação jurídica constante
● Parcerias com empresas estruturadas
● Operações sempre homologadas pela Justiça
A cessão de crédito judicial, quando feita de forma legal, documentada e homologada, é um exemplo de alternativa legítima. Muito diferente das promessas vazias usadas em golpes.
Qual o papel do advogado nisso tudo?
O advogado continua sendo o principal filtro de proteção do cliente. Ao orientar corretamente sobre riscos, prazos e possibilidades reais, ele preserva não apenas o patrimônio do cliente, mas também a credibilidade da advocacia como um todo.
Conclusão
Como vimos, o crescimento do golpe do falso advogado não é apenas um alerta para os clientes, é um chamado à maturidade do mercado jurídico. Em 2026, a resposta passa por informação qualificada, rigor técnico e estruturas sólidas, sempre respeitando os trâmites e o papel do Judiciário.
Quando o advogado orienta com clareza, atua com parceiros confiáveis e prioriza operações formalizadas e homologadas pela Justiça, ele protege o cliente, fortalece sua própria atuação e contribui para um ambiente jurídico mais seguro e ético.
É nesse contexto que a PBL Compra se posiciona. Atuando por meio de um FIDC próprio de R$ 37 milhões, com mais de 8.000 créditos judiciais adquiridos, todas as operações da PBL são realizadas com análise jurídica rigorosa e homologação judicial, oferecendo previsibilidade, segurança e transparência ao mercado.


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