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Como funciona o consórcio de imóvel? Tire suas dúvidas já!!

Atualizado em: 10/05/2021



Comprar um imóvel é um passo importante na vida. Seja por desejo ou necessidade, esta é a realização de um sonho, não é mesmo? Mas nem sempre as alternativas para a aquisição desse bem são atrativas. E, portanto, é preciso correr atrás da mais rentável. Por exemplo, você sabe como funciona um consórcio de imóvel?

Essa é uma das alternativas mais procuradas hoje em dia. Primeiro, porque é acessível. Segundo, porque tem uma mecânica que contempla os consorciados de maneira justa e segura. 

Além disso, ainda há a possibilidade de pagar de acordo com sua disponibilidade e outros benefícios incríveis.

Quer saber mais sobre o consórcio e como ele ajuda na conquista da casa própria? Continue a leitura e descubra!

O que é um consórcio imobiliário?

Um consórcio imobiliário é um formato de crédito para adquirir uma casa ou apartamento. Mensalmente, todos os integrantes do grupo contribuem com um determinado valor. Ele é definido conforme o crédito do bem que será sorteado: apartamentos, casas, entre outros.

Cada pessoa interessada em participar deste mecanismo compra uma cota. Ao final do consórcio, todos os meses um participante é contemplado e tem a possibilidade de adquirir seu imóvel. 

Dessa forma, os consorciados competem com igualdade de condições em todos os sorteios. Existem também outras possibilidades de contemplação, como lances e aquisição da carta de crédito.

É importante ressaltar que todo esse contexto é controlado, em geral, por uma empresa responsável e ativa no setor. 

Ela realiza não apenas o recolhimento das mensalidades, mas fica responsável por cuidar das contemplações e demais burocracias envolvidas na atividade.

Como funciona um consórcio de imóvel?

Mas afinal, como funciona um consórcio de imóvel? Existem algumas possibilidades para você ter em mãos sua residência, e é importante conhecê-las antes de entrar para um grupo. Veja só!

Mecânica de sorteio

Normalmente, o consórcio de imóveis funciona por meio da mecânica tradicional de sorteios. Isso significa que, após o dia de pagamento mensal estipulado pela Administradora, um participante será sorteado e poderá usufruir da sua carta de crédito e comprar seu bem.

Esse método é interessante para quem não tem pressa em ter o imóvel em mãos e quer evitar os juros altos oferecidos nos financiamentos. Ou ainda, precisa de tempo para ter mais conforto em pagar as parcelas. 

Lances

Os lances funcionam como uma espécie de adiantamento do valor que ainda deverá ser pago no consórcio. Caso você tenha uma reserva financeira, é uma ótima opção para ser contemplado o quanto antes. Existem 3 tipos de lances diferentes: 

Lance fixo

O consorciado faz um lance com a porcentagem mensal determinada pela empresa administradora. Entre todos que os participantes que oferecem lances, é feito um desempate por meio de globo giratório ou números da loteria federal dependendo da Administradora.

Lance livre

O consorciado pode oferecer seus próprios recursos financeiros para dar seu lance, do mesmo modo que em um leilão. A cada assembleia em grupo, o maior lance é contemplado.

Lance embutido

É possível oferecer uma porcentagem do valor da própria carta de crédito como lance, e abater a quantia no final quando receber. 

Contemplação

Quando você é contemplado no consórcio, o dinheiro não é depositado diretamente na sua conta. E nem a administradora fica responsável por comprar seu bem. 

Na verdade, você tem acesso a um documento chamado carta de crédito, com o valor correspondente escolhido na contratação do consórcio.

É como se fosse um tipo de vale-compra, mas em formato de documento. A carta pode sofrer reajustes, de acordo com as condições que o mercado de imóveis apresentar no momento.

Pagamento das parcelas

O pagamento das parcelas é feito, usualmente, por meio de boleto. Ele chega na casa ou e-mail do participante e todos os meses deve ser pago em bancos ou em caixas eletrônicos. 

Algumas administradoras também oferecem a opção de pagamento via débito automático. Também é possível antecipar suas parcelas, caso tenha dinheiro disponível.

Em caso de pequenos atrasos, é necessário arcar com uma multa no valor da parcela atrasada, mais a incidência de juros, além de ficar sujeito a não participar da assembleia. 

Já para atrasos maiores, que ultrapassam um mês, pode ocorrer a exclusão do grupo ou até mesmo a perda da contemplação. Por isso, é importante ter atenção ao pagamento!

Outra informação pertinente são os valores inclusos nas parcelas — calculados com base em questões como:

  • taxa de administração, referente aos serviços da administradora;
  • fundo comum, valor destinado para o contemplado do mês;
  • seguro de vida ou prestamista, um valor cobrado que garante a quitação ou amortização de dívidas em caso de morte ou invalidez do consorciado;
  • fundo de reserva, destinado para proteger o funcionamento do grupo e cobrir despesas relacionadas a possíveis inadimplências.

Uso do FGTS

Se você conta com saldo de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode optar sem medo pelo consórcio, já que é possível utilizar esse valor para quitar parcelas ou ofertar lances.

Além disso, você pode complementar o valor da sua carta de crédito, caso queira adquirir um imóvel mais caro. Para isso, é preciso ter pelo menos 3 anos de contribuição com o FGTS e a cota do consórcio deve estar no mesmo nome do titular da conta. 

Ainda é importante não ser proprietário de imóveis no mesmo município de residência ou de trabalho na data da compra.

Quem pode participar deste tipo de consórcio?

Não há nenhum tipo de restrição sobre quem participa do consórcio de imóveis. A única exigência é comprovar sua capacidade de pagamento assim que você adquire uma cota. E, para utilizar a carta de crédito, deverá estar com o nome totalmente limpo no mercado.

A duração de um consórcio imobiliário varia em média de 120 a 200 meses, a depender do valor da carta. Portanto, é fundamental que você se organize financeiramente para fazer a comprovação de suas condições até o final desse período. 

Se algum imprevisto ocorrer, você ainda terá tempo de organizar suas finanças para usufruir a carta, desde que pague tudo em dia.

Quais são as principais vantagens do consórcio de imóveis?

Agora que você sabe como funciona um consórcio de imóvel, vale a pena dar uma olhada em suas principais vantagens. Assim, aproveita melhor a oportunidade e se prepara financeiramente para fazer o investimento. Confira!

Não há necessidade de entrada

Todo o valor escolhido pelo consorciado é parcelado de forma integral. Por isso, não há necessidade de dar uma entrada em dinheiro.

Dessa maneira, o consórcio se torna a opção ideal para quem não tem o montante completo para comprar o bem ou ainda precisa usar o dinheiro para outros fins. 

Variedade de prazos e planos

Uma boa administradora sempre investe em variedade de prazos e planos para atender a todo tipo de condição e perfil. Você define as parcelas, opta por prazos de pagamento e tem muito mais flexibilidade. 

Pouca burocracia

Há quem desanime de investir em aquisição de imóveis por causa da burocracia envolvida. Mas, no caso do consórcio, ela é mínima. 

As exigências para participar são poucas e, desde que o pagamento das parcelas esteja em dia, você não tem que lidar com maiores documentações ou papeladas complexas.

Liberdade para uso do crédito

Assim que você obtém sua carta de crédito, terá total liberdade e autonomia para fazer uso dela. Desde que a compra se enquadre na categoria do bem desejado, neste caso, o imóvel.

No caso do consórcio imobiliário, você pode adquirir imóveis comerciais ou residenciais, na planta, usados ou novos. Ainda pode usar o valor para comprar terrenos, reformar ou construir.

O que levar em conta ao contratar um consórcio de imóveis?

Antes de entrar em um consórcio de imóveis, é muito importante assegurar que você tem condições financeiras para assumir este compromisso. E, mais do que isso, se pode esperar pelo momento da contemplação. 

Portanto, seja rígido ao montar seu cronograma financeiro e ao estudar as suas expectativas a longo prazo. 

Além disso, é fundamental que você compre sua cota de uma administradora de confiança. Como é o caso da Unifisa, que atua nesse setor há mais de 25 anos e está dentro da fiscalização realizada pelos órgãos competentes e pelo Banco Central.

Converse com a equipe da administradora, tire suas dúvidas e leia o contrato com muita atenção. Assim, você terá toda a segurança necessária para dar início a esse tão importante investimento para sua vida!

E então, conseguiu visualizar como funciona um consórcio de imóvel? Com todos esses detalhes em mãos, basta se organizar para começar a pagar as parcelas e conquistar seus objetivos!

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Outras perguntas frequentes

7 DICAS PARA UMA BOA NEGOCIAÇÃO DE UM CONSÓRCIO

Já pensou em ter um bom dinheiro na mão para comprar o imóvel dos seus sonhos à vista? Ou aquele carro que você sempre quis? Bem, isso é possível se você for um consorciado contemplado — seja por sorteio ou lance. Quando você investe em um consórcio e é sorteado tem o direito de usar o crédito para comprar o que você precisa. Quer uma ajuda para fazer um bom negócio? Confira as nossas 7 dicas de negociação de um consórcio! Vamos lá? REÚNA O MÁXIMO DE INFORMAÇÕES É muito importante que você pesquise muito sobre o serviço ou produto que pretende comprar. Afinal, como você tem um dinheiro na mão para uma boa negociação, é essencial que você tenha segurança naquilo que está fazendo. Por exemplo, se você vai comprar um imóvel, confira se ele tem alguma pendência, dívida ou algum outro empecilho que possa gerar problemas futuros. COMPARE OS PREÇOS Certamente você sabe que deve pesquisar muito antes de investir em compras grandes, certo? É muito importante comparar os preços e o custo-benefício com diversas empresas. Dessa forma, você tem uma margem de negociação muito melhor. CONHEÇA A LOJA FÍSICA Sabemos que a internet traz diversos benefícios e otimiza o nosso dia a dia. Diversas negociações são feitas na ponta dos dedos. Entretanto, não deixe de visitar a loja física do estabelecimento que você pretende investir. Esse contato “cara a cara” com o vendedor torna as negociações mais próximas. OUÇA AS OPINIÕES Ouça com atenção os detalhes que o vendedor passar para você, pesquise o mercado, avalie o custo-benefício da concorrência e, se puder, converse com outras pessoas que já realizaram a mesma compra que a sua. Além disso, ouça também o feedback da sua família e das pessoas que também desfrutarão do serviço — isso traz mais segurança para a decisão da compra. NÃO REVELE SUAS INTENÇÕES FINANCEIRAS Uma dica na hora da negociação é não revelar as suas intenções financeiras. Não contar ao vendedor o quanto você pretende gastar (e de que maneira) é importante para ele apresentar todas as condições. Sendo assim, fica mais fácil analisar as possibilidades disponíveis. EVITE DECIDIR PELA EMOÇÃO Comprar um novo produto pode gerar ansiedade e pressa. No entanto, é essencial que você não se deixe levar somente pela emoção, pois há o risco de se arrepender depois. Por isso, avalie com calma quais são as suas possibilidades e tome uma decisão com calma e tranquilidade. PENSE ANTES DE FECHAR O NEGÓCIO Como vimos, é importante pensar em todas as possibilidades com calma. Analise as opções disponíveis, faça as suas contas e pense com carinho nas propostas recebidas. Novamente: decida com calma para evitar arrependimentos posteriores.

05/04/2021

Lance Embutido, entenda melhor!!

Muitos vendedores, quando vão falar sobre os benefícios do consórcio acabam falando do lance embutido como uma opção quase milagrosa para fazer com que o consorciado seja contemplado de imediato. Se você já pesquisou sobre consórcio provavelmente ouviu falar em alguns termos estranhos como taxa administrativa, fundo de reserva, lance, contemplação e quem sabe até o Lance Embutido. Quando você faz um consórcio não tem acesso imediato ao bem ou serviço como no financiamento. Para você ter direito a utilização do crédito do consórcio é necessário que seja contemplado. Existem 2 formas de você ser contemplado, ou seja, adquirir o direito de uso do crédito para a compra do seu bem. Uma delas é por meio de Sorteio e a outra através do Lance. Na maioria das administradoras o sorteio acompanha a Loteria Federal, outros se dá na própria sede da empresa. Através dele, uma única cota costuma ser contemplada por mês. Já através de Lance, várias cotas costumam ser contempladas por mês. Existem basicamente duas formas de lance: O Lance Fixo e o Lance Livre Desde que esteja em dia com os pagamentos, qualquer consorciado pode ofertar à administradora um valor que seja equivalente à antecipação de pagamento de determinado número de parcelas. No lance livre, é aceito qualquer valor ou percentual escolhido pelo consorciado, normalmente vence quem ofertar o maior lance. Em caso de empate, a administradora fará um sorteio para determinar o contemplado. O lance fixo estipula um valor (ou percentual) preestabelecido, determinado em contrato. Se mais de uma pessoa ofertar o lance fixo é realizado um sorteio para definir o contemplado. Em ambos os casos você só paga o lance se ele for o vencedor. Basicamente, essa é uma alternativa para conquistar a carta de crédito caso o consorciado ainda não tenha sido sorteado e não queira contar só com a sorte. Assim, é possível oferecer um lance usando uma quantia poupada de seus recursos próprios. Na modalidade embutida, o consorciado pode dar um lance usando para isso um valor que, na verdade, ele não tem! Na prática, esse dinheiro será descontado do montante total da carta de crédito contratada. Esse lance funciona como uma forma de antecipar a contemplação mesmo sem ter qualquer quantia de dinheiro em mãos. Como os lances embutidos funcionam? De modo geral, o consorciado pode usar uma parte do valor da carta de crédito como pagamento do lance ofertado. Veja esse exemplo: Vamos supor que a carta de crédito do seu consórcio seja de 100 mil reais, e você decide fazer um lance embutido de 20 mil. Nesse caso, quando receber a carta de crédito, o valor do lance será descontado do total. Assim, você teria 80 mil reais para adquirir o bem ou contratar o serviço desejado. O lance embutido nada mais é que uma oferta dada em um consórcio sem de fato ter o dinheiro em mãos. Condições para dar um lance embutido Como acontece com a contemplação por sorteio e com a contemplação por lance fixo ou livre, para que o consorciado seja contemplado ao dar um lance embutido é indispensável que ele esteja rigorosamente em dia com o pagamento das parcelas. Isso significa que se o pagamento da última parcela for feito após o vencimento, mesmo que não haja dívida junto à administradora, o atraso impedirá que, na próxima assembleia, ele seja contemplado em qualquer circunstância. O lance embutido deve estar regulamentado no contrato de adesão ao seu grupo de consórcio, incluindo regras e percentuais que podem ser utilizados. De qualquer forma é preciso atentar para alguns detalhes antes de ofertar o lance embutido. Existe um teto, um valor máximo que o consorciado pode oferecer, geralmente são 30% do valor da carta de crédito. Também se faz necessário observar se o valor restante da carta de crédito é suficiente para adquirir o bem planejado. Concluindo, um lance embutido é uma estratégia muito interessante para alguns grupos. Para decidir, é necessário avaliar com critério as condições de pagamento. E, também, a urgência em adquirir o bem desejado. Portanto, esse método é, simplesmente, uma forma de agilizar a contemplação sem que haja a necessidade de dispor de valores muito altos.

04/02/2021

Extração do sorteio pela Loteria Federal

Comunicado Importante! Informamos que os sorteios pela Loteria Federal retornaram em Julho/2020. Os sorteios ocorrerão apenas aos Sábados, diante disso retornaremos a fazer a extração dos sorteados por meio da Loteria federal.

11/12/2020

Como ser contemplado mais rapidamente no consórcio

Existem estratégias que podem adiantar a contemplação do seu bem em um consórcio. Veja aqui algumas delas. Você sabia que com uma boa estratégia é possível acertar no lance e ser contemplado mais rapidamente no consórcio? A gente aqui na Unifisa sempre lembra que é impossível garantir uma data para a contemplação antecipada ( Desconfie de empresas que prometem uma data certa ). No entanto, com um bom planejamento você pode fazer lances maiores – ou mais frequentes – e aumentar as suas chances de conquistar o seu bem mais rapidamente. Confira abaixo algumas dicas valiosas para ajudar a aumentar as suas chances de ser contemplado em um consórcio. Acerte o valor do lance Ainda que o lance não seja necessariamente sinônimo de contemplação acelerada, é importante conseguir calcular o valor mínimo capaz de conquistar o bem. Acompanhar as informações do grupo do qual você participa é fundamental. Através da área exclusiva de cliente em nosso site você consegue saber qual é, por exemplo, o percentual médio praticado nos lances. Melhores meses Quanto mais gente dando lance, maior a concorrência e, consequentemente, menores as suas chances de ser contemplado. Por isso, vale tentar entender quais os meses menos competitivos. Novembro e dezembro, por exemplo, costumam ser movimentados – é quando os trabalhadores recebem o 13º salário e aproveitam para investir no consórcio. Já os meses de janeiro, fevereiro e março tendem a ser menos disputados, pois é quando o consumidor está pagando as despesas de Natal e as contas de começo de ano, como IPTU, IPVA, material escolar e até o Carnaval. Também pode ser vantajoso esperar o meio do ano, quando vêm férias escolares e compras de inverno. Meses pares Na Unifisa, nos meses pares, o lance é limitado em 30%. Garantindo assim a possibilidade de ser contemplado com um lance pequeno. Se mais participantes ofertarem o mesmo valor de lance, o desempate ocorrerá em globo giratório. E ainda é possível pagar apenas 15% e descontar os outros 15% do próprio crédito. FGTS Se você tem um consórcio de imóvel, é possível utilizar o saldo do seu FGTS para dar um lance. Neste caso, tanto o imóvel quanto o contratante precisam preencher alguns requisitos específicos, como tempo mínimo de três anos de trabalho sob o regime do FGTS e valor máximo de avaliação de imóvel (varia conforme o Estado), entre outros itens.

09/09/2019

Fui contemplado, e agora?

O consorciado contemplado têm algumas obrigações a cumprir para conseguir adquirir seu bem após a contemplação. Saiba como fazer lendo nossa nova publicação. Chegou o grande dia! Seu consórcio foi contemplado e a ansiedade deu lugar ao corre-corre para concretizar o sonho de adquirir um bem. Mas você sabe o que fazer agora? Ao ser contemplado por sorteio, pela Loteria Federal, ou por lance, nas assembleias mensais, o cliente da Unifisa conta com todo o suporte da empresa para receber o seu crédito o quanto antes. O setor de Atendimento ao Cliente encaminha um kit de contemplação ao consorciado para a preparação do cadastro e faturamento do bem. De toda maneira, é comum ter algumas dúvidas. Diante disso, é possível já deixar a documentação encaminhada para acelerar o processo. Para ajudá-lo a ganhar tempo nessa nova fase, preparamos um guia rápido com dicas que vão facilitar o uso do crédito do seu consórcio. Garantias O consorciado precisa apresentar garantias para o recebimento do crédito. O tipo de garantia depende das exigências do contrato que rege o plano e do tipo de bem que está sendo adquirido, e é uma forma de garantir que o participante continue honrando o consórcio mesmo depois de ser contemplado, assegurando a continuidade do grupo. Documentos pessoais Embora os documentos variem de acordo com o plano de consórcio – o de imóvel costuma exigir mais documentos que o de automóvel, por exemplo – algumas documentações serão sempre exigidas. É interessante já manter esses documentos em dia: RG ou CNH; CPF ou CNPJ; Comprovante de residência atualizado (em nome do consorciado); Comprovante de renda. Comprovação de renda O consorciado contemplado precisa comprovar renda. O meio de comprovação varia de acordo com o modelo de trabalho exercido: Trabalhador de carteira assinada ou profissional liberal: últimos contracheques e cópias de páginas específicas da carteira profissional. Aposentado: extrato de pagamento e cópia do cartão de benefício. Autônomos, empresários e produtores rurais: declaração atualizada do imposto de renda.

04/11/2019

Como é calculada a taxa de administração de consórcios?

Quando o assunto é consórcio, muita gente confunde taxa de administração com taxa de juros. Há até quem pense que uma substitui a outra, ou faz questionamentos do tipo "oras, mas um dos diferenciais do consórcio é justamente não haver a incidência de juros e aí embutem a tal da taxa administrativa? Na realidade, o percentual de administração não só envolve uma conta bem mais simples, como também costuma ser muito menor do que os juros. E a sua existência é fundamental, pois corresponde à forma de remuneração da administradora. É essa taxa que permite à empresa de consórcio garantir que o grupo tenha acesso aos bens contratados. Para compreender a diferença entre elas, é importante saber como cada uma delas é calculada. Taxa de administração x taxa de juros A taxa de juros envolve um cálculo realizado sobre o valor residual após amortecimento (juros compostos), o que faz com que a dívida seja consideravelmente maior. Dependendo da taxa de juros contratada e do número de parcelas, ao final do financiamento você pode chegar a pagar até o triplo do valor inicialmente contratado. Enquanto isso, a taxa de administração é calculada a partir de uma divisão simples entre o valor nominal da taxa e a quantidade de parcelas. Para ajudá-lo a entender, imagine o seguinte cenário: uma taxa de administração de 15%, que é um percentual bastante praticado no mercado, e um consórcio de R$ 40 mil, contratado em 60 meses. A incidência será de 0,25% ao mês em cada mensalidade (15 dividido por 60). O acréscimo mensal à parcela será de R$ 100. Uma conta simples nos permite saber o valor total a ser pago com a taxa de administração ao fim do consórcio: R$ 100 x 60 parcelas = R$ 6.000. Em resumo, a taxa de administração é muito mais barata do que as taxas de juros que incidiriam em um eventual financiamento. Ainda assim, é importantíssimo conhecer e buscar as menores taxas, já que elas variam conforme a administradora do consórcio.

24/01/2020

Como é calculada a taxa de administração de consórcios?

Quando o assunto é consórcio, muita gente confunde taxa de administração com taxa de juros. Há até quem pense que uma substitui a outra, ou faz questionamentos do tipo "oras, mas um dos diferenciais do consórcio é justamente não haver a incidência de juros e aí embutem a tal da taxa administrativa? Na realidade, o percentual de administração não só envolve uma conta bem mais simples, como também costuma ser muito menor do que os juros. E a sua existência é fundamental, pois corresponde à forma de remuneração da administradora. É essa taxa que permite à empresa de consórcio garantir que o grupo tenha acesso aos bens contratados. Para compreender a diferença entre elas, é importante saber como cada uma delas é calculada. Taxa de administração x taxa de juros A taxa de juros envolve um cálculo realizado sobre o valor residual após amortecimento (juros compostos), o que faz com que a dívida seja consideravelmente maior. Dependendo da taxa de juros contratada e do número de parcelas, ao final do financiamento você pode chegar a pagar até o triplo do valor inicialmente contratado. Enquanto isso, a taxa de administração é calculada a partir de uma divisão simples entre o valor nominal da taxa e a quantidade de parcelas. Para ajudá-lo a entender, imagine o seguinte cenário: uma taxa de administração de 15%, que é um percentual bastante praticado no mercado, e um consórcio de R$ 40 mil, contratado em 60 meses. A incidência será de 0,25% ao mês em cada mensalidade (15 dividido por 60). O acréscimo mensal à parcela será de R$ 100. Uma conta simples nos permite saber o valor total a ser pago com a taxa de administração ao fim do consórcio: R$ 100 x 60 parcelas = R$ 6.000. Em resumo, a taxa de administração é muito mais barata do que as taxas de juros que incidiriam em um eventual financiamento. Ainda assim, é importantíssimo conhecer e buscar as menores taxas, já que elas variam conforme a administradora do consórcio.

24/01/2020

Vantagens da Carta de Crédito

Vai receber uma carta de crédito de seu consórcio e não sabe bem como funciona? Nesse post apresentamos tudo o que você precisa saber Quando você é contemplado em um consórcio, por sorteio ou lance, ao contrário do que muita gente pensa o dinheiro não será depositado na sua conta, nem a administradora vai comprar o bem e lhe entregar. É aqui que entra a carta de crédito, na verdade um documento com o valor equivalente ao que você contratou quando iniciou o pagamento das cotas. Esta carta de crédito funciona como um vale-compras, com o qual você poderá adquirir o seu bem ou serviço junto ao fornecedor que você escolher. No caso de automóveis ou imóveis, as cartas acompanham os reajustes de fabricantes e construtoras, garantindo que você possa comprar exatamente o que imaginou no início do plano. Mas para utilizá-la existem alguns procedimentos prévios. Como você terá que continuar pagando as mensalidades depois da contemplação, pode ser que a administradora peça algumas garantias antes de lhe entregar a carta. Uma delas pode ser a comprovação de renda. Para receber a carta, você também não poderá estar com seu nome incluído em serviços de proteção ao crédito. Além disso, dependendo do bem, podem ser pedidos alguns documentos específicos. O ideal mesmo é você se informar de antemão e preparar tudo o que for necessário para o momento em que for contemplado. A carta de crédito traz uma série de vantagens para quem a recebe. A primeira delas é a segurança, já que ela só pode ser utilizada por você. Outra vantagem é a garantia do poder de compra, isso porque, ao contrário do depósito em conta, a carta está livre de taxas e impostos que incidem sobre operações bancárias tradicionais. Outra vantagem bem bacana: com a carta na mão, você consegue negociar melhor com os fornecedores, já que ela equivale a um pagamento à vista. É bom lembrar que a carta de crédito é um documento com finalidade exclusiva e só pode ser utilizada para comprar o bem ou serviço previsto no consórcio, mas mesmo assim há diferentes formas de uso, tais como: Compra do bem – é o uso mais comum. Ela pode ser usada para comprar imóveis ou automóveis. Lembre-se que, para finalizar a compra, é preciso fornecer os dados do bem a ser adquirido, que estarão discriminados na carta. Contratação de serviços – você pode fazer um consórcio para a reforma do seu imóvel, ou comprar terrenos ou imóveis usados. Aqui também entram tratamentos estéticos, festas, viagens ou educação particular. Quitação de financiamento – dependendo de sua administradora, sua carta também pode ser usada para quitar parcelas de financiamento. Algumas delas, por exemplo, exigem que o valor do financiamento seja menor que a carta de crédito. Compensação de valores – você também pode utilizar a carta para adquirir bens de maior valor – basta completá-lo -, ou de menor valor. Neste último caso, o restante pode ser usado para quitar despesas obrigatórias ou as parcelas em aberto do consórcio. Outro ponto de atenção é a validade de sua carta de crédito. Ela tem que ser usada no período previsto no contrato, que varia de 90 a 180 dias. Se você perder este prazo, você não perde o crédito, mas deverá passar novamente pelo processo de análise e entrega de documentos.

02/03/2020

Dica de como se organizar para participar de um consórcio.

Como outros investimentos, o consórcio precisa de planejamento para evitar que se torne um peso para você. Veja algumas dicas. Muito se fala sobre as incontáveis vantagens que o consórcio representa para quem busca investimentos de longo prazo. A inexistência de taxas de juros, a possibilidade da contratação de planos com números de parcelas que atendam à sua necessidade, valores mensais corrigidos apenas uma vez por ano… De fato, a modalidade é apontada como um dos caminhos como melhor custo benefício para a realização do sonho da casa própria ou do carro zero quilômetro, por exemplo. Mas ela também requer planejamento. Como qualquer investimento de longo prazo, aplicar em consórcio exige organização, de forma que o valor não precise ser utilizado diante de contratempos como emergências de saúde, a perda do emprego ou descontrole de gastos. E há algumas formas de tentar assegurar a tranquilidade financeira mesmo durante o período em que você estiver investindo no consórcio. Confira as dicas que a Unifisa preparou! Quanto você pode investir? O primeiro e mais importante passo é estabelecer exatamente qual o tamanho da parcela que cabe no seu orçamento. Aqui é preciso conhecer exatamente quais as suas despesas mensais e quanto você conseguiria dedicar a um consórcio sem precisar passar por apertos financeiros. Planeje os próximos meses considerando: Financiamentos existentes (carro, casa, eletrônicos, móveis); Despesas mensais permanentes (água, luz, gás, aluguel, celular); Transporte, combustível, estacionamento; Alimentação e supermercado; Faturas de cartão de crédito (considere aqui compras parceladas e despesas com roupas e medicamentos); Lazer e diversão; Pequenas despesas diárias (padaria, mercearia, farmácia etc.). Feita esta conta, veja quanto ainda cabe no orçamento. O ideal é que, além do valor da parcela, reste uma reserva de segurança. Sugerimos que o valor da parcela comprometa no máximo até 30% de sua renda mensal. Escolha o consórcio adequado Agora que você sabe exatamente quanto pode investir, é hora de determinar o valor de crédito que deseja e o prazo do consórcio. A dica aqui é ter claro o preço do imóvel que deseja comprar – e contratar o valor exato. Imagine que você contrate um valor inferior ao do imóvel que tem em mente. Como vai arcar com a diferença quando for contemplado? E, se for o contrário, por que se arriscar e assumir um compromisso de longo prazo maior do que precisa? Imprevistos acontecem Desde um problema mais sério com o carro até a perda do emprego. Quando falamos em investimento de longo prazo, muita coisa imprevista pode acontecer. E você precisa estar preparado. Justamente por isso, além de contratar o consórcio de valor mais adequado para o seu orçamento, é importante, se possível, montar uma reserva financeira. Esse saldo pode ser colocado em aplicações de alta liquidez, que permitem saques sem demora em caso de emergência. Assim você garante tranquilidade e evita eventuais necessidades de recorrer a empréstimos ou atrasos no pagamento do consórcio. Prepare-se para ser contemplado Quando você compra um novo bem, ele traz junto uma série de novas despesas para a rotina. Por exemplo, documentação, impostos, manutenção, seguro, limpeza… Isso tudo tem custo e você precisa se preparar para que o sonho não vire pesadelo. Durante o prazo do consórcio, encaixe esses custos nas despesas. Assim, quando for contemplado, você usufruirá tranquilamente da sua nova conquista.

06/12/2019