5 Dicas práticas para passar em Concursos Públicos para Professores!
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5 Dicas práticas para passar em Concursos Públicos para Professores!

Atualizado em: 07/02/2022

Está pensando em concorrer a uma vaga de professor através de Concurso Público?

Então, leia estas cinco dicas que irão aumentar suas chances de obter êxito nesse processo seletivo tão criterioso e tão almejado pela maioria dos professores, onde cada passo assertivo conta para seu ingresso na vaga.

Muitos são os atrativos que levam os concursos públicos se tornarem cada vez mais concorridos, como a remuneração, estabilidade, ambiente de trabalho, assistência médica, bem como a possibilidade de evolução profissional.

Por isso, trago 5 dicas que ajudarão quem busca passar de vez em um concurso público, ou até em mais de um se desejar, uma vez que a flexibilidade de horários do professor permite ter até dois cargos públicos! 

Vamos lá! 

#1 – Antecipe-se nos estudos:

A partir do momento em que decidir prestar um concurso, comece a estudar imediatamente, mesmo que o edital do concurso ainda não tenha sido publicado.

Esteja um passo à frente dos outros candidatos e estude os conteúdos básicos de sua área de atuação, como legislação vigente, diretrizes educacionais, currículo nacional, e currículo da rede na qual irá concorrer.

Além de estar preparado para as questões, sua autoconfiança estará fortalecida, sua consciência estará tranquila para realização da prova, que exigirá atenção e muita concentração num curto espaço de tempo.

Deixar para iniciar os estudos após a publicação do edital, ou de última hora, prejudicaria seu desempenho.

Por isso, comece já!

#2 – Estude o conteúdo do edital atual, de provas anteriores e semelhantes:

Caso tenha optado por se preparar através de um cursinho, ou esteja estudando por conta própria, esta dica irá te auxiliar a focar seus estudos nos conteúdos mais relevantes para o concurso.

Após o edital do concurso que almeja ingressar ter sido publicado, seja objetivo nos estudos, tomando como base para seu conhecimento o conteúdo do edital publicado, bem como de concursos anteriores, ou até mesmo de concursos de outras redes educacionais.

Por exemplo, caso seu objetivo seja concorrer a uma vaga na rede estadual, estude os conteúdos e referências do edital publicado, mas também do edital de concursos anteriores.                                                                                    

E não somente da rede estadual, por exemplo, mas também da rede municipal, pois os conteúdos educacionais estão sempre relacionados, e as teorias vigentes serão cobradas em todas as redes.

Ao mesmo tempo em que estuda para uma prova, já estará se preparando para concursos futuros, sendo possível acumular dois cargos públicos de professor em redes educacionais diferentes!

#3 – Acompanhe todas as publicações do concurso:

As empresas que são responsáveis pela organização dos concursos públicos realizam a comunicação das etapas e dos procedimentos do processo seletivo através de publicações no Diário Oficial, seja da cidade, do estado ou da União.

Essas empresas também disponibilizam os links de cada publicação em seus sites para facilitar o acompanhamento do processo seletivo pelos candidatos.

Dessa forma, é fundamental realizar o acompanhamento diário da evolução do concurso para não perder nenhuma publicação, uma vez que através delas são disponibilizadas as listas de classificação, datas para entrega de documentos, lista dos nomeados ao cargo, convocações, e todas as informações importantes para seu ingresso no cargo.

#4 – Entrega de títulos:

Esteja atento ao momento de entrega de títulos! Prepare sua documentação antes mesmo de ser publicada a data para entregá-la!

Os títulos são os documentos que comprovam sua qualificação através de cursos que você possua além da formação exigida pelo edital do concurso, como por exemplo, pós-graduação, MBA, mestrado, doutorado, pós-doutorado. Além disso, alguns concursos também consideram como títulos a experiência profissional que o candidato já possui na área de atuação.

Realizando a entrega de títulos é possível melhorar sua pontuação na classificação geral do concurso, permitindo que você aumente suas chances de ser convocado para ingressar nas primeiras chamadas!

#5 – Não se esqueça da possibilidade de Interposição de Recurso:

A interposição de recurso é uma ferramenta valiosíssima para o candidato que deseja uma revisão de sua nota, podendo valer-se desse subterfúgio para que sua classificação seja reavaliada.

Essa ferramenta é essencial, principalmente nas questões dissertativas, onde o examinador avalia de forma mais subjetiva, pois não há um gabarito como ocorre no caso das questões objetivas.

Ou seja, os textos dos candidatos podem até ser objetivos para quem o escreveu, mas ao passar pela avaliação da banca examinadora podem não ser considerados de tal forma, uma vez que a correção é realizada através de palavras chave, o que, possivelmente, pode ter como consequência uma nota que desfavorece o candidato.

Já imaginou a situação de um candidato não ter sido classificado por meio ponto? Numa circunstância como essa é fundamental lançar mão desse recurso!

Basta estar atento ao edital, ao procedimento e ao prazo para entrar com a interposição de recurso!

E essas foram as 5  dicas práticas para você passar com êxito no tão sonhado Concurso Público para professores, e garantir a sua vaga num cargo público!

Lembre-se de se antecipar nos estudos, focar seu empenho nos conteúdos do edital e concursos anteriores, acompanhar todas as publicações do processo seletivo, entregar seus títulos na data solicitada, e finalmente, recorrer à interposição de recurso caso seja necessário!

Espero que essas 5 dicas tenham contribuído para que em breve seu nome esteja nas listas de aprovados dos concursos! Boa sorte!

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Princípios da Evolução Funcional para Professores de SP

A Educação aprimorou as regras para aumento do salário dos professores em mais 5% por meio de qualificações adquiridas por meio de qualificações ao longo da carreira. A medida que regulamenta a evolução funcional dos servidores do quadro do magistério é resultado da atuação Educação em parceria com as entidades de classe. O trabalho em conjunto já concretizou o inédito plano de carreira e a política salarial. Citaremos as 03 evoluções funcionais logo abaixo, bem como iremos entender um pouco mais sobre cada uma delas. Lembrando que as o plano de carreira instituído pela L.C. nº 836/97, alterado pela LC 958/04, define a evolução funcional como a passagem do integrante do QM para nível de retribuição superior da respectiva classe, mediante à avaliação de indicadores de crescimento da capacidade potencial de trabalho do profissional do ensino. Cada uma dessas evoluções possuem regras específicas baseadas em condições e pontuações. Vejamos quais são e o que cada uma significa: #1 – A Evolução Funcional para Professores do Estado de São Paulo Com o término do curso de seu Mestrado o Professor possui 15% de possibilidade de um aumento ao término desse curso, ou no caso do curso de Doutorado, o Professor possui 20% ao término desse curso. A Evolução Não Acadêmica, também é também baseada em títulos da formação que o Professor segue em frente, por exemplo, é considerado um título para a evolução não acadêmica: uma segunda graduação, outros cursos de licenciatura, especialização e também cursos que são homologados pela EFAP (Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores do Estado de São Paulo). A Evolução por Mérito, ela possui regras específicas, essa prova ocorre a cada três anos, onde o Professor realiza uma prova, que aborda os conhecimentos pedagógicos e conhecimentos relativos à sua própria disciplina. No caso da prova de Mérito, temos em torno de 10,5% de oportunidade de aumento. Além dessas três Evoluções, o Professor pode ter aumentos salariais baseados em: ü Quinquênio ü Sexta Parte O que são cada um desses? No quinquênio a cada cinco anos, o Professor tem um aumento de 5% referente ao seu salário base. Já na sexta parte, ao completar 20 anos de efetivo exercício, o professor tem um aumento de 20% em cima de sua base salarial. O mais importante é saber que no caso da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, existe uma tabela de 64 níveis de salários, onde existem evoluções horizontais e evoluções verticais. Com o Mestrado e o Doutorado, consigo evoluções horizontais. Já no caso da prova de mérito, consigo evoluções verticais. Dessa maneira, conforme o Professor vai montando o segmento da sua carreira, ele consegue avançar em níveis salariais. #2 – A Evolução Funcional para Professores da Prefeitura do Estado de São Paulo: As vantagens que cada nível pode conseguir. Por exemplo, quando se fala em evolução por tempo, simplesmente ao passar de um determinado período de 2, 3, 4 anos o Professor conta os dias trabalhados. Já no caso da evolução por títulos, estão abordadas as graduações, que o professor possa vir a fazer em especializações, mestrado e doutorado, e também cursos homologados dentro da própria Prefeitura. E no caso da somatória de títulos e tempo, se verifica o que é mais vantajoso para o professor, porque todo esse processo independente se você utiliza tempo, títulos ou tempo + títulos deve ser enquadrado numa tabela que vai definir você passar de uma faixa para outra. Na Prefeitura existem 22 faixas possíveis, do professor ter esses aumentos salariais, o professor de educação infantil, e do fundamental I, ele inicia-se na faixa 11. Já o professor do fundamental II e médio, inicia-se na faixa 13. O mais importante é que o professor deve saber é que após o estágio probatório, que é o período de três anos o professor pode dar um salto significativo, independente se você está na faixa 11 ou na faixa 13, você pode passar até a faixa 18. Mas como é feita essa passagem de uma faixa maior, você pode pular essas faixas, assim você acumula títulos, especializações, e graduações. Ou seja, cursos que são homologados pelo sindicato. Após o estado probatório você pode dar um salto significativo tanto na faixa 11 para faixa 18, como da faixa 13 para a faixa 18. As próximas evoluções já não existe essa possibilidade, você vai passando faixa por faixa. Então inicialmente, é muito importante o professor concentrar cursos para que ele possa ter títulos e utilizar nesse primeiro salto, após o estado probatório. Cada evolução tem um valor de cerca de 6,5% a cada faixa que você vai evoluindo. É lógico, não devemos nos esquecer de também que existem os quinquênios que são gratificações a cada 5 anos no salário base do professor. E também a sexta parte, que é o incremento de 20% no salário base professor após 20 anos de efetivo exercício. Existem professores que já estão na final da faixa entre 8 e 10 mil reais é a média salarial que o professor pode obter. É lógico que depende da formação e do caminho que o Professor utilizou para a sua evolução funcional. #3 – Evolução Funcional para Professores da ETEC (Escolas Técnicas) de São Paulo: Ela passa por algumas etapas, ela ocorre a cada dois anos, sendo que anualmente o professor passa por alguma avaliação. Essas avaliações são feitas da seguinte maneira: A primeira delas passa pela avaliação do superior imediato que consta 40% do peso dessa avaliação; O segundo item é a autoavaliação que é 10% desta somatória; O terceiro item são os resultados indicadores que a unidade escolar conseguiu dentro desse período que representa 20%; O último item, que é muito importante é sobre a atualização profissional do professor, que tem um peso de 30%. Esse último item é muito importante porque o professor pode melhorar a sua condição, a sua formação através de outros cursos fazendo, por exemplo, uma segunda graduação, seja um bacharelado, seja uma licenciatura, seja uma especialização, onde esses 30% se tornem mais efetivos. Essas promoções ocorrem em faixas horizontais que representam 15 faixas sendo que cada faixa corresponde a 5% de aumento no salário base do professor. E verticalmente, onde são abordados 6 níveis, só que na promoção vertical é possível o professor ter um aumento de 12%, na promoção, onde corresponde os 12% são abordados os 6 níveis, e entre um nível e o outro, você pode apresentar novas titulações que o professor vem a desenvolver, então, por exemplo: um curso de mestrado, doutorado, um curso de pós-doutorado, permite que o professor possa caminhar nesses níveis verticais. Com isso, concluímos que as Evoluções Funcionais que um Professor pode alcançar foram desenvolvidas para permitir que um Professor tenha um aumento salarial, e que ele (a) tenha um crescimento da capacidade potencial de trabalho profissional do ensino. Esperamos que esse apanhado de informações a respeito dos tipos de Evoluções Funcionais que existem, abrem um leque de possibilidades para vocês Professores e permita que vocês potencializam suas carreiras e tenham a oportunidade de um aumento salarial considerável.

07/02/2022

5 mitos que você já ouviu sobre a carreira de professor

Existem diversas ideias pré-estabelecidas acerca da carreira de professor e você já deve ter escutado uma porção delas, não é mesmo? A boa notícia é que a maioria não passa de uma visão distorcida ou negativa a respeito da profissão, e esses mitos espalhados ao vento vão criando força, pois como bem sabemos uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade. Confira neste texto alguns mitos que circulam por aí, e entenda o motivo de não serem verdadeiros. Vamos lá! 1 – “Para ser professor precisa gostar de crianças” Esse mito é um dos primeiros com que nos deparamos ao discutir a profissão de professor, principalmente com alguém que ainda não é da área. Muitas pessoas acreditam que é preciso “gostar de criança” para lidar com elas, quando na verdade o que precisamos é gostar de pessoas . Porque é isso que as crianças são: pessoas com personalidades próprias, gostos particulares, são diferentes entre si, estão numa fase de desenvolvimento e demandam compreensão e atitudes específicas para a infância e a adolescência. E cabe ao professor buscar conhecimentos e ferramentas para lidar com esse público e suas especificidades, com o profissionalismo que a carreira demanda, fundamentado nas ciências sociais, psicológicas, entre outras que dão base para o trabalho com a infância e adolescência. 2 – “Professor tem um salário ruim” Essa crença de que o professor ganha mal foi disseminada em nossa sociedade devido a uma crescente desvalorização da profissão, decorrente de uma série de mudanças sociais, culturais, econômicas e políticas. No entanto, o que vemos é o crescimento da formação de professores em nosso país, nas diferentes etapas de ensino, desde a educação infantil, de zero a seis anos, como também no ensino superior. Além disso, o piso salarial de professores da educação básica foi reajustado em janeiro de 2020 para R$ 2.886,24, e tendo em vista e realidade econômica do nosso país, as diversas oportunidades que a carreira oferece, como ampliação da jornada, acúmulo de cargos e possibilidade de seguir uma carreira administrativa, essa é mais uma crença a respeito da carreira que precisamos desmitificar. 3 – “O professor só pode trabalhar em escola” Tanto os professores formados em Pedagogia, como os especialistas nas diversas áreas da Licenciatura, podem atuar em diversos ambientes educacionais além da sala de aula de uma escola tradicional. A carreira de professor pode ser atuante em museus, em instituições profissionalizantes, em empresas na área de treinamento e recursos humanos, e em projetos educativos em diversas redes educacionais. Além de poder atuar em ambientes diferentes da escola tradicional, a carreira de professor permite uma flexibilidade de horários onde é possível seguir outra carreira, como por exemplo, ser professor e empresário. 4 – “Para ser um bom professor é preciso ter dom e vocação” Este é outro mito que precisa ser questionado. É certo que cada pessoa tem dons, tendências e habilidades próprias, mas para seguir qualquer carreira é necessário ter força de vontade, estudar, adquirir experiência e se dedicar a ser cada dia melhor naquilo que faz. Não fosse assim o que seria de Albert Einstein, que conforme consta em sua biografia pode ter apresentado dislexia e sinais de Asperger ? Certamente sua carreira acadêmica brilhante e A Teoria da Relatividade jamais teriam existido caso o cientista tivesse colocado suas dificuldades como obstáculo. Dessa forma, todas as pessoas podem trabalhar naquilo que desejarem, e caso haja dificuldades para seguir na carreira de professor, é necessário trabalhar cada uma delas, bem como colocar em maior evidência e aprimorar as habilidades que irão fazer total diferença na vida dos alunos e na educação como um todo. 5 – “A educação infantil é inferior às outras etapas” Bem ao contrário, é a etapa mais importante, na minha opinião, que estrutura e dá a base da aprendizagem, demanda maior sensibilidade e uma intenção do educador em cada ação realizada com a criança. É necessário pensar sobre a organização e distribuição dos objetos no ambiente, a escolha dos brinquedos e materiais a serem utilizados, a textura, a cor, o som, entre diversas outras questões do cuidar e educar. Isto porque dos zero aos três anos é a fase em que o cérebro humano aprende mais do que em qualquer outra fase da vida. Dessa forma, podemos dizer que os bebês são pequenos cientistas, experimentando, analisando e verificando cada situação. Por exemplo, quando um bebê joga algo no chão ele analisa não somente a questão física da queda, de que forma o objeto se comporta, e o som que ele produz ao cair, como também analisa a reação da mãe, da professora, dos colegas, dos irmãos, e repete isso diversas vezes porque está aprendendo empiricamente tanto o comportamento das coisas como das pessoas. Assim, apesar de infelizmente a cultura em que vivemos diminuir o trabalho dessas professoras, reduzindo-as à “tias”, tanto pela história da educação infantil e suas origens, como pela natureza do trabalho, muitas vezes visto como simples, já vemos um panorama bem diferente em relação a essa etapa, com profissionais cada vez melhores qualificadas, derrubando esse mito cada vez mais. E esses foram os cinco mitos totalmente desmistificados sobre a carreira de professor! A partir de hoje você poderá ter outra visão antes de concordar quando alguém falar sobre algum deles, certo? Obrigada por ter lido até aqui! Até a próxima!

07/02/2022