Falta de infraestrutura e transtornos em condomínio recém-entregue

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Brasília - DF

08/08/2026 às 00:29

ID: 255927039

Segue uma versão mais coesa, contundente e persuasiva, mantendo o conteúdo e o tom de indignação:

Comprei uma casa no empreendimento Alto Mangueiral, no condomínio Alto da Figueira, acreditando na proposta de um bairro planejado, com pavimentação, paisagismo, urbanismo e toda a infraestrutura prometida no momento da venda. Infelizmente, a realidade tem sido completamente diferente.

Há mais de um ano, os moradores das unidades já entregues convivem diariamente com um verdadeiro canteiro de obras, sem que haja qualquer preocupação da construtora com a qualidade de vida de quem já reside no local.

Durante o período chuvoso, sofremos com alagamentos. Minha casa já foi invadida pela água em razão da evidente deficiência do sistema de drenagem e escoamento pluvial.

Agora, no período de seca, enfrentamos outro problema igualmente grave: o excesso de poeira provocado pelo intenso tráfego de máquinas e caminhões. A situação é insustentável. A poeira invade as casas, suja móveis, roupas, utensílios, contamina os alimentos e afeta diretamente a saúde dos moradores. Como se isso não bastasse, a construtora sequer adota uma medida simples e básica, como manter caminhões-pipa molhando as vias ao longo do expediente para minimizar esse problema.

Além disso, o desrespeito aos moradores é constante. Nesta sexta-feira (07/08), por exemplo, as máquinas já estavam operando às 5h30 da manhã, muito antes de um horário razoável para o início das atividades.

O sentimento é de completo abandono. A impressão é que, após a venda das casas, o único interesse da construtora passou a ser continuar comercializando novas unidades, sem qualquer preocupação com o bem-estar e a dignidade de quem já mora aqui.

Se você está pensando em comprar uma casa no Alto Mangueiral, reflita com muito cuidado. Enquanto a infraestrutura não estiver concluída e a construtora não demonstrar o mínimo de respeito pelos moradores, essa talvez não seja a melhor decisão. Hoje, a sensação é de que o compromisso termina no momento em que o contrato é assinado e o pagamento é realizado.

Solicito que a construtora entre em contato com os moradores e procure arrumar uma solução para os problemas, pois medidas judiciais serão tomadas nos próximos dias, inclusive com ações judiciais, audiência no MPDFT para discutir possíveis intervenções e denúncias em órgãos de fiscalização, como o CREA, órgãos ambientais e veiculação de matérias nas rádios e TVs!

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