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Rio de Janeiro - RJ

01/06/2022 às 21:20

ID: 144419291

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Meu filho, matriculado na escola Escola Bretanha, na Ilha do Governador, no 8o ano do Ensino Fundamental apresenta diagnóstico de TDAH.
A escola desde o início do diagnóstico teve o laudo médico e conhecimento de todo procedimento a que está submetido.
No início desde ano, após 2 anos de pandemia e aulas on line, o aluno começou a apresentar muita dificuldade nas aulas *******% presenciais. Agendei uma reunião com a coordenação pedagógica e psicológica para que juntas pudéssemos traçar uma linha de ação.
Informei que O aluno estava iniciando tratamento terapêutico e questionei se equipe docente tinha ciência do fato e da necessidade de atenção especial em sala de aula. A resposta da psicóloga Fernanda, que foi a única na reunião, foi que a equipe inteira estava ciente.
Ontem, dia 31/05/22, ao entregar a nota do teste de álgebra que foi 1,5 comparou com a do colega ao lado que obteve 10. Neste momento ao checar os cadernos observou que alguns alunos não tinham copiado tudo e nem feito algumas tarefas e desse aluno que tirou 10 estava tudo completo. E diante de toda turma afirmou: que cada um colhe o que planta. Por causa disso uns tiram nota alta outros nota baixa.
Meu filho nesse momento se sentiu extremamente constrangido, magoado e ridicularizado diante dos colegas pela comparação de resultados e de desempenhos nos cadernos.
Em nenhum momento houve atitude de acolhimento ou procura de melhora do desempenho do aluno.
Ao procurar a escolar para relatar o acontecimento, primeiramente a psicóloga ficou de entrar em contato com a professora para saber como realmente teria sido o fato.
Hoje em reunião, a psicóloga afirmou que a professora deveria ser parabenizada pela atitude pois fez o seu papel de chamar a atenção a partir do momento em que o aluno não tinha copiado toda a matéria e nem o dever todo do quadro.
Solicitei que a professora se retratasse diante da turma já que que o constrangimento e a discriminação ocorreram nesse ambiente.
Questiono um procedimento padrão aplicado a toda a turma quando a indivíduos com condições especiais de ciência da coordenação, principalmente pela comparação da nota e do caderno do meu filho com o do colega tão exemplar.
Como consequência João Vitor apresentou insônia, agitação, tristeza, ficou choroso e a escola não tomou nenhuma providência devida.

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Resposta da empresa

10/06/2022 às 12:32

A Escola Bretanha repudia e nega com veemência tais fatos. A professora envolvida é muito respeitada, experiente e exerce sua profissão há anos de forma responsável e com excelência.
Não faremos uso deste veículo para relatar como se deram os fatos por orientação de nossos advogados, a fim de não expor a intimidade do menor já que é dever de todos, apesar de não ter sido esta a postura da responsável do menor.
******* que somos uma Instituição séria e atuando na Educação há 55 anos e jamais admitiríamos tal postura.
Em que pese a condução da Escola ter se mantido gentil, cordial e acolhedora na busca para o melhor para o aluno, a responsável ao constatar que o fato não se deu conforme vinha narrando, não teve uma postura respeitosa com a coordenação, psicóloga e a professora do aluno, proferindo inclusive xingamentos.
Ratificamos que tal acusação é inverídica, conforme verificado em imagens que dispomos, e que não há que se falar em qualquer tipo de conduta ilícita por parte da Escola, muito menos promover a acusação irresponsável feita de ter a Escola praticado assédio moral, o qual inclusive exige para sua caracterização legal
requisitos que jamais ocorreram.
Tal acusação é de extrema gravidade e a Escola se reserva o direito de tomar as providências cabíveis para preservação de sua imagem caso assim entenda.