Piora experiência com escola infantil: agressão a crianças, má gestão e omissão da administração.

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Curitiba - PR
25/04/2026 às 07:13
ID: 246921373
Pior experiência da minha vida!
Minha filha começou a frequentar esse ambiente em setembro de 2025. Na turma dela nunca permaneciam as mesmas professoras, toda semana uma profissional nova. E o posicionamento da administração? Não informavam aos pais, descobrimos pela agenda que às vezes não vinha assinada, ou vinha com nome diferente. Quando fui questionar a situação fui tratada com rispidez pela administração (proprietária). Em 2026 minha filha continuou lá, pediram uma lista de 3 páginas de material para uma criança com menos de 3 anos de idade, até papel para secar as mãos, pediram (isso que se trata de uma escola particular). Minha filha (criança de 2 anos e meio) começou as aulas e começou a apresentar comportamentos estranhos em casa, ficou agressiva, chorando por tudo, sono agitado, linguajar que não era utilizado pela família, medo de escuro e compulsão alimentar. Logo em seguida começou a relatar que estava sofrendo agressões por parte de uma professora, e eu comecei a investigar. Conversei com os outros pais, e logo relatei a administração. Os outros pais começaram a investigar os seus filhos, que confirmaram as versões fornecidas pela minha filha. E a administração foi omissa. Por fim, depois de muita pressão dos outros pais marcaram uma reunião de última hora. Na reunião a administração (proprietária) não deixava os pais falarem, foi extremamente passivo/agressivo acusando indiretamente as crianças de mentirem. Como se crianças de menos de 3 anos fossem confabular contra a professora. Diversos pais falaram o nome da minha filha na reunião sem nunca ter conversado comigo, pois seus filhos relataram versões de agressões iguais às da minha filha contra ela. E quando solicitei a ata da reunião, que é direito meu, me foi negada. Tirei minha filha da escola e solicitei o material que havia levado, pois se passaram 2 meses de aula, e ficaram me enrolando por 2 semanas para devolver meia dúzia de materiais.
Não seguem o cardápio proposto, e ocorrem casos de superlotação nas turmas por falta de profissionais. A administração diz aos pais que é vítima de profissionais que trabalharam lá e que estão tentando destruir a escola, diz que é vítima de quem avalia a escola. Sempre todos estão contra eles, mas enquanto não forem responsabilizados por suas atitudes, as coisas permanecerão assim, um perigo para as crianças.